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	<title>Andre Deak &#187; blog</title>
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		<title>AULA COM EUGENIO BUCCI</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 00:03:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu e Rodrigo Savazoni estamos dando uma das disciplinas no curso de jornalismo multimídia da PUC-SP. Numa das aulas levamos o professor Eugênio Bucci para falar aos alunos sobre projetos editoriais. Todo o material do curso está no blog que criamos, aqui. Mas resolvi replicar neste blog também o áudio da palestra, que não ficou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu e <a href="http://culturadigital.br/blog/author/rodrigosavazoni/">Rodrigo Savazoni</a> estamos dando uma das disciplinas no curso de jornalismo multimídia da PUC-SP. Numa das aulas levamos o professor <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eug%C3%AAnio_Bucci">Eugênio Bucci </a>para falar aos alunos sobre projetos editoriais.</p>
<p></p>
<p>Todo o material do curso está no <a href="http://infointerativa.wordpress.com/" target="_blank">blog que criamos, aqui</a>. Mas resolvi replicar neste blog também o áudio da palestra, que não ficou lá essas coisas, mas é uma aula excepcional. De repente alguém se anima a transcrever.</p>
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		<itunes:subtitle>Eu e Rodrigo Savazoni estamos dando uma das disciplinas no curso de jornalismo multimiacute;dia da PUC-SP. Numa das aulas levamos o professor Eugecirc;nio Bucci para ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Eu e Rodrigo Savazoni estamos dando uma das disciplinas no curso de jornalismo multimiacute;dia da PUC-SP. Numa das aulas levamos o professor Eugecirc;nio Bucci para falar aos alunos sobre projetos editoriais.



Todo o material do curso estaacute; no blog que criamos, aqui. Mas resolvi replicar neste blog tambeacute;m o aacute;udio da palestra, que natilde;o ficou laacute; essas coisas, mas eacute; uma aula excepcional. De repente algueacute;m se anima a transcrever.</itunes:summary>
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		<title>ENTREVISTA: MANUEL CARLOS CHAPARRO</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 00:14:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
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		<description><![CDATA[O curso de jornalismo atravessa uma crise de definição. De um lado, uma crise conceitual: não se pensa mais num mundo em que existe o acontecimento e existe o público, e no meio dele o jornalista. O jornalista não é mais, apenas ele, difusor da notícia. Essa difusão não depende mais dos jornalistas. As tecnologias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>O curso de jornalismo atravessa uma crise de definição. De um lado, uma crise conceitual: não se pensa mais num mundo em que existe o acontecimento e existe o público, e no meio dele o jornalista. O jornalista não é mais, apenas ele, difusor da notícia. Essa difusão não depende mais dos jornalistas. As tecnologias mudaram tudo.</p>
<p>Outra crise é o fascínio pelas tecnologias, pelo termo multimídia. Isso não é uma prioridade para a formação. Deve preparar o uso do multimídia, claro, mas colocar o multimídia como o essencial é uma deformação do jornalista. Só tem sentido se funcionar como ferramenta de algo mais importante, que é o conteúdo.</p></blockquote>
<p>Com esta visão, o professor <strong>Manuel Carlos Chaparro</strong> começou a apresentar aos professores e organizadores do <a href="http://reporterdofuturo.com.br/" target="_blank">Projeto Repórter do Futuro</a> – curso complementar para estudantes de jornalismo, mantido pela <a href="http://www.obore.com.br" target="_blank">Oboré </a>– o resultado de anos de reflexão e das discussões que presencia como membro da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação (MEC) que reúne as discussões sobre diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo. Coordenador e um dos primeiros professores do curso que completou 15 anos em 2009, Chaparro foi à Oboré conversar sobre a tarefa de lecionar jornalismo. Abaixo, alguns destaques do bate-papo e o áudio com a íntegra da entrevista.</p>
<p></p>
<blockquote><p>É importante que não se perca a perspectiva de que é preciso saber pensar.</p></blockquote>
<p><strong>Chaparro: </strong>Associamos jornalismo a jornal, a redações organizadas, mas cada vez mais o jornalismo é um fenômeno abstrato. É algo espalhado pela sociedade. Isso elimina o jornalismo? Não, claro que não. Ele ganha força. Porque é quando a informação passa pelo jornalismo, por seus critérios, é que ganha credibilidade. Na faculdade se aprende a construir uma linguagem da credibilidade. Mas muita gente usa a linguagem do jornalismo hoje. A linguagem precisa ser preservada, mas os jornalistas também. Nada do que ocorre hoje vai contra a profissão ou contra a atividade, pelo contrário.</p>
<p>Antigamente os políticos iam até a praça pública – lá era o espaço público. Agora ainda vão, mas apenas como palco para o jornalismo. O jornalismo tornou-se o grande espaço público – não a mídia, mas o jornalismo. Porque ninguém se importa em aparecer na Ana Maria Braga, mas querem aparecer no jornal das oito. Porque lá está a credibilidade.</p>
<p><strong>Quais são as principais indicações que chegam para a estrutura dos cursos de jornalismo?</strong></p>
<p><strong>Chaparro: </strong>Há uma constância: o ensino deve ter um caráter humanístico. E outra coisa é o multimídia.</p>
<p>Minha opinião – não a opinião do comitê –, é que não há como entender o jornalismo sem levar em conta o mundo em que ele está inserido. Mas agora é que vamos entrar na fase de descobrir o que pensam os membros da comissão, quais são as idéias de cada um.</p>
<p><strong>Como era o método de avaliação desenvolvido?</strong></p>
<p><strong>Chaparro: </strong>O ideal era fazer uma avaliação individual, mas como nem sempre isso podia ser feito, por causa do tempo, fazíamos grupos de dois ou três estudantes. Eles traziam pautas. Por exemplo, uma entrevista com Alberto Dines.</p>
<p>Os alunos ficavam duas semanas estudando a vida do Dines. Não vai chegar lá e perguntar o que todo mundo já sabe: quantos livros escreveu, o que fez. Isso outros já perguntaram. Aí faziam a entrevista, e depois ficavam mais semanas escrevendo o texto.</p>
<p>Fazíamos também um confessionário: conversas individuais. Tentávamos avaliar a evolução de cada aluno, não a comparação com o grupo. As notas, no fim, geravam comparação, mas eram dadas a partir da evolução individual. O curso terminava com um comentário, fechado num envelope, só para o estudante, com uma explicação sobre sua evolução. Quem é bom, mas não evolui, pode tirar nota mais baixa do que quem não é tão bom, mas evolui.</p>
<p><strong>Há uma dificuldade dos alunos de jornalismo em serem editores do próprio texto. Ou seja: definir título e lead.</strong></p>
<p><strong>Chaparro: </strong>O mais difícil talvez seja justamente isso: definir o que é importante. Costumo dizer para definir duas ou três coisas mais importantes, e colocar embaixo delas o que estiver relacionado. Vai sobrar muita coisa, tem que jogar fora. É isso que atormenta o repórter.</p>
<p>Também é importante a escolha da significação do fato. Costumo usar um exemplo extremo, a parada gay. Tem uma significação econômica, outra política, outra cultural. Qual é a preponderante? Qual é o eixo narrativo escolhido? É possível percorrer todos, mas é preciso escolher um.</p>
<p>O jornalista deve ser capaz de fazer escolhas. Escolhas lúcidas.</p>
<p><em>O professor Chaparro mantém o blog <a href="http://www.oxisdaquestao.com.br/" target="_blank">O Xis da Questão</a>, com debates e <a href="http://www.youtube.com/oxisdaquestao" target="_blank">aulas em vídeos sobre jornalismo</a>.</em></p>
<p><em>*Estiveram presentes na conversa com o professor Chaparro os jornalistas Ana Luisa Zaniboni Gomes, Andre Deak,  João Paulo Charleaux, Mariana Felippe, Pedro Ortiz e Sérgio Gomes.</em></p>
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		<itunes:subtitle>O curso de jornalismo atravessa uma crise de definiccedil;atilde;o. De um lado, uma crise conceitual: natilde;o se pensa mais num mundo em que existe o ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>O curso de jornalismo atravessa uma crise de definiccedil;atilde;o. De um lado, uma crise conceitual: natilde;o se pensa mais num mundo em que existe o acontecimento e existe o puacute;blico, e no meio dele o jornalista. O jornalista natilde;o eacute; mais, apenas ele, difusor da notiacute;cia. Essa difusatilde;o natilde;o depende mais dos jornalistas. As tecnologias mudaram tudo.

Outra crise eacute; o fasciacute;nio pelas tecnologias, pelo termo multimiacute;dia. Isso natilde;o eacute; uma prioridade para a formaccedil;atilde;o. Deve preparar o uso do multimiacute;dia, claro, mas colocar o multimiacute;dia como o essencial eacute; uma deformaccedil;atilde;o do jornalista. Soacute; tem sentido se funcionar como ferramenta de algo mais importante, que eacute; o conteuacute;do.
Com esta visatilde;o, o professor Manuel Carlos Chaparro comeccedil;ou a apresentar aos professores e organizadores do Projeto Repoacute;rter do Futuro ndash; curso complementar para estudantes de jornalismo, mantido pela Oboreacute; ndash; o resultado de anos de reflexatilde;o e das discussotilde;es que presencia como membro da Comissatilde;o de Especialistas do Ministeacute;rio da Educaccedil;atilde;o (MEC) que reuacute;ne as discussotilde;es sobre diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo. Coordenador e um dos primeiros professores do curso que completou 15 anos em 2009, Chaparro foi agrave; Oboreacute; conversar sobre a tarefa de lecionar jornalismo. Abaixo, alguns destaques do bate-papo e o aacute;udio com a iacute;ntegra da entrevista.


Eacute; importante que natilde;o se perca a perspectiva de que eacute; preciso saber pensar.
Chaparro: Associamos jornalismo a jornal, a redaccedil;otilde;es organizadas, mas cada vez mais o jornalismo eacute; um fenocirc;meno abstrato. Eacute; algo espalhado pela sociedade. Isso elimina o jornalismo? Natilde;o, claro que natilde;o. Ele ganha forccedil;a. Porque eacute; quando a informaccedil;atilde;o passa pelo jornalismo, por seus criteacute;rios, eacute; que ganha credibilidade. Na faculdade se aprende a construir uma linguagem da credibilidade. Mas muita gente usa a linguagem do jornalismo hoje. A linguagem precisa ser preservada, mas os jornalistas tambeacute;m. Nada do que ocorre hoje vai contra a profissatilde;o ou contra a atividade, pelo contraacute;rio.

Antigamente os poliacute;ticos iam ateacute; a praccedil;a puacute;blica ndash; laacute; era o espaccedil;o puacute;blico. Agora ainda vatilde;o, mas apenas como palco para o jornalismo. O jornalismo tornou-se o grande espaccedil;o puacute;blico ndash; natilde;o a miacute;dia, mas o jornalismo. Porque ningueacute;m se importa em aparecer na Ana Maria Braga, mas querem aparecer no jornal das oito. Porque laacute; estaacute; a credibilidade.

Quais satilde;o as principais indicaccedil;otilde;es que chegam para a estrutura dos cursos de jornalismo?

Chaparro: Haacute; uma constacirc;ncia: o ensino deve ter um caraacute;ter humaniacute;stico. E outra coisa eacute; o multimiacute;dia.

Minha opiniatilde;o ndash; natilde;o a opiniatilde;o do comitecirc; ndash;, eacute; que natilde;o haacute; como entender o jornalismo sem levar em conta o mundo em que ele estaacute; inserido. Mas agora eacute; que vamos entrar na fase de descobrir o que pensam os membros da comissatilde;o, quais satilde;o as ideacute;ias de cada um.

Como era o meacute;todo de avaliaccedil;atilde;o desenvolvido?

Chaparro: O ideal era fazer uma avaliaccedil;atilde;o individual, mas como nem sempre isso podia ser feito, por causa do tempo, faziacute;amos grupos de dois ou trecirc;s estudantes. Eles traziam pautas. Por exemplo, uma entrevista com Alberto Dines.

Os alunos ficavam duas semanas estudando a vida do Dines. Natilde;o vai chegar laacute; e perguntar o que todo mundo jaacute; sabe: quantos livros escreveu, o que fez. Isso outros jaacute; perguntaram. Aiacute; faziam a entrevista, e depois ficavam mais semanas escrevendo o texto.

Faziacute;amos tambeacute;m um confessionaacute...</itunes:summary>
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		<title>MURILO SALLES: &#8220;NOME PRÓPRIO&#8221; VAI PRA REDE</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2008 21:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Murilo Salles é o autor do filme Nome Próprio, baseado no livro e no blog da Clarah Averbuck. Estréia no dia 18 de julho, mas conversei com ele aqui na CPFL Cultura, em Campinas, onde tem uma pré-estreia. Entre outros assuntos, que devem ir pra rede logo, achei que a maior e melhor novidade é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.andredeak.com.br/images/nomep.jpg" width="600" height="300" />Murilo Salles é o autor do <a href="http://nomepropriofilme.blogspot.com/" target="_blank">filme Nome Próprio</a>, baseado no livro e no blog da <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Clarah_Averbuck" target="_blank">Clarah Averbuck</a>. Estréia no dia 18 de julho, mas conversei com ele aqui na CPFL Cultura, em Campinas, onde tem uma pré-estreia. Entre outros assuntos, que devem ir pra rede logo, achei que a maior e melhor novidade é que ele é mais um autor que apóia a livre divulgação pela rede.</p>
<p>&#8220;Até porque é dinheiro público. É necessário [ir para a rede, para download livre]&#8221;</p>
<p><em>[UPDATE]</em>: Ouça a conversa inteira com Murilo Salles sobre o filme Nome Próprio, método de criação no cinema, roteiro, cinema no celular e outro projetos.</p>
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		<title>PODCAST: JORNALISMO OPEN SOURCE</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Apr 2008 15:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rafael Evangelista apresentou no último dia do Forum Internacional Software Livre (FISL) a proposta do Jornalismo Open Source. É um paralelo à programação de código aberto, conhecida como software livre, ou open source, onde as linhas de código do programa são abertas e permitem que qualquer um que conheça a linguagem modifique o programa. No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael Evangelista apresentou no último dia do Forum Internacional Software Livre (FISL) a proposta do Jornalismo Open Source. É um paralelo à programação de código aberto, conhecida como software livre, ou open source, onde as linhas de código do programa são abertas e permitem que qualquer um que conheça a linguagem modifique o programa.</p>
<p>No caso do jornalismo, a proposta é que todas as fontes usadas para redigir a reportagem estejam abertas, disponíveis, permitindo inclusive novas reportagens a partir das mesmas fontes. Seria algo mais ou menos assim: Para escrever uma reportagem, o repórter faz cinco entrevistas, tira 20 fotos e lê uns 15 textos. No final, sai um texto de duas laudas onde entraram apenas 3 entrevistas e uma foto. A diferença é que estaria disponível para o leitor a íntegra de todas as cinco entrevistas (em texto ou áudio, ou os dois), as 20 fotos e os 15 textos originais.</p>
<p>Assim, pode-se reconstruir todo o processo de criação da reportagem, mostrando inclusive o viés editorial que o repórter optou na hora de construir seu texto. Mais: permite que o leitor se aproprie do processo e modifique a reportagem, ou construa outra, com base no material original.</p>
<p>Diz ele: &#8220;No software livre, todo o código-fonte é compilado de acordo com uma arquitetura. No processo jornalístico também funciona a compilação. Lê-se as fontes e depois gera um texto – como uma versão executável de um programa. A leitura das fontes não é unívoca. O jornalista destaca o que prefere. Se você faz uma abertura das fontes, permite que outras pessoas recompilem outros textos. Fatos iguais podem ter leituras diferentes a partir de quem os lê.&#8221;</p>
<p>Algo errado com os hiperlinks, copie o endereço do texto onde Rafael Evangelista fala sobre isso: <strong>www.dicas-l.com.br/zonadecombate/zonadecombate_20070514.php</strong></p>
<p>Seguindo a sugestão, coloco aqui a íntegra do que ele disse, tranformando isso num post-jornalístico-open-source:</p>
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		<itunes:summary>Rafael Evangelista apresentou no uacute;ltimo dia do Forum Internacional Software Livre (FISL) a proposta do Jornalismo Open Source. Eacute; um paralelo agrave; programaccedil;atilde;o de coacute;digo aberto, conhecida como software livre, ou open source, onde as linhas de coacute;digo do programa satilde;o abertas e permitem que qualquer um que conheccedil;a a linguagem modifique o programa.

No caso do jornalismo, a proposta eacute; que todas as fontes usadas para redigir a reportagem estejam abertas, disponiacute;veis, permitindo inclusive novas reportagens a partir das mesmas fontes. Seria algo mais ou menos assim: Para escrever uma reportagem, o repoacute;rter faz cinco entrevistas, tira 20 fotos e lecirc; uns 15 textos. No final, sai um texto de duas laudas onde entraram apenas 3 entrevistas e uma foto. A diferenccedil;a eacute; que estaria disponiacute;vel para o leitor a iacute;ntegra de todas as cinco entrevistas (em texto ou aacute;udio, ou os dois), as 20 fotos e os 15 textos originais.

Assim, pode-se reconstruir todo o processo de criaccedil;atilde;o da reportagem, mostrando inclusive o vieacute;s editorial que o repoacute;rter optou na hora de construir seu texto. Mais: permite que o leitor se aproprie do processo e modifique a reportagem, ou construa outra, com base no material original.

Diz ele: "No software livre, todo o coacute;digo-fonte eacute; compilado de acordo com uma arquitetura. No processo jornaliacute;stico tambeacute;m funciona a compilaccedil;atilde;o. Lecirc;-se as fontes e depois gera um texto ndash; como uma versatilde;o executaacute;vel de um programa. A leitura das fontes natilde;o eacute; uniacute;voca. O jornalista destaca o que prefere. Se vocecirc; faz uma abertura das fontes, permite que outras pessoas recompilem outros textos. Fatos iguais podem ter leituras diferentes a partir de quem os lecirc;."

Algo errado com os hiperlinks, copie o endereccedil;o do texto onde Rafael Evangelista fala sobre isso: www.dicas-l.com.br/zonadecombate/zonadecombate_20070514.php

Seguindo a sugestatilde;o, coloco aqui a iacute;ntegra do que ele disse, tranformando isso num post-jornaliacute;stico-open-source:</itunes:summary>
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		<itunes:author>andredeak@gmail.com</itunes:author>
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		<title>ENSINO DE JORNALISMO DIGITAL</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2007/12/08/ensino-de-jornalismo-digital/</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 11:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[O professor Elias Machado foi o útimo a apresentar suas conclusões, na palestra sobre os estudos sobre jornalismo digital. Levantou o processo pelo qual foi passando o ensino de jornalismo digita nas faculdades, sempre em descompasso com as novas demandas. Num primeiro momento, quando as redacões já estavam aplicando, surge nas universidades como disciplina optativa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O professor Elias Machado foi o útimo a apresentar suas conclusões, na palestra sobre os estudos sobre jornalismo digital. Levantou o processo pelo qual foi passando o ensino de jornalismo digita nas faculdades, sempre em descompasso com as novas demandas. Num primeiro momento, quando as redacões já estavam aplicando, surge nas universidades como disciplina optativa, para só depois se tornar obrigatória.</p>
<p>Ainda assim, não há nenhum sistematização &#8211; cada professor ensina o que lhe parece adequado. O ensino de jornalismo é pouco estudado, diz Machado. Se os jornalistas não gostam de ser alvo de reportagens, os professores de jornalismo não gostam de ser alvo de teses.</p>
<p>Infelizmente não peguei o áudio da apresentação do professor Xosé Pereira (Santiago de Compostela) sobre o tema. Ele contou o caso da universidade, que oferece estudos de Periodismo Eletronico, Sistemas e Inovações Tecnológicas, Linguagem multimídia e Produtos na Rede. E fez uma proposta para o estudo do ensino de jornalismo:</p>
<p>Observação das matérias<br />
Grupos de discussão<br />
Entrevistas em profundidade estratégicas<br />
Análise crítica dos conteúdos dos cursos</p>
<p>Vale destacar um dado que Marcos Palácios levantou ao final: na Inglaterra, 43% dos jornalistas dizem ter recebido cursos de treinamento para o multimídia em suas empresas, e 30% disseram que já tiveram, por isso, suas rotinas alteradas.</p>
<p>Beth Saad e Palácios, no entanto, lembram o importante: a parte humanística, cultural, intelectual, ainda é o que o mercado procura. Habilidades digitais se aprendem rapidamente.</p>
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		<itunes:summary>O professor Elias Machado foi o uacute;timo a apresentar suas conclusotilde;es, na palestra sobre os estudos sobre jornalismo digital. Levantou o processo pelo qual foi passando o ensino de jornalismo digita nas faculdades, sempre em descompasso com as novas demandas. Num primeiro momento, quando as redacotilde;es jaacute; estavam aplicando, surge nas universidades como disciplina optativa, para soacute; depois se tornar obrigatoacute;ria.

Ainda assim, natilde;o haacute; nenhum sistematizaccedil;atilde;o - cada professor ensina o que lhe parece adequado. O ensino de jornalismo eacute; pouco estudado, diz Machado. Se os jornalistas natilde;o gostam de ser alvo de reportagens, os professores de jornalismo natilde;o gostam de ser alvo de teses.

Infelizmente natilde;o peguei o aacute;udio da apresentaccedil;atilde;o do professor Xoseacute; Pereira (Santiago de Compostela) sobre o tema. Ele contou o caso da universidade, que oferece estudos de Periodismo Eletronico, Sistemas e Inovaccedil;otilde;es Tecnoloacute;gicas, Linguagem multimiacute;dia e Produtos na Rede. E fez uma proposta para o estudo do ensino de jornalismo:

Observaccedil;atilde;o das mateacute;rias
Grupos de discussatilde;o
Entrevistas em profundidade estrateacute;gicas
Anaacute;lise criacute;tica dos conteuacute;dos dos cursos

Vale destacar um dado que Marcos Palaacute;cios levantou ao final: na Inglaterra, 43% dos jornalistas dizem ter recebido cursos de treinamento para o multimiacute;dia em suas empresas, e 30% disseram que jaacute; tiveram, por isso, suas rotinas alteradas.

Beth Saad e Palaacute;cios, no entanto, lembram o importante: a parte humaniacute;stica, cultural, intelectual, ainda eacute; o que o mercado procura. Habilidades digitais se aprendem rapidamente.</itunes:summary>
		<itunes:keywords>JORNALISMO</itunes:keywords>
		<itunes:author>andredeak@gmail.com</itunes:author>
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		<title>CONVERGÊNCIA</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 10:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beth Saad (USP) e Charo Sádaba (Navarra) apresentaram a situação dos estudos sobre convergência no jornalismo. Convergência significa na prática, quase sempre, diz Saad, a integração de redações. Mas o próprio conceito de convergência ainda é bastante discutido e está em evolução. &#8220;Dizer que convergência reduz custos é falso. É um reposicionamento da empresa, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Beth Saad (USP) e Charo Sádaba (Navarra) apresentaram a situação dos estudos sobre convergência no jornalismo. Convergência significa na prática, quase sempre, diz Saad, a integração de redações. Mas o próprio conceito de convergência ainda é bastante discutido e está em evolução.</p>
<p>&#8220;Dizer que convergência reduz custos é falso. É um reposicionamento da empresa, com custos até elevados num primeiro momento&#8221;, diz. Ela explica que houve, no cenário internacional, uma primeira onda de convergência antes de 2005, pouco publicizada. Em 2006 a integração das redações começou a ser publicizada &#8211; não que fosse a única convergência que as empresas jornalísticas estivessem realizando, mas foi a mais comentada. A mais comum, aliás, é a redação formato estrela, modelo Daily Telegraph. A maioria das empresas, também, usou uma consultoria.</p>
<p>No Brasil, diz, o ambiente é conservador e reativo a invoções. Publishers e editores que deveriam liderar os processos de convergência não fazem isso. Ela aponta apenas iniciativas tímidas: G1, que iniciou construções narrativas integradas, e o grupo RBS, que anunciou uma reforma física &#8211; apenas &#8211; da redação do jornal Zero Hora.</p>
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		<itunes:summary>Beth Saad (USP) e Charo Saacute;daba (Navarra) apresentaram a situaccedil;atilde;o dos estudos sobre convergecirc;ncia no jornalismo. Convergecirc;ncia significa na praacute;tica, quase sempre, diz Saad, a integraccedil;atilde;o de redaccedil;otilde;es. Mas o proacute;prio conceito de convergecirc;ncia ainda eacute; bastante discutido e estaacute; em evoluccedil;atilde;o.

"Dizer que convergecirc;ncia reduz custos eacute; falso. Eacute; um reposicionamento da empresa, com custos ateacute; elevados num primeiro momento", diz. Ela explica que houve, no cenaacute;rio internacional, uma primeira onda de convergecirc;ncia antes de 2005, pouco publicizada. Em 2006 a integraccedil;atilde;o das redaccedil;otilde;es comeccedil;ou a ser publicizada - natilde;o que fosse a uacute;nica convergecirc;ncia que as empresas jornaliacute;sticas estivessem realizando, mas foi a mais comentada. A mais comum, aliaacute;s, eacute; a redaccedil;atilde;o formato estrela, modelo Daily Telegraph. A maioria das empresas, tambeacute;m, usou uma consultoria.

No Brasil, diz, o ambiente eacute; conservador e reativo a invoccedil;otilde;es. Publishers e editores que deveriam liderar os processos de convergecirc;ncia natilde;o fazem isso. Ela aponta apenas iniciativas tiacute;midas: G1, que iniciou construccedil;otilde;es narrativas integradas, e o grupo RBS, que anunciou uma reforma fiacute;sica - apenas - da redaccedil;atilde;o do jornal Zero Hora.</itunes:summary>
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		<title>GÊNEROS JORNALÍSTICOS NO CIBERESPAÇO</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 01:39:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Lia Seixas diz que, normalmente, os gêneros no jornalismo são divididos por mídia (eletrônicos ou digitais, televisivos, radiofônicos), mas também como gêneros jornalísticos, o que dificulta os estudos, uma vez que se pode fazer o seguinte questionamento: existe algum gênero que se repita em todas as mídias? Ou melhor: todos os gêneros podem ser replicados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lia Seixas diz que, normalmente, os gêneros no jornalismo são divididos por mídia (eletrônicos ou digitais, televisivos, radiofônicos), mas também como gêneros jornalísticos, o que dificulta os estudos, uma vez que se pode fazer o seguinte questionamento: existe algum gênero que se repita em todas as mídias? Ou melhor: todos os gêneros podem ser replicados em todas as mídias?</p>
<p>Talvez quando de fala em gêneros jornalísticos sim, mas talvez não em outras casos. A telenovela, por exemplo, é um gênero televisivo, apenas. A rádio-novela seria o seu paralelo no rádio? E a foto-novela no impresso? Todos os elementos são comuns?</p>
<p>Javier Díaz Noci apresentou, pelo lado espanhol, uma proposta provisória de tipologia dos gêneros digitais do jornalismo, que passa por notícia, reportagem, crônica, entrevista, debate, enquete, chat, infografia.</p>
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		<itunes:subtitle>Lia Seixas diz que, normalmente, os gecirc;neros no jornalismo satilde;o divididos por miacute;dia (eletrocirc;nicos ou digitais, televisivos, radiofocirc;nicos), mas tambeacute;m como gecirc;neros jornaliacute;sticos, o que ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Lia Seixas diz que, normalmente, os gecirc;neros no jornalismo satilde;o divididos por miacute;dia (eletrocirc;nicos ou digitais, televisivos, radiofocirc;nicos), mas tambeacute;m como gecirc;neros jornaliacute;sticos, o que dificulta os estudos, uma vez que se pode fazer o seguinte questionamento: existe algum gecirc;nero que se repita em todas as miacute;dias? Ou melhor: todos os gecirc;neros podem ser replicados em todas as miacute;dias?

Talvez quando de fala em gecirc;neros jornaliacute;sticos sim, mas talvez natilde;o em outras casos. A telenovela, por exemplo, eacute; um gecirc;nero televisivo, apenas. A raacute;dio-novela seria o seu paralelo no raacute;dio? E a foto-novela no impresso? Todos os elementos satilde;o comuns?

Javier Diacute;az Noci apresentou, pelo lado espanhol, uma proposta provisoacute;ria de tipologia dos gecirc;neros digitais do jornalismo, que passa por notiacute;cia, reportagem, crocirc;nica, entrevista, debate, enquete, chat, infografia.</itunes:summary>
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		<title>NARRATIVIDADE</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 00:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Seguindo as postagens das íntegras do Colóquio Brasil-Espanha sobre Cibermeios, as apresentações sobre narratividade. Javier Noci recolheu conceitos interessantes, como, por exemplo, o de que &#8220;a não-linearidade contribui para a objetividade&#8221;. Pelo Brasil, que apresentou os estudos sobre narratividade foi Luciana Mielniczuk, mostrando tipos de hipertexto existentes (lineares ou rizomáticos, por exemplo), e contando que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Seguindo as postagens das íntegras do Colóquio Brasil-Espanha sobre Cibermeios, as apresentações sobre narratividade.  Javier Noci recolheu conceitos interessantes, como, por exemplo, o de que &#8220;a não-linearidade contribui para a objetividade&#8221;.</p>
<p>Pelo Brasil, que apresentou os estudos sobre narratividade foi Luciana Mielniczuk, mostrando tipos de hipertexto existentes (lineares ou rizomáticos, por exemplo), e contando que os estudos do hipertexto na literatura são antigos.</p>
<p>Mas os dois disseram muito mais que isso. Ouça só.</p>
<p>PS: Acabo de acrescentar também o áudio do José Afonso Junior, bem interessante. &#8220;Narrativa fluida, quando ela pode ser construída pelo receptor&#8221;</p>
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		<itunes:summary>Seguindo as postagens das iacute;ntegras do Coloacute;quio Brasil-Espanha sobre Cibermeios, as apresentaccedil;otilde;es sobre narratividade.  Javier Noci recolheu conceitos interessantes, como, por exemplo, o de que "a natilde;o-linearidade contribui para a objetividade".

Pelo Brasil, que apresentou os estudos sobre narratividade foi Luciana Mielniczuk, mostrando tipos de hipertexto existentes (lineares ou rizomaacute;ticos, por exemplo), e contando que os estudos do hipertexto na literatura satilde;o antigos.

Mas os dois disseram muito mais que isso. Ouccedil;a soacute;.

PS: Acabo de acrescentar tambeacute;m o aacute;udio do Joseacute; Afonso Junior, bem interessante. "Narrativa fluida, quando ela pode ser construiacute;da pelo receptor"</itunes:summary>
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		<title>JORNALISMO PARTICIPATIVO</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 11:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No terceiro dia do Colóquio Brasil-Espanha sobre Cibermeios, a primeira parte da manhã tratou de jornalismo participativo. Pela Espanha, Koldo Meso, do País Basco, e Bella Palomo, de Málaga, apresentaram seus estudos. A brasileira Claudia Quadros, depois, falou sobre jornalismo participativo no Brasil. Koldo mostrou um estudo interessante feito em sua universidade: 95% dos professores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No terceiro dia do Colóquio Brasil-Espanha sobre Cibermeios, a primeira parte da manhã tratou de jornalismo participativo. Pela Espanha, Koldo Meso, do País Basco, e Bella Palomo, de Málaga, apresentaram seus estudos. A brasileira Claudia Quadros, depois, falou sobre jornalismo participativo no Brasil.</p>
<p>Koldo mostrou um estudo interessante feito em sua universidade: 95% dos professores não têm blogs e, pior, a maior parte deles nem sabe o que é isso.</p>
<p>Bella Palomo causou polêmica quando mostrou suas conclusões de apenas 645 jornalistas ibero-americanos têm blogs. No Brasil, disse que encontrou apenas 50 &#8211; e aí é houve questionamentos sobre a metodologia, porque sabe-se que há muito mais que isso. Ela explicou depois que considerou apenas blogs cujos jornalistas <em>se identificam como jornalistas</em>. Ou seja, muitos jornalistas têm blogs mas não dizem em nenhum lugar do blog que são jornalistas (aliás, é o meu caso). Assim, a pesquisa ficou bastante diferente da realidade.</p>
<p>Ainda assim, trouxe coisas interessantes, como os motivos apontados pelos jornalistas para ter um blog. Nessa ordem:</p>
<p>1. Para começar uma conversa com o leitor (7 de cada 10 disseram isso)<br />
2. Para poder ter um estilo livre de redação<br />
3. Liberdade editorial<br />
4. Ganhar popularidade<br />
5. Aprender a usar novos meios<br />
6. Escrever sobre asssuntos que não poderia no veículo onde trabalha<br />
7. Ganhar dinheiro<br />
8. Poder publicar rumores e coisas em off.</p>
<p>Abaixo, os áudios na íntegra:</p>
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		<itunes:subtitle>No terceiro dia do Coloacute;quio Brasil-Espanha sobre Cibermeios, a primeira parte da manhatilde; tratou de jornalismo participativo. Pela Espanha, Koldo Meso, do Paiacute;s Basco, e ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>No terceiro dia do Coloacute;quio Brasil-Espanha sobre Cibermeios, a primeira parte da manhatilde; tratou de jornalismo participativo. Pela Espanha, Koldo Meso, do Paiacute;s Basco, e Bella Palomo, de Maacute;laga, apresentaram seus estudos. A brasileira Claudia Quadros, depois, falou sobre jornalismo participativo no Brasil.

Koldo mostrou um estudo interessante feito em sua universidade: 95% dos professores natilde;o tecirc;m blogs e, pior, a maior parte deles nem sabe o que eacute; isso.

Bella Palomo causou polecirc;mica quando mostrou suas conclusotilde;es de apenas 645 jornalistas ibero-americanos tecirc;m blogs. No Brasil, disse que encontrou apenas 50 - e aiacute; eacute; houve questionamentos sobre a metodologia, porque sabe-se que haacute; muito mais que isso. Ela explicou depois que considerou apenas blogs cujos jornalistas se identificam como jornalistas. Ou seja, muitos jornalistas tecirc;m blogs mas natilde;o dizem em nenhum lugar do blog que satilde;o jornalistas (aliaacute;s, eacute; o meu caso). Assim, a pesquisa ficou bastante diferente da realidade.

Ainda assim, trouxe coisas interessantes, como os motivos apontados pelos jornalistas para ter um blog. Nessa ordem:

1. Para comeccedil;ar uma conversa com o leitor (7 de cada 10 disseram isso)
2. Para poder ter um estilo livre de redaccedil;atilde;o
3. Liberdade editorial
4. Ganhar popularidade
5. Aprender a usar novos meios
6. Escrever sobre asssuntos que natilde;o poderia no veiacute;culo onde trabalha
7. Ganhar dinheiro
8. Poder publicar rumores e coisas em off.

Abaixo, os aacute;udios na iacute;ntegra:</itunes:summary>
		<itunes:keywords>JORNALISMO,,PODCAST</itunes:keywords>
		<itunes:author>andredeak@gmail.com</itunes:author>
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		<title>INFOGRAFIA &#8211; ESCASSEZ DE PESQUISA</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Dec 2007 20:17:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[INFOGRAFIA]]></category>
		<category><![CDATA[PODCAST]]></category>

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		<description><![CDATA[Tenho especial interesse pelas duas apresentações sobre infografia que ocorreram hoje no colóquio Brasil-Espanha sobre cibermedios. Tattiana Teixeira, pelo Brasil, e Bella Palomo, da Espanha, ressaltaram que existem poucas pesquisas sobre o assunto. No Brasil, aliás, não há nenhum livro sobre infografias &#8211; e não que seja um campo novo: mesmo sobre infografia impressa, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenho especial interesse pelas duas apresentações sobre infografia que ocorreram hoje no colóquio Brasil-Espanha sobre cibermedios. Tattiana Teixeira, pelo Brasil, e Bella Palomo, da Espanha, ressaltaram que existem poucas pesquisas sobre o assunto. No Brasil, aliás, não há nenhum livro sobre infografias &#8211; e não que seja um campo novo: mesmo sobre infografia impressa, que existe há décadas e onde o Brasil é premiado internacionalmente (Superinteressante, por exemplo), não há nada.</p>
<p>Há dificuldade inclusive na nomenclatura: o que é uma infografia multimídia? O que é um infográfico animado? Qual a diferença entre cada coisa? Mais que isso: por que não se usa? Quando se deveria usar?</p>
<p>Tattiana propõe um ótimo trabalho de tipologia, chamando de &#8220;protoinfográfico&#8221; muito do que existe na rede hoje: a simples transposição para a web de uma infografia impressa. Divide as infografias entre Enciclopédica (temas &#8220;frios&#8221;) e Jornalística (hardnews). E cada uma dessas entre Independente (se não depende nem acompanha um texto) e complementar. A infografia independente ainda teria uma variação: a reportagem infográfica. Ou seja: toda a narrativa da notícia está construída dentro da infografia.</p>
<p>Parece interessante? Então ouça.</p>
<p>(Peço paciência com o download. Alguns arquivos ficaram grandes, já que são a íntegra das palestras. Demora, mas vai)</p>
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		<itunes:subtitle>Tenho especial interesse pelas duas apresentaccedil;otilde;es sobre infografia que ocorreram hoje no coloacute;quio Brasil-Espanha sobre cibermedios. Tattiana Teixeira, pelo Brasil, e Bella Palomo, da Espanha, ...</itunes:subtitle>
		<itunes:summary>Tenho especial interesse pelas duas apresentaccedil;otilde;es sobre infografia que ocorreram hoje no coloacute;quio Brasil-Espanha sobre cibermedios. Tattiana Teixeira, pelo Brasil, e Bella Palomo, da Espanha, ressaltaram que existem poucas pesquisas sobre o assunto. No Brasil, aliaacute;s, natilde;o haacute; nenhum livro sobre infografias - e natilde;o que seja um campo novo: mesmo sobre infografia impressa, que existe haacute; deacute;cadas e onde o Brasil eacute; premiado internacionalmente (Superinteressante, por exemplo), natilde;o haacute; nada.

Haacute; dificuldade inclusive na nomenclatura: o que eacute; uma infografia multimiacute;dia? O que eacute; um infograacute;fico animado? Qual a diferenccedil;a entre cada coisa? Mais que isso: por que natilde;o se usa? Quando se deveria usar?

Tattiana propotilde;e um oacute;timo trabalho de tipologia, chamando de "protoinfograacute;fico" muito do que existe na rede hoje: a simples transposiccedil;atilde;o para a web de uma infografia impressa. Divide as infografias entre Enciclopeacute;dica (temas "frios") e Jornaliacute;stica (hardnews). E cada uma dessas entre Independente (se natilde;o depende nem acompanha um texto) e complementar. A infografia independente ainda teria uma variaccedil;atilde;o: a reportagem infograacute;fica. Ou seja: toda a narrativa da notiacute;cia estaacute; construiacute;da dentro da infografia.

Parece interessante? Entatilde;o ouccedil;a.

(Peccedil;o paciecirc;ncia com o download. Alguns arquivos ficaram grandes, jaacute; que satilde;o a iacute;ntegra das palestras. Demora, mas vai)</itunes:summary>
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		<itunes:author>andredeak@gmail.com</itunes:author>
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