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	<title>André Deak</title>
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	<description>Jornalismo, rabiscos e pensamentos aleatórios</description>
	<pubDate>Thu, 15 May 2008 16:02:12 +0000</pubDate>
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			<title>André Deak</title>
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		<title>ENTREVISTA: MARÍLIA BERGAMO</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2008 16:02:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[A REDE]]></category>

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		<description><![CDATA[
Durante a Mostra de Design Gráfico de Belo Horizonte, Marília Bergamo apresentou seu projeto de interface interativa hipermídia: uma mesa touchscreen, como aquela da Microsoft, mas que ela está fazendo em casa. A foto acima é dela. Marília é graduada em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual (UNB, 2003), graduada em Ciência da Computação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img width="599" src="http://farm3.static.flickr.com/2100/2495131138_0c4462431d_o.jpg" height="264" style="width: 599px; height: 264px" /></p>
<p>Durante a <a target="_blank" href="http://www.mostradedesign.com.br/Mostra_de_Design/Home.html">Mostra de Design Gráfico de Belo Horizonte</a>, Marília Bergamo apresentou seu projeto de interface interativa hipermídia: uma mesa touchscreen, como <a target="_blank" href="http://br.youtube.com/watch?v=Zxk_WywMTzc">aquela da Microsoft</a>, mas que ela está fazendo em casa. <a target="_blank" href="http://www.flickr.com/photos/pontodeak/2494284181/sizes/o/">A foto acima é dela</a>. Marília é graduada em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual (UNB, 2003), graduada em Ciência da Computação (PUC- Brasília, 2000), Master In Design / Digital Media (University of Western Sydney, 2004). Mestranda em Artes Visuais (UFMG) com pesquisa em arte computacional interativa. Atualmente, é professora do Centro Universitário UNA e freelancer da Cúmplice Comunicação e Design.</p>
<p><span style="font-weight: bold">Como foi o processo de decidir construir em casa a mesa interativa?</span><br />
Bom eu começei a me interessar por design de interação na Austrália durante o mestrado, onde presenciei algumas aulas sobre instalações de arte com uso do computador. Voltei para o Brasil decidida a fazer outro mestrado e construir uma instalação dentro desse conceito, mas que tivesse conexão com  pesquisa em Design. Começei estudando um conceito chamado <a target="_blank" href="http://itp.nyu.edu/~dbo3/physical/physical.html">Physical Computing</a> de Tom Igoe e Dan O&#8217;Sullivan sobre como expandir o computador para entender melhor o resto do nosso corpo. Durante o tempo que estava estudando isso, eu recebi um e-mail de um colega comentando uma invenção revolucionária da microsof: Surface. Eu já tinha ouvido falar do mesmo conceito no livro de Tom Igoe e Dan O&#8217;Sullivan. Na mesma época tive acesso ao artigo do Jeff Han e descobri que tinham várias pessoas tentando refazer a mesa multi-toque. Percebi que era mais simples do que eu pensava, e achei que seria uma ótima opção para minha instalação.<span style="font-weight: bold"> </span></p>
<p><strong>Há quanto tempo você vem trabalhando nisso?</strong><br />
Um ano exatamente, quando peguei o artigo de Jeff Han foi em Abril de 2007.</p>
<p><strong>E em quanto tempo fez funcionar o primeiro protótipo?<br />
</strong>Dois meses, mas sem retroprojeção, <a target="_blank" href="http://www.instructables.com/id/SI0JOMHF3JESX03">usei um artigo da internet</a>. Com retroprojeção levou 6 meses, porque eu conheci o Nuigroup uma comunidade mundial onde várias pessoas estão montando suas próprias mesas e dividindo experiências para aprimorar o processo. Resolvi modificar a tela e aumentar a superfície, antes de testar retroprojeção.</p>
<p><strong>Dá pra contar alguns detalhes do processo? Onde achou equipamento, dificuldades, orçamento&#8230; </strong><br />
Bom, o link que eu coloquei na questão anterior dá umas dicas. Mas a verdade é que é bem trabalhoso montar, porque é um processo super artesanal. Logicamente, se você tiver alguém de eletrônica para trabalhar em parceria fica bem mais fácil do que aprender a montar o circuito sozinha. O mais importante são os detalhes. Por exemplo, o Infravermelho deve ficar dentro da tela, portanto se você colocar o led em um angulo específico (+/- 35 graus) mais raios ficam presos e mais sensível fica a tela. Outra solução é usar lixa mecânica na borda do acrílico para que o raio entre no acrílico mais fácil, e usar fita refletora para não permitir que o raio saia do acrílico. Um outro detalhe é a câmera, cameras muito baratinhas são problemáticas porque não capturam em uma velocidade de feedback razoável. O problema é que você tem que modificar a câmera, destruindo o seu filtro contra IR, e perde a garantia. Mas mesmo assim, eu resolvi comprar uma camera melhor e foi o que tornou a tela realmente viável. Todo o material pode ser comprado no Brasil, mas infelizmente nossos fornecedores não recebem materiais de melhor qualidade, então leds, cameras e filtros IR importados podem aprimorar a sensibilidade da tela.</p>
<p><strong>No Brasil e no mundo há muita gente tentando montar essa interface?</strong><br />
No Brasil eu achei <a target="_blank" href="http://estudiolivre.org/tiki-index.php?page\u003dmesa+multitoque+livre\u0026amp">essa página na internet</a>. Achei também essa <a target="_blank" href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2866506-EI4799,00-Mesa+multitoque+podera+ser+montada+em+casa.html">reportagem no Terra</a>. E fora do país tem o grupo NuiGroup, que tem gente do mundo inteiro fazendo.</p>
<p><strong>Você disse na Mostra de Design de Belo Horizonte que uma grande diferença dessa interface é que ela é coletiva, não mais individual. Isso muda muito?</strong>Muda porque o processo de criar interfaces comerciais com computadores (não se inclui aqui instalações de arte) até hoje tem se baseado na idéia de uma única pessoa no controle das ações. Se você observar aquele vídeo Demo da Microsoft que mostra a mesa em uso, novamente o demostrador está apresentando uma única pessoa no comando. Não sei se as pessoas já perceberam em termos comerciais a mudança do paradigma. Em instalações esse conceito de coletivo não tem tanto impacto, porque já são obras de interação coletiva. Mas para o desenvolvimento de aplicativos tem um impacto enorme para quem desenvolve interface gráfica. Usabilidade, por exemplo, vai precisar rever uma série de heurísticas.</p>
<p><span style="font-weight: bold">Como serão as interfaces do futuro?</span><br />
Eu acredito que cada vez mais essas interfaces tendem a expandir a captação da interação humana de forma coletiva e também individual, não se limitando somente em capturar cliques, ou comandos básicos de som, mas gestos, presença, proximidade e etc.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>PUBLICIDADE HIPERMÍDIA</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/13/publicidade-hipermidia/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2008 19:29:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[MULTIMIDIA]]></category>

		<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[
Tempos depois da marca francesa de roupas Shäi ter feito uma experiência de hipermídia, para a campanha publicitária na internet, o Ikea faz outra experiência interessante. Novamente, são vídeos em que se pode clicar nos produtos, e você é levado diretamente para o site de compras.
É um belo exemplo do que poderá ser feito na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.andredeak.com.br/images/ikea.jpg" /></p>
<p>Tempos depois da marca francesa de roupas Shäi ter feito uma experiência de hipermídia, para a campanha publicitária na internet, o Ikea<a href="http://www.ikea.com/ms/en_US/rooms_ideas/tcb/index.html" target="_blank"> faz outra experiência interessante</a>. Novamente, são vídeos em que se pode clicar nos produtos, e você é levado diretamente para o site de compras.</p>
<p>É um belo exemplo do que poderá ser feito na publicidade para a TV digital. E é, sem dúvida, instigante para pensar o que poderá ser feito no jornalismo a partir desse tipo de interatividade.</p>
<p>Confesso que depois de analisar com calma o hipervídeo que produzimos no Nação Palmares, acho que não funciona como linguagem jornalísitica. São mais de dez hiperlinks no vídeo principal, e alguns deles levam a outros links. A fragmentação da linguagem do vídeo num hiperlink - o hipervídeo -, quebra a mensagem no meio. Quando se trata de um texto - o hipertexto -, ao voltar para o texto original, é possível ler algumas linhas anteriores ao hiperlink e não recuperar o sentido da frase. No caso do vídeo é mais complicado.</p>
<p>Esse exemplo do Ikea é interessante porque é quase uma fotografia animada, não um vídeo. Não há sentido a ser perdido quando se navega pelos hiperlinks da foto. Como usar isso no jornalismo pode ser um desafio interessante.</p>
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		<title>INFOGRAFIA DE COLETA SELETIVA</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/11/infografia-de-coleta-seletiva/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 May 2008 19:38:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[INFOGRAFIA]]></category>

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Apesar de ser totalmente linear, o Globo OnLine fez uma infografia interessante sobre coleta seletiva - melhor do que as normalmente feitas pelo G1, o que não deixa de ser curioso.
Vale a pena dar uma olhada.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.andredeak.com.br/images/salveplanet.jpg" /></p>
<p>Apesar de ser totalmente linear, o Globo OnLine fez uma infografia interessante sobre coleta seletiva - melhor do que as normalmente feitas pelo G1, o que não deixa de ser curioso.</p>
<p><a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/salvevoceoplaneta/mat/2008/05/09/coleta_seletiva_no_brasil-427298932.asp" target="_blank">Vale a pena dar uma olhada</a>.</p>
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		<title>LINKS PARA JORNALISMO DIGITAL</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/09/links-para-jornalismo-digital/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

		<category><![CDATA[DICAS DE SITES]]></category>

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		<description><![CDATA[Várias coisas que andei vendo, que valem uma passada e um registro.
O ECuaderno, de José Luis Orihuela, tem uma seleção de blogs em espanhol, português e inglês que vale a pena gastar um tempo conhecendo.
No site da Mindy McAdams há uma lista de links de um treinamento multimídia para o Orlando Sentinel, com coisas bem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Várias coisas que andei vendo, que valem uma passada e um registro.</p>
<p>O ECuaderno, de José Luis Orihuela, tem <a href="http://www.ecuaderno.com/enlaces/" target="_blank">uma seleção de blogs</a> em espanhol, português e inglês que vale a pena gastar um tempo conhecendo.</p>
<p>No site da Mindy McAdams há <a href="http://mindymcadams.com/guest/orlandosentinel2008.htm" target="_blank">uma lista de links de um treinamento multimídia</a> para o Orlando Sentinel, com coisas bem básicas como &#8220;blogging for journalists&#8221; e &#8220;advanced blogging for journalists&#8221; e uns links que ensinam &#8220;audio for repórters&#8221;. Pode ser bem útil para usar em aulas e palestras.</p>
<p>O Paul Bradshaw publicou <a href="http://journalismenterprise.com/news-interactivity-index/" target="_blank">uma ferramenta que compara o nível de interatividade </a>entre vários jornais europeus. É bem interessante, e pode muito bem ser usada para comparar jornais brasileiros (não essa em si, mas outra, a partir de um projeto de estudo compartivo).</p>
<p>O MediaShift publicou <a href="http://www.pbs.org/idealab/2008/05/today-im-publishing-a-guest.html" target="_blank">um texto de um jornalista-programador</a>, o que inclusive uma discussão interessante sobre o papel do jornalista nesses novos tempos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>MAIS UM LOTE</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/08/mais-um-lote/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 02:50:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[
Aos poucos, todas as fotos da viagem de fevereiro vão indo para o ar&#8230;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/pontodeak/2477573682/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3119/2477573682_4f78de8fb9_b.jpg" width="600" /></a></p>
<p>Aos poucos, <a href="http://www.flickr.com/photos/pontodeak" target="_blank">todas as fotos da viagem de fevereiro</a> vão indo para o ar&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>AS 1001 UTILIDADES DO TWITTER</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/08/as-1001-utilidades-do-twitter/</link>
		<comments>http://www.andredeak.com.br/2008/05/08/as-1001-utilidades-do-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 May 2008 14:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

		<category><![CDATA[A REDE]]></category>

		<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que li o post do Paul Bradshaw sobre os usos jornalísticos do twitter, comecei a prestar mais atenção nas dezenas de twitter tools, mashups e serviços que apareceram. O site FranticIndustries faz uma lista atualizada com &#8220;todos as ferramentas relacionadas ao twitter&#8221;.
Só pra ter uma idéia, separo algumas que estão circulando por aí:
TwitterSnooze:  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://assets3.twitter.com/images/twitter.png?1210139369" height="49" width="210" />Desde que li o post do <a href="http://onlinejournalismblog.com/2008/04/30/how-journalists-can-master-twitter/" target="_blank">Paul Bradshaw sobre os usos jornalísticos</a> do twitter, comecei a prestar mais atenção nas dezenas de twitter tools, mashups e serviços que apareceram. O site FranticIndustries faz uma lista atualizada com <a href="http://franticindustries.com/2007/04/04/all-twitter-tools-and-mashups-in-one-place/" target="_blank">&#8220;todos as ferramentas relacionadas ao twitter&#8221;</a>.</p>
<p>Só pra ter uma idéia, separo algumas que estão circulando por aí:</p>
<p><a href="http://twittersnooze.com/" target="_blank">TwitterSnooze</a>:  você &#8220;congela&#8221; durante alguns dias o recebimento de mensagens de alguém que fala muito</p>
<p><a href="http://www.twitterlocal.net/" target="_blank">TwitterLocal</a>: para saber quem diz o que perto de você</p>
<p><a href="http://www.tweetwheel.com/" target="_blank">TwittWheel</a>:  faz um mapa relacionando seguidos e seguidores, para descobrir contatos em comum</p>
<p><a href="http://twitterpacks.pbwiki.com/" target="_blank">Twitter Pack Project</a>: usuários notáveis em suas áreas</p>
<p><a href="http://www.crazybob.org/twubble/" target="_blank">Twuble</a> e <a href="http://www.whoshouldifollow.com/" target="_blank">Who Should I Follow</a>:  para descobrir quem você quer seguir</p>
<p><a href="http://twitterbuzz.com/" target="_blank">TwitterBuzz</a> e <a href="http://twitturly.com/" target="_blank">Twitt(URL)ly</a>: quais links são muito repetidos</p>
<p>Esses são só os que eu acessei. Para uma lista mais completa, sugiro:</p>
<p><a href="http://www.freakitude.com/2007/03/21/twitter-tools-collection/" target="_blank">Twitter Tools Collection</a></p>
<p><a href="http://franticindustries.com/2007/04/04/all-twitter-tools-and-mashups-in-one-place/" target="_blank">All Twitter Tools and Mashups in one Place</a></p>
<p><strong>D</strong><strong>estaco as que achei mais úteis</strong>:</p>
<p><a href="http://tweetscan.com/index.php" target="_blank">TweetScan</a>: digite uma palavra e veja quem está falando sobre isso agora</p>
<p><a href="http://twitdir.com/" target="_blank">TwitDir</a>: Top 100 seguidos, Top 100 seguidores, Top 100 updaters, etc</p>
<p><a href="http://quotably.com/" target="_blank">Quotably</a>: para acompanhar uma conversa</p>
<p><a href="http://www.chrisfinke.com/twitslikeme/" target="_blank">TwitsLikeMe</a>: para encontrar gente com os mesmos interesses, baseado no que escrevem no Twitter</p>
<p><em>Aliás, a quem interessar possa, meu endereço lá é esse:</em> <a href="http://twitter.com/andredeak" target="_blank">http://twitter.com/andredeak</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>NOVAS FOTOS NO FLICKR</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/07/novas-fotos-no-flickr/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 May 2008 20:38:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[
Botei mais umas fotos lá hoje. Como sempre, o uso é livre para fins não-comerciais, desde que citada a fonte.
Em breve, vou tomar vergonha e publicar a entrevista que fiz com a Yoani Sanches, a blogueira mais famosa de Cuba.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://flickr.com/photos/pontodeak/2474581512/" target="_blank"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3135/2474581512_f0780ca4b4_b.jpg" width="600" /></a></p>
<p>Botei <a href="http://flickr.com/photos/pontodeak" target="_blank">mais umas fotos lá hoje</a>. Como sempre, o uso é livre para fins não-comerciais, desde que citada a fonte.</p>
<p>Em breve, vou tomar vergonha e publicar a entrevista que fiz com a Yoani Sanches, <a href="http://desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">a blogueira mais famosa de Cuba</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.andredeak.com.br/2008/05/07/novas-fotos-no-flickr/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>JORNALISMO MÓVEL: VIDEOSTREAM DIRETO DO CELULAR</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/07/jornalismo-movel-videostream-direto-do-celular/</link>
		<comments>http://www.andredeak.com.br/2008/05/07/jornalismo-movel-videostream-direto-do-celular/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 May 2008 14:43:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

		<category><![CDATA[MULTIMIDIA]]></category>

		<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>

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		<description><![CDATA[
A imagem acima é do Qik, um serviço de video streamming direto do celular, no qual é preciso apenas se cadastrar para começar a fazer televisão ao vivo de qualquer parte do mundo. Madu, do Clico, Logo Existo, diz que é a &#8220;popularização da câmera escondida, só que agora com transmissão ao vivo, em tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.andredeak.com.br/images/qik.png" title="Qik" alt="Qik" height="345" width="600" /></p>
<p>A imagem acima é do <a href="http://qik.com/" target="_blank">Qik, um serviço de video streamming direto do celular</a>, no qual é preciso apenas se cadastrar para começar a fazer televisão ao vivo de qualquer parte do mundo. Madu, do <a href="http://clicologoexisto.wordpress.com/2008/05/06/youtube-twitter-qik/" target="_blank">Clico, Logo Existo</a>, diz que é a &#8220;popularização da câmera escondida, só que agora com transmissão ao vivo, em tempo real, para o mundo todo.&#8221;</p>
<p>Fernando Firmino esteve em Miami fazendo uma apresentação sobre tecnologias móveis na <a href="http://lacc.fiu.edu/events_outreach/?body=events_media&amp;rightbody=events_media" target="_blank">26th Annual Journalists and Editors Workshop on Latin America and the Caribbean </a>da Universidade Internacional da Flórida. Olha o que ele diz:</p>
<blockquote><p>Minha apresentação versou sobre o uso de tecnologias móveis digitais e conexões sem fio nos grupos de comunicação do Brasil. Apresentei experiências como o RJ-Móvel, da Rede Globo do Rio; O Band 3G, da Rede Bandeirantes; e o Notícia Celular, da TV Jornal do Recife entre outras inciativas neste sentido. Estas experiências chamaram bastante a atenção dos presentes por se tratar do uso mais intensivo das rede de alta velocidade dos celulares (o 3G). Exibi, por exemplo, um vídeo dos repórteres da tv Jornal trabalhando com celulares 3G Nokia N95 na cobertura do carnaval do Recife e em matérias de acidentes de trânsito e incêndios. Neste ponto, em termos de projetos para o uso da tecnologia de terceira geração no jornalismo, o Brasil parece mais avançado neste momento. O que chama a atenção nos Estados Unidos é a quantidade de conexões sem fio (wireless) abertas. Encontrei mais de 30 nas proximidades de Miami Downtown para acesso no iPhone.</p></blockquote>
<p>Para ler <a href="http://jornalismomovel.blogspot.com/2008/05/miami-parte-i.html" target="_blank">o relato todo dele, aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>DE ROUPA NOVA</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/06/roupa-nova/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 21:27:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Depois de várias horas fuçando no template que achei num site indicado pelo Paulo Fehlauer (autor da foto acima), consegui um novo blog quase do jeito que eu queria. Mas resolvi que já dá pra botar o bloco na rua. Nos próximos dias devo mexer mais um pouquinho, mas nada demais.
Espero que todos gostem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <img src="http://farm3.static.flickr.com/2096/2452993175_21537f2883.jpg?v=0" height="434" width="600" /></p>
<p>Depois de várias horas fuçando no template que achei num site indicado pelo <a href="http://www.narua.org/" target="_blank">Paulo Fehlauer</a> (autor da foto acima), consegui um novo blog quase do jeito que eu queria. Mas resolvi que já dá pra botar o bloco na rua. Nos próximos dias devo mexer mais um pouquinho, mas nada demais.</p>
<p>Espero que todos gostem tanto quanto eu e não se percam por aí.</p>
<p>PS: Estou checando os bugs. Qualquer coisa me avisem</p>
]]></content:encoded>
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		<title>DO QUE É FEITA A INFLAÇÃO?</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2008/05/06/do-que-e-feita-a-inflacao/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

		<category><![CDATA[INFOGRAFIA]]></category>

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		<description><![CDATA[The New York Times vem de novo com infografias interessantes. Essa, especialmente, porque vem de uma área onde é raro encontrar bons infográficos: a economia.
Duzentas categorias analisadas mensalmente nos EUA para gerar o cálculo da inflação foram colocadas num quadro que mostra duas coisas: a alteração dos preços e o consumo do cidadão norte-americano. Bastante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.nytimes.com/interactive/2008/05/03/business/20080403_SPENDING_GRAPHIC.html" target="_blank"><img src="http://www.andredeak.com.br/images/inflationnyt.jpg" title="New York Times" alt="New York Times" height="300" width="500" /></a>The New York Times vem de novo com infografias interessantes. <a href="http://www.nytimes.com/interactive/2008/05/03/business/20080403_SPENDING_GRAPHIC.html" target="_blank">Essa, especialmente</a>, porque vem de uma área onde é raro encontrar bons infográficos: a economia.</p>
<p>Duzentas categorias analisadas mensalmente nos EUA para gerar o cálculo da inflação foram colocadas num quadro que mostra duas coisas: a alteração dos preços e o consumo do cidadão norte-americano. Bastante simples (de navegar, não de realizar), sem uma narrativa linear estilo clique-e-mude-a-página, com muitíssima informação.</p>
<p>Vale acrescentar a transcrição de uma conversa entre a editora Susan Edgerley e leitores, publicada no site do jornal na seção <a href="http://www.nytimes.com/ref/business/media/asktheeditors.html" target="_blank">Talk to the Newsroon</a>:</p>
<p><span class="bold"><strong>Migrando para a rede</strong><br />
</span></p>
<blockquote><p>Todo o investimento no Times online já se paga? Ou o impresso ainda paga as contas pelos vídeos e outras melhorias web 2.0? — Oscar Gomez</p>
<p>Depende do que você chama de &#8220;pagar as contas&#8221;. O NYTimes.com faz mais dinheiro que o jornal impresso The New York Times? Não. Poderíamos financiar nossa redação de 1.275 repórteres, editores, fotógrafos, artistas gráficos, cinegrafistas e produtores com o que entra pelo NYTimes.com? Não.</p>
<p>Mas NYTimes.com está crescendo - em leitores e vendas - numa taxa muito, mas muito maior que o jornal impresso. Esse é nosso futuro. Pode apostar.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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