Andre Deak: FOTOS DO #FISL NO FLICKR

José Murilo Jr. fala de MPB (Música Para Baixar) durante o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre. Junho de 2009. Ao fundo, Everton, do CGiBR, e os músicos Gog e Leoni

Estou publicando fotos do FISL, liberadas em Creative Commons 2.5, no Flickr.

Andre Deak: BLOG DO LULA #FISL

O FISL teve uma mesa para discutir e apresentar a proposta do governo para o que vem sendo conhecido como o Blog do Lula. Primeiro, o anúncio é que não é o Blog do Lula. É o Blog do Planalto.

Já existe um piloto, desenvolvido pela Secom. Mas deverão existir pelo menos três versões, e a final será escolhida pelo público.

Nelson Breve: “Lula deu 182 entrevistas em 2008. Nesse ano já foram mais de 140, antes do fim do semestre. Só em entrevistas, já falou mais de 36 horas em 2009. A comunicação do governo tem muito a ver com o presidente. E ele estará também no blog – vamos experimentar o que funciona mais, o que funciona menos. Mas ele não terá tempo, certamente, só para se comunicar. Tem reuniões, viagens, etc.”

Nelson Breve, que está à frente da iniciativa, explica que é uma ação de Estado. Toda política da Secom é uma política de Estado, diz Nelson Breve. “Acho muito difícil que exista retrocesso [em outro governo], porque estamos pensando nisso como comunicação de qualquer governo. Não sei se o próximo presidente irá querer usar isso, vai depender muito da forma como ele queira atuar. Nada impede que o próximo queira fechar o blog. Mas nós pensamos em políticas de Estado”.”Sobre o conteúdo, não sei bem o que iremos encontrar. O Obama foi para o governo e tem um blog que é o que chamam de blog corporativo. Não é o blog do Obama. Queremos conhecer outras experiências de Estado, mas vamos com cautela. Buscaremos uma linguagem com a qual o público da internet está familiarizado. Veja bem: nosso press-release é muito bom. Tem informação útil para a imprensa. O blog terá informação útil para quem usa blog. Nossa comunicação será centrada em credibilidade – tudo que colocarmos lá precisa ser verdade. Se colocarmos algo falso, teremos que arcar com a responsabilidade disso.”

Daniel Pádua também está na equipe (e no twitter @dpadua). “Não podemos frustar as expectativas de nenhuma extremidade: nem do governo, nem do público da internet. Estamos numa estrada que nunca foi trilhada antes no governo. Vamos com cuidado. Blog não é necessariamente primeira pessoa, nem sempre tem comentários. Foi criado em 1999, e é nada mais do que um sistema de publicação. Tumblr é um blog só de imagens. Não tem primeira pessoa. Da mesma maneira, existem blogs em primeira, terceira, todas as pessoas que quiser. Acho o uso do termo legítimo, mesmo que façamos uma comunicação menos pessoal.”

Vai ter comentários? Vão responder? Vai ter orkut?

Breve: Em princípio, não vamos abrir para comentários. Não sabemos quantas pessoas vão comentar, pode ser que se torne algo lido só por jornalistas, ou pode virar um sucesso de conexões. Vamos experimentar. Toda minha defesa dele dentro do governo foi o que a Casa Branca está fazendo. E a Casa Branca não tem comentários. Pode ser que a gente abra, mas vamos ver se a minha equipe poderá dar conta, se poderá dar respostas na velocidade que a internet demanda. Conforme nos sentirmos mais seguros, vamos caminhar melhor. O Twitter, por exemplo, poderá ser, primeiro, uma ferramenta de disseminação do blog. Mas não de outras formas. Não vou ter mais gente além da equipe que já tenho, para fazer a conexão com as mídias sociais. Se for um sucesso, talvez eu consiga aumentar a equipe, mas por enquanto não. O Orkut não é prioridade, mas talvez entremos.

@DPadua: O Fale com o Presidente tem 5 mil mensagens por dia. Vários comentários de blogs são muito bons, e demandam interatividade. A equipe entende que internet é interatividade, mas isso precisa ser construído. Vamos trabalhar com trackback, com enquetes, com outros mecanismos.

Andre Deak: BLOG DA PETROBRAS #FISL

Pedro Doria foi chamado para falar sobre o Blog da Petrobras no Fisl – a Petrobras também, mas não apareceram. O assunto vem rendendo conversas de botequim e taquicardias em redações de jornal. Para quem não sabe, resumidamente, a empresa resolveu fazer um blog onde publica as perguntas que recebe dos jornalistas por email e também as respostas que envia para todas as questões, desde que surgiu a CPI da Petrobras. Causou furor.

Os jornalistas que atacam o blog usam principalmente o argumento de que o blog “fura” o veículo, uma vez que dá informações sobre a reportagem que está sendo investigada antes dela ser publicada. Doria segue essa linha e disse que, se o blog publicasse sempre, antes do jornalista, os indícios da apuração, revelando o curso da investigação, então os jornalistas terminariam parando de perguntar para a Petrobras. Sinceramente, chamar entrevista por email com a assessoria de imprensa de investigação é uma piada. Se este é o nível de investigação que temos, é melhor não perguntar nada mesmo.

Marcelo Branco, um dos coordenadores do Fisl, que propôs o debate e estava acompanhando da platéia, apimentou: “A Globo disse que a pergunta é uma propriedade intelectual da Globo” [o que acabou sendo ridicularizado como sendo a criação da “pergunta em off”]. Outro sujeito da platéia disse que pesquisou e em nenhum lugar uma lista de perguntas pode ser considerado “propriedade intelectual”. Doria respondeu que não sabia nada sobre isso e encerrou o debate (que, antes, tinha descambado para o fim do diploma, blogs x jornalistas, etc etc etc etc etc).

Sobre o blog da Petrobras há outra crítica, mais pontual, que diz que não se pode chamar de blog, já que é mais uma ferramenta de divulgação do que uma troca de informações com a rede. Blog seria uma ferramenta mais completa (e o Blog do Lula, inclusive, não deverá ser chamado de blog, já que não deverá ter espaço para comentários – a moderação disso seria impossível). Particularmente, acho que o blog é simplesmente o nome da ferramenta, como telefone – o uso que se faz independe do formato blog. Mas essa é quase uma discussão semântica.

O que deixa os jornalistas bastante arrepiados é notar que, agora, as fontes deles podem se insurgir contra eles próprios. Ou melhor: o jornalista não é mais o único “pedágio” entre a informação e o público. As fontes podem entrar em contato direto com o público para, inclusive, reclamar do jornalista que o entrevistou. Um dos posts da Petrobras é, por exemplo, “O Globo requenta novamente seu factóide“.

Muitos discutiam sobre fazer algo similar, levar ao público um pouco da – porca – apuração jornalística e, sob o viés do entrevistado, como é feita a “investigação nas redações”. A Petrobras fez um pouco disso. Ainda não é o melhor que poderia ser feito, mas já é bastante. Muito mais do que qualquer outra fonte fez.

Andre Deak: MÚSICA PARA BAIXAR #FISL10

O direito de quem produz ou o direito de quem consome? Mais: são excludentes?

Vários músicos que estão no FISL, no debate sobre MPB – Música Para Baixar – contaram casos escabrosos sobre o ECAD.  O Teatro Mágico, por exemplo, contou que foi multado por tocar, em público, música do… Teatro Mágico. Outros artistas contaram casos idênticos. A Rádio Favela, presente também, disse que precisam pagar o “jabá” para o ECAD para tocar música.

Interessante é uma advogada do ECAD estava na platéia e entrou no debate. “Vocês culpam muito o ECAD, mas o modelo que existe é a legislação atual. O ECAD é apenas o mandatário das associações. Apenas cumpre a lei”. Outra: “Vocês falam em multa, mas é retribuição autoral atribuída em lei”. A platéia riu. “O sistema funciona de acordo com a lei, não de acordo com nossa vontade. Não critiquem os funcionários do ECAD, critiquem a lei”.

Sobre isso, lembro de um texto do Proudhon, A Propriedade é um Roubo. Por ali, se não me engano, em algum canto ele diz que os cobradores de impostos, se não concordam com a legalidade do imposto, deviam pedir demissão e recusar-se a obedecer um Estado. Gandhi também dizia, aliás, que não se devem obedecer as leis injustas – e veja onde esse pensamento levou a Índia.

E o FISL segue quente, mesmo com 10 graus C lá fora.

Andre Deak: FISL 10 – NOTAS, ENTREVISTAS E OPINIÃO

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Começa hoje o Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre. Vai até sábado, e estarei por lá.  Devo publicar aqui algumas entrevistas e uma ou outra novidade, com fiz em 2008.

Acompanhe.

Andre Deak: JORNALISMO NA INTERNET: CURSO DA REVISTA CULT

Estive nos dois dias do curso da Revista Cult sobre jornalismo na internet. Publico aqui alguns destaques das apresentações:

Marco Chiaretti, editor-chefe do Estadão Online.
Chiaretti, que trabalha com jornalismo online há 15 anos (ele estava lá) fez uma exposição clara sobre o desenvolvimento do setor.

Resumindo bastante: segundo ele, o jornalismo online começa com um pensamento simples dos donos dos veículos: se estamos ganhando 1 distribuindo as notícias em mídias tradicionais, talvez possamos ganhar 1.2 distribuindo também online, mas sem gastar 0.2 para isso. Basta “otimizar” e “integrar”.

Tempos depois, o custo de operação do online aumentou (agora todos precisam ter vídeos, infografias, etc), enquanto a publicidade não transferiu ainda para a rede os investimentos que faz nos meios tradicionais. Estaríamos num momento de transição, em que, finalmente, teremos o jornal funcionando prioritariamente no online. Citou o Die Zeit alemão, jornal semanal, como exemplo do que poderá se tornar o jornal impresso.

Chiaretti prevê ainda que a reportagem – item mais caro do jornalismo – deve diminuir cada vez mais dentro das redações, o que já ocorre, aliás.

Sobre jornalistas multimídia, disse que é impossível que alguém faça tudo ao mesmo tempo – cada formato tem sua particularidade. Contou uma história interessante: quando Lourival Santanna foi à Amazônia e entrevistou “o último brasileiro“, voltou com uma reportagem multimídia: vídeo e texto. Pra nunca mais. Teve que entrevistar duas vezes o personagem, uma para o texto, outra para o vídeo, já que o formato do vídeo exige outro enfoque.

Lígia Braslauskas, editora da redação da Folha Online
A Folha Online tem cerca de 40 jornalistas, e todos eles têm existe uma câmera portátil Flip que é usada rotativamente pelos repórteres. [update: talvez eu tenha entendido errado o que disse a editora, quando disse que todos usam uma; me disseram depois que não é que existe uma para cada, e sim que sim que todos usam uma única].

A redação online da Folha praticamente concorre com a redação “de papel”. Como o conteúdo da Folha-papel é pago, via UOL, a redação online pode usar apenas 30% do conteúdo feito pela redação-papel. O resto vem de agências e dos 40 jornalistas que ficam na Barão de Limeira, num andar separado da outra redação – mas em breve juntos fisicamente, numa reforma que a Folha colocará em andamento.

Entre muitas histórias, contou como foi o começo do vídeo no online, bastante mambembe: a câmera ficava apoiada em cadeiras, e o teleprompter era um cara segurando um monitor no alto, enquanto apertava a barra de rolagem.

Segundo ela, a Folha Online se mantém com anúncios há 4 anos, independente já do faturamento do jornal.

Rodrigo Flores, gerente geral de notícias do UOL
Antes, o UOL News era a equipe de vídeo, e o Notícias fazia texto. As equipes foram fundidas, as coberturas unificadas, sem redundância: um único repórter sai com máquina de foto, faz texto e grava entrevistas. Há um wiki, na intranet, para discussão de pautas.

Segundo Rodrigo Flores, o jornalista multimídia precisa ser alguém que:

– pense em diversos formatos (é a pauta que determina a forma do conteúdo)

– tenha conhecimentos técnicos diferentes e se assuma como profissional multimídia

– jornalista com cabeça de editor (já que terá que optar, na rua, pela melhor forma de capturar a história)

Segundo Flores, o UOL cresceu 50% no primeiro semestre de 2009, com 2 milhões de assinantes, com lucro líquido há 5 anos. 40% da audiência do UOL vem da home.

Endrigo Chiri, editor do B.CoolT e ex-editor online da revista Trip
“Quanto mais polivante, mais interessante” o jornalista, diz. Algumas histórias são melhores em áudio, outras em vídeo, outras em texto. “Se você souber um pouco de tudo, melhor. O mercado pede isso. Mas sempre vão existir especialistas”.

Ele conta que na Trip prepararam workshops de vídeo, e o interesse foi de 100% dos jornalistas. “O mercado procura um jornalista mais completo”.

Andre Deak: ENTREVISTA: MANUEL CARLOS CHAPARRO

O curso de jornalismo atravessa uma crise de definição. De um lado, uma crise conceitual: não se pensa mais num mundo em que existe o acontecimento e existe o público, e no meio dele o jornalista. O jornalista não é mais, apenas ele, difusor da notícia. Essa difusão não depende mais dos jornalistas. As tecnologias mudaram tudo.

Outra crise é o fascínio pelas tecnologias, pelo termo multimídia. Isso não é uma prioridade para a formação. Deve preparar o uso do multimídia, claro, mas colocar o multimídia como o essencial é uma deformação do jornalista. Só tem sentido se funcionar como ferramenta de algo mais importante, que é o conteúdo.

Com esta visão, o professor Manuel Carlos Chaparro começou a apresentar aos professores e organizadores do Projeto Repórter do Futuro – curso complementar para estudantes de jornalismo, mantido pela Oboré – o resultado de anos de reflexão e das discussões que presencia como membro da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação (MEC) que reúne as discussões sobre diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo. Coordenador e um dos primeiros professores do curso que completou 15 anos em 2009, Chaparro foi à Oboré conversar sobre a tarefa de lecionar jornalismo. Abaixo, alguns destaques do bate-papo e o áudio com a íntegra da entrevista.

É importante que não se perca a perspectiva de que é preciso saber pensar.

Chaparro: Associamos jornalismo a jornal, a redações organizadas, mas cada vez mais o jornalismo é um fenômeno abstrato. É algo espalhado pela sociedade. Isso elimina o jornalismo? Não, claro que não. Ele ganha força. Porque é quando a informação passa pelo jornalismo, por seus critérios, é que ganha credibilidade. Na faculdade se aprende a construir uma linguagem da credibilidade. Mas muita gente usa a linguagem do jornalismo hoje. A linguagem precisa ser preservada, mas os jornalistas também. Nada do que ocorre hoje vai contra a profissão ou contra a atividade, pelo contrário.

Antigamente os políticos iam até a praça pública – lá era o espaço público. Agora ainda vão, mas apenas como palco para o jornalismo. O jornalismo tornou-se o grande espaço público – não a mídia, mas o jornalismo. Porque ninguém se importa em aparecer na Ana Maria Braga, mas querem aparecer no jornal das oito. Porque lá está a credibilidade.

Quais são as principais indicações que chegam para a estrutura dos cursos de jornalismo?

Chaparro: Há uma constância: o ensino deve ter um caráter humanístico. E outra coisa é o multimídia.

Minha opinião – não a opinião do comitê –, é que não há como entender o jornalismo sem levar em conta o mundo em que ele está inserido. Mas agora é que vamos entrar na fase de descobrir o que pensam os membros da comissão, quais são as idéias de cada um.

Como era o método de avaliação desenvolvido?

Chaparro: O ideal era fazer uma avaliação individual, mas como nem sempre isso podia ser feito, por causa do tempo, fazíamos grupos de dois ou três estudantes. Eles traziam pautas. Por exemplo, uma entrevista com Alberto Dines.

Os alunos ficavam duas semanas estudando a vida do Dines. Não vai chegar lá e perguntar o que todo mundo já sabe: quantos livros escreveu, o que fez. Isso outros já perguntaram. Aí faziam a entrevista, e depois ficavam mais semanas escrevendo o texto.

Fazíamos também um confessionário: conversas individuais. Tentávamos avaliar a evolução de cada aluno, não a comparação com o grupo. As notas, no fim, geravam comparação, mas eram dadas a partir da evolução individual. O curso terminava com um comentário, fechado num envelope, só para o estudante, com uma explicação sobre sua evolução. Quem é bom, mas não evolui, pode tirar nota mais baixa do que quem não é tão bom, mas evolui.

Há uma dificuldade dos alunos de jornalismo em serem editores do próprio texto. Ou seja: definir título e lead.

Chaparro: O mais difícil talvez seja justamente isso: definir o que é importante. Costumo dizer para definir duas ou três coisas mais importantes, e colocar embaixo delas o que estiver relacionado. Vai sobrar muita coisa, tem que jogar fora. É isso que atormenta o repórter.

Também é importante a escolha da significação do fato. Costumo usar um exemplo extremo, a parada gay. Tem uma significação econômica, outra política, outra cultural. Qual é a preponderante? Qual é o eixo narrativo escolhido? É possível percorrer todos, mas é preciso escolher um.

O jornalista deve ser capaz de fazer escolhas. Escolhas lúcidas.

O professor Chaparro mantém o blog O Xis da Questão, com debates e aulas em vídeos sobre jornalismo.

*Estiveram presentes na conversa com o professor Chaparro os jornalistas Ana Luisa Zaniboni Gomes, Andre Deak,  João Paulo Charleaux, Mariana Felippe, Pedro Ortiz e Sérgio Gomes.

Andre Deak: JOGOS, INTERATIVIDADE E JORNALISMO: NEWSGAMES

Você é um jornalista que investiga maquilladoras no México – fábricas que exploram trabalhadores, poluem o meio ambiente, normalmente vinculadas a multinacionais que procuram mão-de-obra barata. Irá entrevistar membros da comunidade, trabalhadores, sindicalistas, fiscais, visitar locais perigosos e juntar argumentos para a entrevista final: o dono da fábrica. Se tiver entrevistado as pessoas certas, e se tiver feito as perguntas certas, poderá usar os melhores argumentos na entrevista final e provocar respostas espontâneas que lhe darão, afinal, a prova do crime.

Este é o mote de Global Conflicts: Latin America. Jogo da empresa Serious Games, especializada nos chamados newsgames. Fez também Palestine, mas apenas o Latin America pode ser testado online.

Newsgames estão ficando mais complexos, mais interessantes e mais comuns. São difíceis de fazer, envolvem jogabilidade, design e jornalismo, campos que antes não se misturavam, mas que vão sendo engolidos pelas fronteiras cada vez mais líquidas do jornalismo (Bauman, Santaella).

A educação tenta utilizar “jogos educativos” há tempos, mas parece que é no jornalismo online que eles estão se desenvolvendo melhor.  Quem conhecer casos interessantes, por favor comente.

Casos Made in Brazil

Nem todo jogo é um newsgame: há quem faça confusão, com produções bem estranhas em jornais por aí, como o PacMan Eleitoral (O Povo Online), abaixo:

Há também quem simplesmente copie boas idéias, inclusive no formato. A revista Veja reproduziu exatamente o modelo Candidate Match Game, do USA Today (abaixo):

Aqui o modelo original (foi atualizado para o segundo turno nos EUA):

A idéia do jogo é boa: inverte o foco, que normalmente está nos políticos, e faz perguntas ao usuário para indicar o candidato cujas respostas são mais próximas. Mas poderiam ser criadas versões mais criativas, sem utilizar a linguagem visual desenvolvida pelo USA Today. E não foi só a Veja: também o pessoal do portal UAI “reutilizou” o modelo norte-americano.

[E também vimos recentemente, no caso de especiais multimídia, a mesma linguagem usada pelo New York Times no  8 in a Million, servir de “inspiração” para a Revista Brasileiros.]Ou seja: as experiências que estão ocorrendo lá fora vão chegando ao Brasil, mas muitas vezes sem nenhuma “reciclagem”. Na semana que vem publico uma entrevista com quem está realmente criando newsgames brasileiros: Daniel Jelin, Editor de Especiais do Estadão.

MAIS:
Consumer Consequences

Jogo da Máfia

Jornalismo e Video Games

Andre Deak: SEM RUMO: MULTIMÍDIA MEDIASTORM

Lá vem o MediaStorm de novo. Um conjunto de apresentações de mais ou menos 5 minutos conta histórias de vida em Iowa.

Só vi, por enquanto, o video do açougueiro. Bonito, ao mesmo tempo chocante e triste – muito provavelmente exatamente na medida desejada pela edição.

Aos que se interessam por jornalismo multimídia, imperdível. Aos que se interessam por boas histórias (em inglês), vale a pena.

Via Wired

Andre Deak: DESDE CUBA: MULTIMÍDIA GARAPA.ORG

.

O cinquentenário da revolução cubana não é apenas um marco ideológico. No decorrer de cinco décadas, duas gerações nasceram e cresceram em uma ilha que assistiu às mudanças mundias com a distância do isolamento. Esses filhos da revolução já não cabem na iconografia da Sierra Maestra; buscam existir por e para si, e não querem mais ser a utopia do mundo.

O coletivo de jornalismo multimídia independente Garapa.org acaba de produzir mais um trabalho. O texto acima é a apresentação do Desde Cuba, reportagem multimídia apresentada num site que é uma variação de um template WordPress – tecnologia livre.

Os vídeos e fotos são um passeio por Havana, às vezes bastante poético. Para ser visto com calma, com tempo.

DesdeCuba.com é também o nome da revista eletrônica da qual participa a blogueira Yoani Sanchez. Yoani é uma figura polêmica, dentro e fora de Cuba, porque em seu blog (hospedado fora de Cuba, com milhares de comentários em cada post) critica o governo. Muitos usam as informações que ela publica para “provar” que Cuba é uma ditadura – dura mesmo, não branda. O próprio governo de Cuba diz que a existência de Yoani e seu blog prova que há liberdade de expressão na ilha. Escrevi algumas coisas sobre Cuba nos meus Diários de Havana.

Modelos de reportagem
Eu e Paulo Fehlauer estivemos na PUC, no sábado passado, falando sobre novos modelos de reportagem multímidia. Fehlauer é um dos jornalistas do Garapa, e fizemos juntos a reportagem Crônica de uma Catástrofe Ambiental para a Revista Fórum.

Os alunos da pós-graduação perguntaram sobre exemplos brasileiros de reportagem multimídia. Este, o DesdeCuba, do Garapa, sem dúvida, é mais um deles.



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24BLOG TRAZ A MELHOR DISCUSSÃO SOBRE O HAITI
21REUTERS + MEDIASTORM
21O IG E A DEMISSÃO DE PAULO HENRIQUE AMORIM
20ZACH WISE RECOMENDA
19O BRASIL NO MALOFIEJ E AS DICAS DE ALBERTO CAIRO
19EU, BLOG – POST DE UM ANO
17INFOGRAFIA ONLINE DO NEW YORK TIMES LEVA PRÊMIO MALOFIEJ
13CIRANDA DE MARÇO
12GOVERNO DRIBLA OPOSIÇÃO E CRIA TV PÚBLICA
10ENTREVISTA: JUANTXO CRUZ
10PICTURES OF THE YEAR
10ENTREVISTA: SERGIO LEO
9JORNALISMO DE VANGUARDA NA CURRENT TV
9POR QUE A INFOGRAFIA SALVARÁ O JORNALISMO
5JUMPCUT – EDIÇÃO DE VÍDEO ONLINE
5GEOPOLÍTICA DO CERCO
5POSTS PAGOS, POSTS PUBLICITÁRIOS E OUTROS NOMES DA BESTA
4CUBA NO FLICKR
3ELIZA, CHATTERBOTS E A ENTREVISTA INFINITA
February
29ASHES AND SNOW
23DIÁRIOS DE HAVANA – RADIOBEMBA
23TROQUE SEU ORKUT POR UM BLOG
23DIÁRIOS DE HAVANA – TURISTAS
21DIÁRIOS DE HAVANA – FIDEL
15HIPERDOCUMENTÁRIO
15DIÁRIOS DE HAVANA IX – NOTÍCIAS DE CUBA
15DIÁRIOS DE HAVANA VIII – SOFTWARE LIVRE E PIRATARIA EM CUBA
13DIÁRIO DE HAVANA VII – MEETINGS DE REPÚDIO
11DIÁRIO DE HAVANA VI – NOVELAS BRASILEIRAS
11DIÁRIOS DE HAVANA V – DOCUMENTÁRIO X ROTEIRO NA EICTV
8DIÁRIOS DE HAVANA IV
8DIÁRIOS DE HAVANA III
8DIÁRIOS DE HAVANA II – A MORTE DE UM BUROCRATA
5DIÁRIOS DE HAVANA I
3O CONFLITO COMO BASE DOS RELATOS
3QUATRO PROPRIEDADES DO AMBIENTE DIGITAL
January
30BAJO LAS CAPUCHAS
25SIN PERDER LA TERNURA
24BLOG CARNIVAL BRASILEIRO: SUCESSO DE PARTICIPAÇÃO
231ª RODADA DA CIRANDA DE TEXTOS
22CIRANDA DE TEXTOS SOBRE JORNALISMO ONLINE
21IRA GLASS: DICAS PARA BOAS HISTÓRIAS
19AS IDÉIAS LIBERTADAS
19ENTRE A FOTO E O VÍDEO: MULTIMÍDIA
17MULTIMIDIA DO LAS VEGAS SUN
16PÓLOS PARA ESTUDO DE CYBERJORNALISMO
15CINCO PASSOS PARA MODERNIZAR UMA REDAÇÃO
15CARNIVAL OF JOURNALISM
15FÓRUM DE ACESSO A INFORMAÇÕES PÚBLICAS
14O INFERNO SEM FRONTEIRAS
13SCROOGLED: O GOOGLE ONIPRESENTE
11INFOGRAFIAS CIENTÍFICAS
10BEEKEEPERS: ESPECIAL DO CHICAGO TRIBUNE
10DESTINO: HAVANA
9ESTÁDIOS BRASILEIROS: INFOGRAFIA COM GOOGLE MAPS
8PERSÉPOLIS – JORNALISMO EM QUADRINHOS
8INFOGRAFIA NOVA LEI DO CIGARRO
8PUBLICIDADE MULTIMÍDIA
8BASTIDORES DO VIDEOCAST DA FOLHA
7LIVRO DO RICHARD KOCI HERNANDEZ
7OS MALES DO SALTO-ALTO


2007
December
29PARADA PARA O ANO NOVO
29SLIDESHOW DO NYT: BENAZIR BHUTTO
24MOBY GRATIS
24NO ANO QUE VEM
19O CHEIRO DO RALO
19DICAS SOBRE JORNALISMO MULTIMÍDIA
17GUARDIAN E O PODCAST DE 41 MINUTOS
16O BRASIL DE ALOYSIO BIONDI
14BLOGS SOBRE JORNALISMO NOS EUA
14JORNALISMO NA INTERNET
10INFOGRAFIAS PORTUGUESAS COMENTADAS POR MÁRIO CAMEIRA
8ÍNTEGRA DO COLÓQUIO BRASIL-ESPANHA SOBRE CIBERMEIOS
8ENSINO DE JORNALISMO DIGITAL
8CONVERGÊNCIA
7GÊNEROS JORNALÍSTICOS NO CIBERESPAÇO
7NARRATIVIDADE
7AOS PROFESSORES DE JORNALISMO DIGITAL
7COLÓQUIO BRASIL-ESPANHA DE CIBERPERIODISMO
7BLOGS E MARMOTAS
7CORONELISMO ELETRÔNICO NO RS
6JORNALISMO PARTICIPATIVO
6LIVRO SOBRE INFOGRAFIA
5ENTREVISTA: POLLYANA FERRARI
5TV DIGITAL: NOVOS VELHOS PROBLEMAS
4NAÇÃO PALMARES: MAIS HISTÓRIAS POR TRÁS DA HISTÓRIA
4INFOGRAFIA – ESCASSEZ DE PESQUISA
4JORNALISMO DE BASE DE DADOS, CONSUMO DE INFORMAÇÕES NA WEB
3JORNALISMO DIGITAL NO BRASIL E NA ESPANHA: O ESTADO DA QUESTÃO
November
30KIT MULTIMIDIA DA REUTERS
30BONS DOCUMENTÁRIOS EM TORRENT
29DESIGN PARA BLOGS
29PRESOS INJUSTAMENTE – 137 ENTREVISTAS APRESENTADAS EM FLASH
29QUALIFICAÇÕES PARA O JORNALISTA MULTIMÍDIA
26JORNALISMO DIGITAL WIKI
26A REDAÇÃO DO NEW YORK TIMES
26ESPECIAL AMAZÔNIA
25MAKING OF NAÇÃO PALMARES
21SAIU O NAÇÃO PALMARES: DOCUMENTÁRIO INTERATIVO
19WIKI DE LEITURAS SOBRE JORNALISMO ONLINE
17FOTOJORNALISMO MULTIMÍDIA
16LIVROS PARA FAZER JORNALISMO ONLINE
16WILLIAN GIBSON E A REDE ONIPRESENTE
15MANUAL PARA PANORÂMICAS
14DE VOLTA À REDE
2IMAGENS DE SÃO PAULO
October
29O QUE FAZ UM EDITOR MULTIMÍDIA?
25MEU CLIPPING 2: ENTREVISTA PARA O SUBLIDE
25MEU CLIPPING
18DEIXO A AGÊNCIA BRASIL
16WEB-DOCUMENTÁRIO: BON BAGAY HAITI
15O ARCADE FIRE E O VÍDEO INTERATIVO
15INFOGRÁFICO DE FÓRMULA 1
12ESTADÃO ERRA DE NOVO
11SAIU
8O HAITI SEM MEIAS PALAVRAS
4SEMINÁRIO DE CONVERGÊNCIA DIGITAL
3REDAÇÕES INTEGRADAS: NÃO BASTA ARRASTAR OS MÓVEIS
2A LIBERDADE DE IMPRENSA É UM DEVER
1INFOGRAFIA COM FOCO NO CIDADÃO
1PRÊMIO DE DOCUMENTÁRIO PARA MEDIASTORM
September
29GRANDES ENTREVISTAS DO SÉCULO 20
26JORNALISMO LIVRE DOS GOVERNOS
25VÍDEOS ONLINE NO CHANNEL 4 NEWS
24INFOGRAFIA NO G1
22PANORAMAS
21ENTREVISTA: ZACH WISE
20ESTADÃO: RECONHECER O ERRO É DIFÍCIL
20DUAS DICAS
19CONHECIMENTO BÁSICO DE MULTIMÍDIA
19O FIM DA PIRÂMIDE INVERTIDA?
18A DOUTRINA DO CHOQUE
17ENTREVISTA: JOSÉ ANTONIO MEIRA DA ROCHA
16ASTERPIX: FERRAMENTA DE HIPERVÍDEO
14ENTREVISTA PARA O JORGE ROCHA
13ESPECIAIS MULTIMÍDIA FINALISTAS
11JORNALISMO LIVRE NA AGÊNCIA BRASIL
10PIRAÍ – REDE WIRELESS PÚBLICA
3INFOGRAFIA: NOVAS REDAÇÕES
August
30GANHEI
28TV PÚBLICA OU CHAPA BRANCA?
27O COMEÇO DO FIM DO SECOND LIFE
25NOVAS REDAÇÕES PARA NOVAS MÍDIAS
22REPORTAGENS MULTIMÍDIA FINALISTAS
21ENTREVISTA: EDUARDO TESSLER
20NYT PASSA A HOSPEDAR BLOGS INDEPENDENTES
19RÁDIOS COMUNITÁRIAS
18DICAS DE ALBERTO CAIRO
18CAMPANHA DO ESTADÃO: A TALENT RESPONDE
17ESTADÃO v. BLOGS: OS BLOGS CONTRAM ATACAM
12US BRIDGE MAP: O GOOGLE MAPS AO EXTREMO
10GOOGLE MAPS NA AGÊNCIA BRASIL
8LONGE DA CASINHA DE BONECA
8NOVOS DESENHOS PARA INFOGRÁFICOS
7FLOCK
6“A TELEVISÃO NÃO SERÁ REVOLUCIONADA”
3EM CRISE
1SOBRE A AGÊNCIA BRASIL
July
30GALERIA YOUTUBE
28FAT NATION
25DOCUMENTÁRIOS TELEFÔNICOS
18O PRIMEIRO CASO
11O BOM E VELHO DEBATE
8O BOM E VELHO JORNALISMO ESTÁ MORRENDO
5DAILY TELEGRAPH x NYT
3BEN HAMMERSLEY E A EXPERIÊNCIA TURCA
June
27BLOG DA AGÊNCIA BRASIL
21PROPRIEDADE CRUZADA NA COMUNICAÇÃO
19PODCAST: MediaOn
16Luana, a Igreja e o Estado
14BBC IPLAYER
13MEDIAON
10JORNALISMO & VIDEO-GAME
4VAGA PARA JORNALISTA VIRTUAL
2FIREFOX, EU USO
May
27ENTREVISTA: ALBERTO CAIRO
27MÍDIA PÚBLICA x MÍDIA COMERCIAL
20PRATELEIRA
17MULTIMEDIA SHOOTER
15O CARA DA INFOGRAFIA DO WASHINGTON POST
8“BOM TEXTO NÃO SERVE MAIS”
3FIZEMOS O HIPERVIDEO
April
24ALBERTO CAIRO & APPLE
20INFOGRAFIA EL PAIS
19GOOGLE – INFINITAMENTE ALÉM DO CIDADÃO KANE
16FISL NA AGÊNCIA BRASIL
7FISL 8.0
3INFOGRAFIAS VENCEDORAS – MALOFIEJ
1SOCIEDADE DO AUTOMÓVEL
March
31CASOS: A INFOGRAFIA EM BOGOTÁ E UMA FÁBRICA DE IDÉIAS
31INFOGRAFIA E JORNALISMO ONLINE NO TEXAS
31A IMPORTÂNCIA DO VÍDEO EM WASHINGTON POST E EL PAIS
2830 ANOS
28ZEITGEIST
28RELATO-RELÂMPAGO
26PRÊMIO MULTIMÍDIA PARA O WP
26OBJETIVIDADE E INFOGRAFIA
26PARA LER
26GOOGLE GRID
26WTF – E MAIS DOIS BLOGS
26DOIS BONS BLOGS
26STEVE OUTING
26JORNALISTAS DA WEB
19NOVOS TEMPOS, NOVOS PROCESSOS
17ANO NOVO, VIDA NOVA

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