Andre Deak: PRESTE ATENÇÃO NESTE FILME: ABRAÇO CORPORATIVO

Levou cinco anos, mais ou menos, mas ficou pronto um documentário  que vai abalar alguns pilares do bom e velho jornalismo brasileiro. Tem o nome singular de O Abraço Corporativo.

Eu queria mesmo era fazer deste post um spoiler, mas me seguro.  Veja o filme quando puder – ainda não está em cartaz, apesar de algumas exibições especiais começarem logo.

Ricardo Kauffman, o diretor, roteirista, criador, idealista, agitador, provocador, está espalhando esta sinopse:

O documentário “O Abraço Corporativo” acompanha as peripécias de um consultor de RH em busca de espaço na mídia. O filme interfere na realidade que retrata de maneira incisiva. E reflete sobre o funcionamento da imprensa às vésperas da convergência digital. 

O filme é corrosivo. O Consultor é Ary Itnem. Uma pesquisa no Google revela o quanto ele ficou famoso. Mas o documentário revelará muito mais.

Estes são alguns dos entrevistados que avaliam a atitude da imprensa, como e por que chegamos nesta crise, num jornalismo sem critérios:

Thomaz Wood Jr
Mauro Wilton de Souza
Juca Kfouri
Luiz Roberto Serrano
Yuri Firmeza
Ricardo Resende
Bob Fernandes
Eugênio Bucci
Jorge da Cunha Lima
Cláudio Lembo
Manuel Chaparro
Contardo Calligaris
Heródoto Barbeiro
João Sayad
Desembargador Rui Cavalheiro

E o trailer:

Abraço Corporativo from Ideia Forte on Vimeo.

Andre Deak: ESPECIAL MULTIMÍDIA RAUL SEIXAS

O Estadão fez um especial multimídia interessante sobre os 20 anos da morte de Raul Seixas. Tem uma boa concepção de design, mas uma navegabilidade um pouco ruim – em alguns casos, com a janela de texto aberta, fica difícil clicar nos nós da rede.

Interessante a concepção um pouco caótica de apresentação da história, mas talvez fosse mais objetivo organizar de alguma maneira os personagens e as histórias – a única maneira de saber o que tem num nó é passar o mouse sobre ele, e ninguém vai passar sobre todos…

De qualquer forma, achei bacana. Especialmente algo que não se vê muito por aí, menos ainda no Estadão – links, dentro do especial, que levam para fora do portal: para vídeos no YouTube relacionados aos assuntos da vida de Raul. Belo trabalho de pesquisa.

Sinto falta em muitas infografias que vejo de um link para “equipe” . Neste tem a assinatura do ilustrador, Baptistão. Mas quem são os jornalistas que realizaram? Jelin?

Andre Deak: O QUE É COMUNICAÇÃO DIGITAL?

Lançado o Fórum da Cultura Digital Brasileira, fizemos uma primeira reunião com alguns dos curadores dos grupos e definimos algumas metas.

Para quem não acompanhou, o fórum foi lançado oficialmente há pouco tempo, e é um espaço “público e aberto voltado para a formulação e a construção democrática de uma política pública de cultura digital, integrando cidadãos e insituições governamentais, estatais, da sociedade civil e do mercado.”

A proposta do grupo de Comunicação Digital, do qual sou o curador, é trabalharmos em três grandes eixos até novembro, quando ocorrerá o Fórum da Cultura Digital Brasileira na Cinemateca, em São Paulo (ainda sem data definida, provavelmente na segunda quinzena). São eles:

– delimitação do campo: o que é comunicação digital?
– diagnósticos: quais são os problemas? quais as perguntas que precisamos fazer?
– formulações e propostas: quais políticas públicas devem existir? que ações este grupo deveria tomar? quais pressões deveríamos fazer?

Criamos um blog, o ComDigital, para publicar textos referentes ao grupo e discutir essas questões para além do fórum nesta página.

Anote: http://www.culturadigital.br/comdigital

Antes de começarmos a debater os problemas e as possíveis soluções relacionadas à comunicação digital é interessante definirmos sobre o que exatamente estamos falando. Comunicação digital é simplesmente a comunicação que se realiza através de bits e bytes? É uma outra comunicação ou é a mesma comunicação mais rápida, mais poderosa? Qual é o campo da comunicação digital e seus aspectos mais relevantes?

O Ministério da Cultura, no documento que fundamente a criação deste Fórum, sustenta que fazem parte da discussão deste eixo:

- Preservação da língua portuguesa e o incentivo à produção de conteúdos no ambiente da cibercultura;
– Processos midiáticos e as implicações comunicacionais e culturais da convergência;
– Transformações nos processos educacionais e o impacto das novas tecnologias de informação e comunicação nos espaços formais e informais de ensino;
– Acesso ao conhecimento científico;
– Padrões de disponibilização de bases de dados públicas, para permitir a sua apropriação e recombinação pela cidadania

Língua

O Fórum da Cultura Digital Brasileira pretende debater a produção, difusão e fruição de conteúdos digitais em língua portuguesa. Sem dúvida, o país necessita de uma política cultural que torne nossa sociedade não apenas consumidora, mas também produtora de conteúdo na Internet, partindo do princípio de que o upload é tão importante quanto o download.

De acordo com uma pesquisa desenvolvida por Edward T. O´Neill, Brian F. Lavoie e Rick Benett, do Web Characterization Project13, e citada no texto Programa de Conteúdos Digitais em Cultura e Língua Brasileira, assinado por Nelson Simões (Rede Nacional de Pesquisa) e Hélio Kuramoto (IBICT), a participação brasileira em sites na web era de 2%, em 1999, e, em 2002, o país já não aparecia nas estatísticas. O inglês dominava 55% da participação em 2002.

A mesma pesquisa, citada novamente no relatório apresentado por Simões e Kuramoto, aponta que os conteúdos em língua portuguesa representavam 2% em 1999, e 1% em 2002, tendo sido ultrapassados por conteúdos digitais em outras línguas como o coreano, o chinês e o holandês.

A pesquisa pode ser obtida no endereço: http://www.oclc.org/research/projects/archive/wcp/default.htm

É preciso considerar que de 2002 para cá o Brasil sofreu uma explosão de uso e assistiu ao processo de popularização do acesso à rede mundial de computadores. Porém, no mesmo período, a rede atingiu a marca de mais de 1,5 bilhão de usuários em todo o planeta., Portanto, é razoável considerar que, na ausência de uma política pública, a desproporção de conteúdos em língua portuguesa disponíveis na rede pode ter se mantido ao longo do tempo, ou até se aprofundado.

Dois seminários, com participação de vários setores governamentais e da sociedade, foram realizados pelo Comitê Gestor da Internet do Brasil (CGI-Br) para debater esse problema, e algumas diretrizes já foram delineadas. Essa dimensão do debate sobre conteúdos em língua
portuguesa ganha ainda mais importância se considerarmos o anúncio do projeto do governo Lula de conectar todas as escolas públicas brasileiras até 2010.

Há, por outro lado, a necessidade de discutir a relação da cultura digital como o processo de globalização, onde os conteúdos convergem em trocas transnacionais, e são majoritariamente produzidos em língua inglesa. Uma verdadeira experiência de cultura digital envolve trocas transnacionais e o dialogo entre diferentes povos. O território do ciberespaço reunifica a humanidade e exige uma língua destinada à troca e ao intercâmbio.

Mídia

Os tradicionais meios de comunicação de massa têm sido profundamente atingidos pelo processo de digitalização. No Brasil, no entanto, diferentemente da maioria do mundo ocidental, o mercado de comunicação descreve trajetória ascendente. Ainda assim, a “competição” promovida pela digitalização e pela rede mundial de computadores demonstra que o modelo industrial estruturado na oferta de informação de um para
muitos não se sustentará a médio prazo.

Nesse contexto, uma nova mídia, forjada na participação dos cidadãos, está
surgindo. Do ponto de vista da cultura, é preciso recuperar o exemplo do Overmundo (http://www.overmundo.com.br), revista virtual colaborativa que reúne produções culturais e jornalísticas a qual se configura como um banco vivo da diversidade brasileira.
Também vale observar a explosão da blogosfera cultural, que se constitui em um novo e importante ator cultural.

Mapear esse novo circuito midiático, sua capilaridade e extensão, é um dos papéis do Fórum da Cultura Digital Brasileira. Também é necessário formular políticas públicas voltadas para o fomento dessa nova atividade midiática, como já vem ocorrendo com o Prêmio de Mìdia Livre, atividade da Secretaria de Programas e Projetos Culturais do Ministério da Cultura.

Convergência

A convergência tecnológica é um fenômeno cultural. Para Henri Jenkins (2008. p. 2728), professor do MIT (Massachusetts Institute of Technology):

A circulação de conteúdos -por meio de diferentes sistemas midiáticos, sistemas administrativos de mídias concorrentes e fronteiras nacionais -depende fortemente da participação ativa dos consumidores. Meu argumento aqui será contra a idéia de que a convergência deve ser compreendida principalmente como um processo tecnológico que une múltiplas funções dentro dos mesmos aparelhos. Em vez disso a convergência representa uma transformação cultural, à medida que consumidores são incentivados a procurar novas informações e fazer conexões em meio a conteúdos midiáticos dispersos. Este livro é sobre o trabalho -e as brincadeiras -que os espectadores realizam no novo sistema de mídia.

As pessoas anteriormente conhecidas como público (The People Formerly Known as The Audience), os novos produtores ativos de conhecimento e cultura, definem essa nova etapa da evolução dos meios de comunicação. São os cidadãos, antigamente sem acesso à voz no espaço público, que estão construindo uma nova cultura midiática na era digital, baseada na convergência tecnológica, mas principalmente de idéias.

A web é um meio de comunicação que permite o diálogo de muitos para muitos. O que estamos vivendo não é um processo de substituição de mídias, mas sim de complementariedade melhorada.

Uma vez que um meio se estabelece, ao satisfazer alguma demanda humana
essencial, ele continua a funcionar dentro de um sistema maior de opções de
comunicação. Desde que o som gravado se tornou uma possibilidade, continuamos a desenvolver novos e aprimorados meios de gravação e reprodução do som. Palavras impressas não eliminaram as palavras faladas. O cinema não eliminou o teatro. A televisão não eliminou o rádio. Cada antigo meio foi forçado a conviver com osmeios emergentes. É por isso que a convergência parece mais plausível como uma forma de entender os últimos dez anos de transformações dos meios de comunicação
do que o velho paradigma da revolução digital. (JENKINS, 2008, p. 39)

Neste campo, pretendemos debater a emergência de novas formas de cultura, como games, softwares, a produção para aparelhos móveis, fanfics, entre tantas outras expressões da cultura contemporânea que emergem com o processo de digitalização.

Mas e aí? É isso?

Estou fazendo um levantamento bibliográfico sobre o tema. Quem puder ajudar, manda.

Curadoria de Comunicação Digital
http://www.culturadigital.br/comdigital
Andre Deak
[email protected]
@andredeak
http://www.andredeak.com.br

Andre Deak: NOVO TEMPLATE

Mudei de cidade, mudei de emprego, mudei meu blog de servidor, mudei de vida – faltava só mudar o template. Não mais.

O blog fica com mais cara de site, e consigo deixar na home muito mais posts do que antes, com devidos destaques. Tentei não mudar muito o lay-out, porque gosto. Vermelho, preto, branco – o básico.

Pela primeira vez, eu mesmo fiz tudo. Comprei o servidor, instalei o template, os plugins, importei meu blog antigo, fiz as pequenas alterações que eu quis. Faltam alguns acertos, mas pra mim já está ótimo.

E prova que fazer tudo isso é mole. Se até eu consigo, acredite: é fácil. Talvez eu escreva um passo-a-passo. Deveria?

Vamos que vamos.

Andre Deak: FÓRUM DA CULTURA DIGITAL LANÇADO NO FILE

Nesta sexta-feira (31), o ministro Juca Ferreira está no FILE – Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas. De tarde ele conversa com blogueiros sobre o Fórum da Cultura Digital – agora aberto para inscrições (antes estávamos em fase beta, só com alguns convites).

Participe.

Andre Deak: SEXTA-FEIRA: LANÇAMENTO DO FORUM DA CULTURA DIGITAL

Caros participantes da rede social da cultura digital,

É com muito prazer que anunciamos, após um mês de intensos testes, o lançamento oficial do Fórum da Cultura Digital Brasileira e da plataforma www.culturadigital.br. O evento de lançamento ocorre na próxima sexta-feira, em São Paulo, durante o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica, o FILE.Como sabemos, esse é um processo político que pretende produzir, de forma colaborativa, uma política pública para o Brasil contemporâneo.O lançamento será uma roda de conversa do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, com blogueiros e produtores de mídias sociais. A partir das 15 horas, Juca, acompanhado do Secretário Executivo, Alfredo Manevy, do Secretário de Políticas Culturais, José Luis Herencia, e do Gerente de Cultura Digital, José Murilo Jr. debaterá a cultura digital e explicará o que o Ministério pretende com a realização desse processo.

A conversação será transmitida ao vivo no endereço http://www.culturadigital.br/aovivo.

O Fórum da Cultura Digital Brasileira é um chamamento que o Ministério da Cultura e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa estão fazendo à sociedade civil. O Fórum terá eventos presenciais e deve se encerrar em novembro, em um grande evento, com a participação aberta a cidadãos interessados em como as tecnologias podem contribuir para melhorar a nossa sociedade.

A partir desta quinta-feira, a plataforma será aberta a tod@s os usuários.

Ajudem-nos a divulgar essa ação.

Quem estiver em São Paulo, pinte por lá. E quem não estiver, participe do debate pela rede.

via Savazoni

Andre Deak: LULA CANTA RAUL – REMIX

Em 2008, nas horas vagas, comecei a brincar de remix e deu nisso aí. O programa de rádio do Lula, Café com o Presidente, fica disponível online, áudio e transcrição. Fiz uma busca por certas palavras nos discursos transcritos, cortei as palavras separadamente no áudio e juntei tudo. Depois peguei imagens do Lula no YouTube e dublei ele mesmo. A idéia era fazer ele cantar a música toda, mas… Bem, taí. Um manifesto pela cultura digital.

Andre Deak: FÓRUM DA CULTURA DIGITAL BRASILEIRA

Isto não é só um post. É um convite.

Está lançada (em fase beta ainda) a rede social da Cultura Digital Brasileira. A rede pretende integrar todos que, de alguma forma, estão ligados a esta esfera – pesquisadores, produtores, ativistas, gente que pensa e faz políticas públicas e quem mais quiser entrar. Deverá ser um espaço para discutir propostas, levantar problemas e questões que são importantes para o futuro desta revolução na qual todos os campos da cultura estão imersos neste momento.

Em novembro, sem data marcada ainda, um fórum será realizado para discutir, presencialmente, as principais discussões levantas pelos grupos. A rede nasce, portanto, como um espaço de articulação para, a partir de uma visão comum – ou de múltiplas visões, o que é mais provável – apresentarmos propostas para este fórum.

Poderíamos, por exemplo, tentar construir uma carta de princípios sobre liberdade na rede, sobre o direito à comunicação digital, que seria, aliás, um bom ponto de partida para as discussões da Conferência Nacional de Comunicação, no início de dezembro. Mas essa é só uma idéia – podemos muito mais.

Sem dúvida, esta rede tem um grande potencial de ser ouvida, tanto pela qualidade de seus membros quanto pela força de suas idéias. Já somos mais de 200. Mas isto não é só um post. É um convite.

Seja muito bem vindo.


Como a rede ainda não foi lançada oficialmente, os convites ainda são restritos. Como curador do grupo de Comunicação Digital, tenho alguns para distribuir – quem quiser entrar na rede me avise ([email protected]). O evento de lançamento do Fórum será realizado no dia 31 de julho, em São Paulo, durante o File (Festival Internacional de Linguagens Eletrônicas), em uma entrevista coletiva para blogueiros.

Andre Deak: CASA DA CULTURA DIGITAL: UTOPIAS REUNIDAS

Levou pelo menos seis meses para acontecer. Levou quase 10 anos. Pensando bem, a Casa de Cultura Digital é resultado de algumas décadas, um projeto que começa com a contracultura dos anos 60-70 e vem parar aqui, na cibercultura do século 21, na Barra Funda, em São Paulo.

Mas o que é a Casa da Cultura Digital? Cada um dos quase 30 utópicos que estão por ali terá sua explicação. Cada um que escuta certamente entende de um jeito diferente. Daria pra dizer que são cerca de 10 organizações ligadas de alguma forma à cultura digital que resolveram se juntar num mesmo espaço físico para trabalhar melhor – o que chamam de cluster por aí. Mas isso seria demasiado simplista. É muito mais.

A CCD é um espaço de troca, por onde circulam idéias, projetos, pessoas. São pessoas e organizações tentando encontrar um modo de convivência e de convergência que respeite as individualidades, as diferenças, as diversidades.  Pra quem acredita que o digital é algo mais do que uma mudança estética.

Ainda estamos construindo – el camino se hace al caminar. Sempre estivemos construindo, aliás. Ali faremos pesquisa, desenvolvimento, articulação de idéias e formação. Jornalismo multimídia. Redes. Plataformas. Sites. Utopias.

Fica o convite aos visitantes desta página para que nos conheçam, que passem ali para uma visita, um chope, uma idéia, um café, um projeto. E vamos que vamos.

Veja as fotos da Casa da Ccultura Digital

Outros relatos, outras definições:

Garapa: Casa da Cultura Digital

Estúdio Livre: O que é a Casa da Cultura Digital? (áudio)

UPDATE: Saimos no Link, do Estadão.

Andre Deak: LULA, SALA 41B – DIRETO DO #FISL

Lula foi ao Fórum Internacional de Software Livre. É o primeiro presidente que vai num evento deste tipo, e que no Brasil ocorre há 10 anos em Porto Alegre. Em 2009, teve recorde de participantes (o número ainda não fechou, mas deve ultrapassar 8 mil pessoas). O clima entre os organizadores é só satisfação: uma cultura que começou marginal agora ganha reconhecimento com a presença maior do Estado. É claro que é preciso olhar o contexto. Lula vem acompanhado; ele e Dilma conhecem, depois do Obama, a força que as redes digitais podem desempenhar numa eleição.

Estou escrevendo este texto direto da sala 41B, onde os convidados, a imprensa e os penetras aguardam o discurso do Lula. Pelo Twitter, já sabemos que ele chegou e está lá fora. Este texto será atualizado constantemente.

Franklin Martins chega e vai direto conversar com os jornalistas. Diz que ele é “particularmente” contra o projeto do Azeredo. “Qualquer coisa que cerceie a liberdade me parece ruim”. Mas diz também que é só um projeto, não foi aprovado ainda, não é lei.

Via Twitter, impressões em tempo quase real de todos que estão no Fisl.

Os jornalistas perguntam o que ele acha do Blog da Petrobras, e Franklin elogia. Perguntam se o Blog do Lula será igual. “Aguardem e verão”.

Aqui tem um stream ao vivo, em vídeo, direto da sala 41B.

Começou, com Marcelo Branco elogiando o Richard Stallman, os ensinamentos libertários dele e o incentivo ao FISL. “Começou a era das sociedades em redes. Essa transformação não é apenas uma revolução tecnológica, mas a mudança de uma era. Empoderamento do indivíduo, que se relaciona diretamente com o público. A inovação não está mais dentro das organizações, está fora. Distribuída pela rede. Nosso país não deve nada a nenhum país nesse sentido. Somos os mais ativos nas redes sociais. E não é só quantidade. Temos qualidade. Somos das comunidades de SL as que mais colaboram.”

“Presidente, a internet livre, que é cria dos mesmos criadores do SL, está sob ataque. Iniciativas do governo francês, da Inlgaterra, e do Brasil. Um deputado bispo pirateou a lei francesa e apresentou no Congresso. Temos uma lei chamada de Cibercrimes, a Lei Azeredo, que institui a vigilância. Anuncia que é para combater a pedofilia – essa lei já foi aprovada, a Unesco deu um prêmio para o Brasil. É uma confusão tentar juntar a Lei Azeredo com Cibercrimes. Para invadir a privacidade de qualquer residência é preciso um mandato judicial. Não se pode arrombar portas para combater crimes. Há marcos que regulam a investigação. No caso do senador Azeredo isso não existe. Pedimos que caso a lei passe, ela seja vetada. (aplausos gerais)

A Dilma chega para falar e é aplaudida, recebe inclusive um coro de “Dilma! Dilma! Dilma!”. Lê o discurso preparado, elogiando o pessoal, “as redes colaborativas capazes de transcender todas as barreiras físicas”.

Economia de R$ 370 milhões  aos cofres públicos pelo uso do SL, diz Dilma. BB, Caixa e Exército, “só para citar alguns”, fazem uso dessa tecnologia. Dilma lê vários dados para contar como o Brasil avançou no uso do Software livre em escolas e instituições. Quem escreveu o discurso dela fez uma bela pesquisa, levantou muitos dados, e – apesar dela dar a entender que não entende várias das coisas que lê, como padrões digitais, nomes de programas livres, backhaul – faz uma bela defesa do Software Livre.

A Dilma diz que o Planalto vai lançar um blog, e que a maioria dos blogueiros são jovens importantes produtores e disseminadores de conteúdo. Continuaremos a fazer tudo que pudermos para incentivar isso. “Vocês estão de parabéns”, diz.

O Lula começa sem ler nada e fazendo piada – claro. “Na verdade, a Dilma falou pelo governo. Eu não preciso falar mais nada. E passar pelo corredor polonês que eu passei pra chegar aqui valeu por uns quatro discursos.”

#Fisl #sala41B #Lula “Quero cumprimentar especialmente o Sérgio Amadeu”…”Agora que o prato está feito, é muito fácil a gente comer. Mas não foi brincadeira. Lembro da primeira reunião, e eu não entendia nada. Graças a Deus prevaleceu o Software Livre neste país. Tínhamos que escolher: ou íamos pra cozinha preparar o prato nosso, com gosto brasileiro, ou iríamos comer o que a Microsoft queria vender pra gente. Prevaleceu simplesmente a idéia da liberdade. Queria contar porque prevaleceu isso. Vocês sabem que eu nunca fui comunista. Quando me perguntavam se eu era, eu dizia que eu era torneiro mecânico. Mas tenho extraordinários companheiros que participaram da luta armada.

Mas quando caiu o muro de Berlin eu fiquei feliz, porque a juventude ia construir coisas novas. O SL é um pouco isso. A possibilidade de fazer coisas novas, valorizar a individualidade das pessoas. Não tem nada mais que garanta a liberdade do que permitir a liberdade individual. Ainda mais no Brasil, onde há o povo de maior criatividade no século 21.

A internet é a primeira vez que os netos são mais sabidos que os avós. Antigamente, pelo fato de ser mais velho, você queria se impor em tudo. Agora não. É só colocar dois controles remoto e ninguém sabe mexer.

A imprensa não tem mais o poder que tinha anos atrás. A informação não é mais seletiva, em que os detentores dela podem dar golpe de Estado. Nós não sabemos onde vai parar. Um burocrata tem um manual. O manual só diz o que pode e o que não pode. Coisa nova é proibida. Tudo isso levou tempo para que o governo pudesse criar condições para chegar onde chegamos.

E, por fim, Lula joga a pá na cal no projeto Azeredo: “A lei [Azeredo] não visa corrigir o que estiver errado. Essa lei é censura. Isso é interesse policialesco, para saber o que as pessoas estão fazendo. Isso não é possível”.



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13AULA COM EUGENIO BUCCI
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25FOTOS DO #FISL NO FLICKR
25BLOG DO LULA #FISL
25BLOG DA PETROBRAS #FISL
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15ENTREVISTA: DANIEL FLORÊNCIO
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6ENTREVISTA: DANIELA RAMOS – PARTE 1
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16ENTREVISTA: LUIZ IRIA
15BLOG DO FISL
15FISL 9.0 – FÓRUM INTERNACIONAL DE SOFTWARE LIVRE
14FALA QUE EU NÃO TE ESCUTO
14NEWSCAMP 2ª EDIÇÃO – EU FUI
10COMEÇOU A CAMPANHA
8INTERATIVIDADE ESTILO BEAVIS E BUTTHEAD
7EM BRASÍLIA, 19 HORAS
4MARTIN LUTHER KING ASSASSINADO HÁ 40 ANOS
3ENTREVISTA: MARINA MOTOMURA
1MELHORA NO VIDEOCAST DA FOLHA – MAS AINDA FALTA MUITO
March
28O VERDADEIRO NEWJOURNALISM
27PHOTOSHOP EXPRESS – ONLINE E GRÁTIS
27NEWSCAMP 2ª EDIÇÃO
25CIRANDA DE TEXTOS: CHAMADA PARA 3ª RODADA
25URBANO E AS NOVAS POSSIBILIDADES PARA O JORNALISMO
25CULTURA DA INTERFACE
24BLOG TRAZ A MELHOR DISCUSSÃO SOBRE O HAITI
21REUTERS + MEDIASTORM
21O IG E A DEMISSÃO DE PAULO HENRIQUE AMORIM
20ZACH WISE RECOMENDA
19O BRASIL NO MALOFIEJ E AS DICAS DE ALBERTO CAIRO
19EU, BLOG – POST DE UM ANO
17INFOGRAFIA ONLINE DO NEW YORK TIMES LEVA PRÊMIO MALOFIEJ
13CIRANDA DE MARÇO
12GOVERNO DRIBLA OPOSIÇÃO E CRIA TV PÚBLICA
10ENTREVISTA: JUANTXO CRUZ
10PICTURES OF THE YEAR
10ENTREVISTA: SERGIO LEO
9JORNALISMO DE VANGUARDA NA CURRENT TV
9POR QUE A INFOGRAFIA SALVARÁ O JORNALISMO
5JUMPCUT – EDIÇÃO DE VÍDEO ONLINE
5GEOPOLÍTICA DO CERCO
5POSTS PAGOS, POSTS PUBLICITÁRIOS E OUTROS NOMES DA BESTA
4CUBA NO FLICKR
3ELIZA, CHATTERBOTS E A ENTREVISTA INFINITA
February
29ASHES AND SNOW
23DIÁRIOS DE HAVANA – RADIOBEMBA
23TROQUE SEU ORKUT POR UM BLOG
23DIÁRIOS DE HAVANA – TURISTAS
21DIÁRIOS DE HAVANA – FIDEL
15HIPERDOCUMENTÁRIO
15DIÁRIOS DE HAVANA IX – NOTÍCIAS DE CUBA
15DIÁRIOS DE HAVANA VIII – SOFTWARE LIVRE E PIRATARIA EM CUBA
13DIÁRIO DE HAVANA VII – MEETINGS DE REPÚDIO
11DIÁRIO DE HAVANA VI – NOVELAS BRASILEIRAS
11DIÁRIOS DE HAVANA V – DOCUMENTÁRIO X ROTEIRO NA EICTV
8DIÁRIOS DE HAVANA IV
8DIÁRIOS DE HAVANA III
8DIÁRIOS DE HAVANA II – A MORTE DE UM BUROCRATA
5DIÁRIOS DE HAVANA I
3O CONFLITO COMO BASE DOS RELATOS
3QUATRO PROPRIEDADES DO AMBIENTE DIGITAL
January
30BAJO LAS CAPUCHAS
25SIN PERDER LA TERNURA
24BLOG CARNIVAL BRASILEIRO: SUCESSO DE PARTICIPAÇÃO
231ª RODADA DA CIRANDA DE TEXTOS
22CIRANDA DE TEXTOS SOBRE JORNALISMO ONLINE
21IRA GLASS: DICAS PARA BOAS HISTÓRIAS
19AS IDÉIAS LIBERTADAS
19ENTRE A FOTO E O VÍDEO: MULTIMÍDIA
17MULTIMIDIA DO LAS VEGAS SUN
16PÓLOS PARA ESTUDO DE CYBERJORNALISMO
15CINCO PASSOS PARA MODERNIZAR UMA REDAÇÃO
15CARNIVAL OF JOURNALISM
15FÓRUM DE ACESSO A INFORMAÇÕES PÚBLICAS
14O INFERNO SEM FRONTEIRAS
13SCROOGLED: O GOOGLE ONIPRESENTE
11INFOGRAFIAS CIENTÍFICAS
10BEEKEEPERS: ESPECIAL DO CHICAGO TRIBUNE
10DESTINO: HAVANA
9ESTÁDIOS BRASILEIROS: INFOGRAFIA COM GOOGLE MAPS
8PERSÉPOLIS – JORNALISMO EM QUADRINHOS
8INFOGRAFIA NOVA LEI DO CIGARRO
8PUBLICIDADE MULTIMÍDIA
8BASTIDORES DO VIDEOCAST DA FOLHA
7LIVRO DO RICHARD KOCI HERNANDEZ
7OS MALES DO SALTO-ALTO


2007
December
29PARADA PARA O ANO NOVO
29SLIDESHOW DO NYT: BENAZIR BHUTTO
24MOBY GRATIS
24NO ANO QUE VEM
19O CHEIRO DO RALO
19DICAS SOBRE JORNALISMO MULTIMÍDIA
17GUARDIAN E O PODCAST DE 41 MINUTOS
16O BRASIL DE ALOYSIO BIONDI
14BLOGS SOBRE JORNALISMO NOS EUA
14JORNALISMO NA INTERNET
10INFOGRAFIAS PORTUGUESAS COMENTADAS POR MÁRIO CAMEIRA
8ÍNTEGRA DO COLÓQUIO BRASIL-ESPANHA SOBRE CIBERMEIOS
8ENSINO DE JORNALISMO DIGITAL
8CONVERGÊNCIA
7GÊNEROS JORNALÍSTICOS NO CIBERESPAÇO
7NARRATIVIDADE
7AOS PROFESSORES DE JORNALISMO DIGITAL
7COLÓQUIO BRASIL-ESPANHA DE CIBERPERIODISMO
7BLOGS E MARMOTAS
7CORONELISMO ELETRÔNICO NO RS
6JORNALISMO PARTICIPATIVO
6LIVRO SOBRE INFOGRAFIA
5ENTREVISTA: POLLYANA FERRARI
5TV DIGITAL: NOVOS VELHOS PROBLEMAS
4NAÇÃO PALMARES: MAIS HISTÓRIAS POR TRÁS DA HISTÓRIA
4INFOGRAFIA – ESCASSEZ DE PESQUISA
4JORNALISMO DE BASE DE DADOS, CONSUMO DE INFORMAÇÕES NA WEB
3JORNALISMO DIGITAL NO BRASIL E NA ESPANHA: O ESTADO DA QUESTÃO
November
30KIT MULTIMIDIA DA REUTERS
30BONS DOCUMENTÁRIOS EM TORRENT
29DESIGN PARA BLOGS
29PRESOS INJUSTAMENTE – 137 ENTREVISTAS APRESENTADAS EM FLASH
29QUALIFICAÇÕES PARA O JORNALISTA MULTIMÍDIA
26JORNALISMO DIGITAL WIKI
26A REDAÇÃO DO NEW YORK TIMES
26ESPECIAL AMAZÔNIA
25MAKING OF NAÇÃO PALMARES
21SAIU O NAÇÃO PALMARES: DOCUMENTÁRIO INTERATIVO
19WIKI DE LEITURAS SOBRE JORNALISMO ONLINE
17FOTOJORNALISMO MULTIMÍDIA
16LIVROS PARA FAZER JORNALISMO ONLINE
16WILLIAN GIBSON E A REDE ONIPRESENTE
15MANUAL PARA PANORÂMICAS
14DE VOLTA À REDE
2IMAGENS DE SÃO PAULO
October
29O QUE FAZ UM EDITOR MULTIMÍDIA?
25MEU CLIPPING 2: ENTREVISTA PARA O SUBLIDE
25MEU CLIPPING
18DEIXO A AGÊNCIA BRASIL
16WEB-DOCUMENTÁRIO: BON BAGAY HAITI
15O ARCADE FIRE E O VÍDEO INTERATIVO
15INFOGRÁFICO DE FÓRMULA 1
12ESTADÃO ERRA DE NOVO
11SAIU
8O HAITI SEM MEIAS PALAVRAS
4SEMINÁRIO DE CONVERGÊNCIA DIGITAL
3REDAÇÕES INTEGRADAS: NÃO BASTA ARRASTAR OS MÓVEIS
2A LIBERDADE DE IMPRENSA É UM DEVER
1INFOGRAFIA COM FOCO NO CIDADÃO
1PRÊMIO DE DOCUMENTÁRIO PARA MEDIASTORM
September
29GRANDES ENTREVISTAS DO SÉCULO 20
26JORNALISMO LIVRE DOS GOVERNOS
25VÍDEOS ONLINE NO CHANNEL 4 NEWS
24INFOGRAFIA NO G1
22PANORAMAS
21ENTREVISTA: ZACH WISE
20ESTADÃO: RECONHECER O ERRO É DIFÍCIL
20DUAS DICAS
19CONHECIMENTO BÁSICO DE MULTIMÍDIA
19O FIM DA PIRÂMIDE INVERTIDA?
18A DOUTRINA DO CHOQUE
17ENTREVISTA: JOSÉ ANTONIO MEIRA DA ROCHA
16ASTERPIX: FERRAMENTA DE HIPERVÍDEO
14ENTREVISTA PARA O JORGE ROCHA
13ESPECIAIS MULTIMÍDIA FINALISTAS
11JORNALISMO LIVRE NA AGÊNCIA BRASIL
10PIRAÍ – REDE WIRELESS PÚBLICA
3INFOGRAFIA: NOVAS REDAÇÕES
August
30GANHEI
28TV PÚBLICA OU CHAPA BRANCA?
27O COMEÇO DO FIM DO SECOND LIFE
25NOVAS REDAÇÕES PARA NOVAS MÍDIAS
22REPORTAGENS MULTIMÍDIA FINALISTAS
21ENTREVISTA: EDUARDO TESSLER
20NYT PASSA A HOSPEDAR BLOGS INDEPENDENTES
19RÁDIOS COMUNITÁRIAS
18DICAS DE ALBERTO CAIRO
18CAMPANHA DO ESTADÃO: A TALENT RESPONDE
17ESTADÃO v. BLOGS: OS BLOGS CONTRAM ATACAM
12US BRIDGE MAP: O GOOGLE MAPS AO EXTREMO
10GOOGLE MAPS NA AGÊNCIA BRASIL
8LONGE DA CASINHA DE BONECA
8NOVOS DESENHOS PARA INFOGRÁFICOS
7FLOCK
6“A TELEVISÃO NÃO SERÁ REVOLUCIONADA”
3EM CRISE
1SOBRE A AGÊNCIA BRASIL
July
30GALERIA YOUTUBE
28FAT NATION
25DOCUMENTÁRIOS TELEFÔNICOS
18O PRIMEIRO CASO
11O BOM E VELHO DEBATE
8O BOM E VELHO JORNALISMO ESTÁ MORRENDO
5DAILY TELEGRAPH x NYT
3BEN HAMMERSLEY E A EXPERIÊNCIA TURCA
June
27BLOG DA AGÊNCIA BRASIL
21PROPRIEDADE CRUZADA NA COMUNICAÇÃO
19PODCAST: MediaOn
16Luana, a Igreja e o Estado
14BBC IPLAYER
13MEDIAON
10JORNALISMO & VIDEO-GAME
4VAGA PARA JORNALISTA VIRTUAL
2FIREFOX, EU USO
May
27ENTREVISTA: ALBERTO CAIRO
27MÍDIA PÚBLICA x MÍDIA COMERCIAL
20PRATELEIRA
17MULTIMEDIA SHOOTER
15O CARA DA INFOGRAFIA DO WASHINGTON POST
8“BOM TEXTO NÃO SERVE MAIS”
3FIZEMOS O HIPERVIDEO
April
24ALBERTO CAIRO & APPLE
20INFOGRAFIA EL PAIS
19GOOGLE – INFINITAMENTE ALÉM DO CIDADÃO KANE
16FISL NA AGÊNCIA BRASIL
7FISL 8.0
3INFOGRAFIAS VENCEDORAS – MALOFIEJ
1SOCIEDADE DO AUTOMÓVEL
March
31CASOS: A INFOGRAFIA EM BOGOTÁ E UMA FÁBRICA DE IDÉIAS
31INFOGRAFIA E JORNALISMO ONLINE NO TEXAS
31A IMPORTÂNCIA DO VÍDEO EM WASHINGTON POST E EL PAIS
2830 ANOS
28ZEITGEIST
28RELATO-RELÂMPAGO
26PRÊMIO MULTIMÍDIA PARA O WP
26OBJETIVIDADE E INFOGRAFIA
26PARA LER
26GOOGLE GRID
26WTF – E MAIS DOIS BLOGS
26DOIS BONS BLOGS
26STEVE OUTING
26JORNALISTAS DA WEB
19NOVOS TEMPOS, NOVOS PROCESSOS
17ANO NOVO, VIDA NOVA

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