DESIGN PARA BLOGS
// November 29th, 2007 // 3 Comments » // Off Topic
Vale a pena passar a vista nesses 45 excelentes designs de blogs. Quase completando um ano de existência, estou seriamente pensando em dar uma revitalizada nesse espaço aqui…
Jornalista multimídia e jardineiro de apartamento
// November 29th, 2007 // 3 Comments » // Off Topic
Vale a pena passar a vista nesses 45 excelentes designs de blogs. Quase completando um ano de existência, estou seriamente pensando em dar uma revitalizada nesse espaço aqui…
// November 14th, 2007 // 1 Comment » // Off Topic
Esse era o computador mais próximo que encontrei em Caburé – e não tinha internet. De um lado, o Rio Preguiça. Do outro, o mar. E mais nada. Fiquei lá nos últimos dias (ou foram semanas?), o que explica o desaparecimento súbito. As coisas devem se normalizar agora.
Estou colocando no Flickr as fotos da viagem. Até amanhã deve estar tudo lá.
// April 1st, 2007 // 1 Comment » // Off Topic
Faz tempo eu estava querendo ver esse filme. Muito bom (o japonês no salão do automóvel até dei risada – ali pelos 18 minutos)
Em 28 anos, a população de São Paulo cresceu 23%.
O transporte público cresceu 25%.
O número de automóveis cresceu 280%.
Existia em 78 um veículo para cada seis habitantes. Há um para cada dois agora.
Quando eu estava em São Paulo, passava uma média de 3 ou 4 horas no carro, por dia. Li muitos livros no carro, cortei unha no engarrafamento, até barba já fiz.
Agora são uns 30 minutos por dia. Não dá mais tempo de fazer nada no carro, pô.
(achei o vídeo a partir daqui )
E um saiba mais: Apocalipse motorizado
// March 28th, 2007 // No Comments » // Off Topic
Talvez esteja em algum manual por aí que quando a pessoa vai se aproximando dos 30 ela fique mais suscetível a comprar seguros de vida. Dois bancos já me ofereceram recentemente.
Na primeira vez estranhei mais.
- Oi, sou sua gerente. Já pensou em seguro de vida?
- Humm. Não. Não até agora.
- Então. A gente nunca sabe. Se acontecer alguma coisa, você deixa 50 mil para a família ou alguém que indicar.
- Humm. Acho que não, obrigado.
- Tem certeza?
- Tenho.
- Tem certeza que não vai acontecer nada?
- Bom, não. Mas se acontecer não é problema meu.
Tanto a pergunta dela quanto minha resposta foram tentativas vãs de fazer piada. Além disso, imediatamente depois de eu dizer o que disse percebi que era uma frase confusa. Morrer é um problema exclusivamente meu. O que acontece depois é que não é. Mas acho que ela entendeu, porque desistiu.
Uns dias depois me ligam de novo, de outro banco.
- Você já tem seguro de vida?
- Já.
Era daquelas que fala sem parar, conforme o manual. Começou a falar das mil vantagens de morrer e deixar os outros felizes. Era só uns centavos por dia, R$ 10 por mês. E ainda participa de um sorteio de R$ 18 mil no último sábado de cada mês. Estava quase me interessando.
- Mas mesmo assim, obrigado.
- Inclui seguro urna, ou, se preferir, cremação.
- Céus.
Ninguém nunca tinha me oferecido uma cremação antes. Me senti um pouco estranho. Não aceitei, mas confesso que fiquei com vontadinha.
(PS: escrevi essa depois de ler isso aqui)