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	<title>Andre Deak &#187; CONVERGÊNCIA</title>
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			<title>Andre Deak</title>
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		<title>NEWSCAMP 2010</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 10:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
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		<description><![CDATA[A sexta edição do Newscamp já tem data e local definidos: será na Cinemateca, em São Paulo, durante o Fórum da Cultura Digital Brasileira (que vai de 14 a 17 de novembro). UPDATE: a programação está aqui O dia 14, um domingo, será a abertura do Fórum, com um show de Gilberto Gil no Auditório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A sexta edição do <a href="http://newscamp.wordpress.com/" target="_blank">Newscamp</a> já tem data e local definidos: será na Cinemateca, em São Paulo, durante o <a href="http://culturadigital.br/forum2010/" target="_blank">Fórum da Cultura Digital Brasileira </a>(que vai de 14 a 17 de novembro).</p>
<p><em>UPDATE</em>: <a href="http://www.jornalismodigital.org/2010/11/programacao-newscamp-2010/" target="_blank">a programação está aqui</a></p>
<p>O dia 14, um domingo, será a abertura do Fórum, com um show de Gilberto Gil no Auditório do Ibirapuera. <strong>Segunda-feira (15) em diante</strong> o Fórum começa, com discussões e eventos distribuídos em vários espaços na Cinemateca. A ideia do Fórum da Cultura Digital, este ano, é ser uma Rede das Redes. Ou seja, além do seminário tradicional, irá abrigar outros encontros que ocorrem regularmente – como é justamente o caso do Newscamp. Outros tantos eventos simultâneos estarão ocorrendo lá também.</p>
<p>Pra quem não conhece, o Newscamp é um encontro entre jornalistas, estudantes, blogueiros e outros profissionais da comunicação. Um ponto de encontro que gera ideias, que reúne projetos com vontade de realização. Uma desconferência, em que muitos falam com muitos.</p>
<p>O Newscamp é também uma construção conjunta das pessoas que participam deste encontro. Um processo coletivo em que este é o ponto de partida: <strong><a href="https://spreadsheets.google.com/viewform?hl=pt_BR&amp;pli=1&amp;formkey=dERURm5GNU4tT3NpUzduUDdLOWdPY2c6MQ#gid=0" target="_blank">faça sua inscrição (gratuita) no formulário aqui</a></strong>; até sexta-feira iremos fechar os assuntos que serão tratados e tentar buscar pessoas que possam trazer experiências nessa área.</p>
<p><strong>Jornalismo colaborativo</strong><br />
Uma das vontades que temos é discutir o jornalismo colaborativo – participativo, cidadão, ou o nome que tenha. Lá se vão mais de 10 anos desde a primeira experiência, o CMI – Centro de Mídia Independente (também conhecido como <a href="http://www.indymedia.org/" target="_blank">IndyMedia</a>). Nascido durante as manifestações de Seattle, em 1999, criado por jornalistas que não conseguiam publicar seus textos nos jornais onde trabalhavam. Com ajuda de programadores, criaram um sistema de publicação em que qualquer pessoa podia publicar notícias.</p>
<p>Depois vieram algumas dezenas ou centenas de sites colaborativos, pra todos os gostos. O mais emblemático e considerado o primeiro a trabalhar com jornalismo cidadão de fato (&#8220;jornalismo fundamentado, com profissionais editando e selecionando o conteúdo produzido por cidadãos repórteres do mundo inteiro. E 100% assim&#8221;, como <a href="http://anabrambilla.com/blog/2010/02/28/ohmynews-completa-10-anos/" target="_blank">diz Ana Brambilla</a>) talvez tenha sido o sul-coreano <a href="http://english.ohmynews.com/" target="_blank">OhMyNews</a>. Fundado em fevereiro de 2000, tinha uma redação em Seul com 55 jornalistas. Chegou a cerca de 90 mil cidadãos repórteres em mais de 100 países. Mas começou o prejuízo e o OhMyNews <a href="http://derepente.com.br/2009/07/13/o-fenomeno-do-crowdfunding-chega-ao-ohmynews/" target="_blank">partiu para o financiamento via crowdfunding</a>. E agora, em setembro de 2010, relançou o site em outros moldes, mais como um blog e menos como o modelo que o tornou conhecido.</p>
<p>Ao final desta década em que vimos o jornalismo participativo surgir, pra onde ele vai? O que aprendemos com isso? Que o jornalismo não é mais uma palestra, mas sim uma conversa, isso sabemos – mas qual o melhor jeito de tirarmos proveito disso em nome do jornalismo?</p>
<p><strong>Mas não responda ainda</strong><br />
Estas questões são todas uma provocação e um convite – o chamado esquenta do Newscamp. Publique em seu blog textos sobre jornalismo participativo – ou sobre outro assunto que você gostaria de ver discutido por lá. Nos avisem na caixa de comentários deste <em>post </em>o que você publicou e faremos depois aqui uma coleção de links que vai alimentar o debate no dia do encontro. E nos vemos por lá.</p>
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		<title>19 VÍDEOS SOBRE ACERVOS DIGITAIS</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2010/07/21/19-videos-sobre-acervos-digitais/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 13:23:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[CulturaDigitalBR]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[MULTIMIDIA]]></category>
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		<description><![CDATA[Terminamos aqui na empresa de editar as 19 entrevistas que fizemos sobre digitalização de acervos. Terminou já há pouco mais de dois meses o Simpósio Internacional de Políticas Públicas para Acervos Digitais – mas ainda não acabaram as discussões levantadas em três dias de encontro no Novotel Jaraguá, em São Paulo. Tentamos reverberar e multiplicar os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Terminamos aqui na empresa de editar as 19 entrevistas que fizemos sobre digitalização de acervos.</p>
<blockquote><p>Terminou já há pouco mais de dois meses o <a href="http://www.acervosdigitais.blog.br/">Simpósio Internacional de  Políticas Públicas para Acervos Digitais</a> – mas ainda não acabaram as  discussões levantadas em três dias de encontro no Novotel Jaraguá, em  São Paulo. Tentamos reverberar e multiplicar os debates neste blog, e  por isso publicamos desde o meio de maio 19 entrevistas gravadas em  vídeo com palestrantes e outros participantes importantes do evento.  Hoje encerramos os trabalhos, com a <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/07/08/a-interacao-entre-conteudo-e-usuario-e-diferente-no-trem-e-em-casa/">última  entrevista</a>publicada.</p>
<p>As principais questões e desafios da digitalização de acervos estão  colocadas nos vídeos produzidos pela <a href="http://www.flimultimidia.com.br/">FLi Multimídia</a>: entraves dos <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/tag/direito-autoral/">direitos  autorais</a>, necessidade de ampliar o <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/tag/acesso-ao-conhecimento/">acesso  ao conhecimento</a>, impasse em relação às obras órfãs, padrões e  formatos universais, apoio ao <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/tag/acesso-ao-conhecimento/">acesso  aberto</a> e ao uso de <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/tag/software-livre/">softwares  livres</a>, modelo de negócios do <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/tag/google-books/">Google  Books</a>, democracia, novos hábitos de comportamento, entre outros.</p></blockquote>
<p>Há vários jeitos de ver esses vídeos, como o nosso <a href="http://vimeo.com/album/227442">álbum do Vimeo.</a></p>
<p>Mas, se quiser, abaixo tem um link direto pra cada uma:</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/05/18/a-logica-do-acesso-deve-orientar-os-processos-de-digitalizacao/"><strong>José  Murilo Jr</strong></a>, do Ministério da Cultura (Brasil)<br />
“A lógica do acesso deve orientar os processos de digitalização”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/05/19/digitalizacao-de-acervos-e-o-modelo-google-de-negocios/"><strong>Ivo  Correa</strong></a>, do Google (Brasil)<br />
“A digitalização e o ‘modelo Google de negócios’”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/05/21/acervos-sao-viveiros-nao-monumentos/"><strong>João  Brant</strong></a>, do Intervozes (Brasil)<br />
“Acervos são viveiros, não monumentos”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/14/uso-comercial-esta-incluso-na-definicao-de-uso-livre/"><strong>Mathias  Schindler</strong></a>, da Wikimedia Foundation (Alemanha)<br />
“‘Uso comercial’ está incluído na definição de ‘uso livre’”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/10/a-rede-e-uma-revolucao-que-vai-alem-do-capitalismo/"><strong>Jean-Claude  Guedon</strong></a>, da Universidade de Montreal (Canadá)<br />
“A rede é uma revolução que vai além do capitalismo”</p>
<p>- <strong><a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/05/25/e-necessario-que-o-direito-autoral-se-adeque-a-revolucao-tecnologica/">José  de Oliveira Ascensão</a></strong>, presidente da Associação Portuguesa  de Direito Intelectual (Portugal)<br />
“É necessário que o direito autoral se adeque à revolução tecnológica”</p>
<p>- <strong><a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/05/26/a-sociedade-do-seculo-21-e-formada-por-seres-humanos-atemporais/">Marcos  Wachowicz</a></strong>, do Gedai/UFSC (Brasil)<br />
“A sociedade do século 21 é formada por seres humanos atemporais”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/16/bibliotecarios-nao-sao-mais-guardioes-de-livros/"><strong>Paul  Keller</strong></a>, do Images for the Future (Holanda)<br />
“Bibliotecários não são mais guardiões de livros”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/05/28/escolhas-e-o-que-um-pais-faz-com-suas-politicas-publicas/"><strong>Eliane  Costa</strong></a>, da Petrobrás (Brasil)<br />
“Escolhas é o que um país faz com suas políticas públicas”</p>
<p>- <strong><a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/07/08/a-interacao-entre-conteudo-e-usuario-e-diferente-no-trem-e-em-casa/">Anne  Vroegop</a></strong>, do Netherlands Institute for Heritage/Dish  (Holanda)<br />
“A interação entre usuário e conteúdo é diferente no trem e em casa”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/23/a-justificativa-para-a-existencia-de-acervos-esta-no-como-eles-se-comunicam-com-as-pessoas/"><strong>Frans  Hoving</strong></a>, do Netherlands Institute for Heritage (Holanda)<br />
“A justificativa para a existência de acervos está no como eles se  comunicam com as pessoas”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/07/instituicoes-publicas-devem-zelar-por-espacos-publicos-na-internet/"><strong>Pedro  Puntoni</strong></a>, da Brasiliana-USP (Brasil)<br />
“Instituições públicas devem zelar por espaços públicos na internet”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/24/se-queremos-que-as-pessoas-frequentem-bibliotecas-precisamos-criar-novos-servicos/"><strong>Frédéric  Martin</strong></a>, da Gallica (França)<br />
“Se queremos que as pessoas frequentem bibliotecas, precisamos criar  novos serviços”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/07/05/internet-redes-sociais-acesso-movel-sao-frutos-dos-antigos-jogos-de-computador/"><strong>Andreas  Lange</strong></a>, do Video Games Museu (Alemanha)<br />
“Internet, redes sociais e acesso móvel têm origem nos antigos jogos de  computador”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/09/livros-digitalizados-nao-estao-acessiveis-para-o-publico/"><strong>Alexandre  Pesserl</strong></a>, do Gedai/UFSC (Brasil)<br />
“Livros digitalizados não estão acessíveis para o público”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/07/02/cultura-do-seculo-20-esta-mais-ameacada-que-a-dos-seculos/"><strong>Beatriz  Busaniche</strong></a>, da Via Libre (Argentina)<br />
“Cultura do século 20 está mais ameaçada que a dos séculos anteriores”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/25/uma-biblioteca-de-links-deve-respeitar-a-lei-de-direitos-autorais/"><strong>Evelin  Heidel</strong></a>, da Bibliofyl (Argentina)<br />
“Uma biblioteca de links deve respeitar a lei de direitos autorais?”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/18/entre-o-acervo-e-o-publico-ha-o-editor/"><strong>Ana  Claudia Souza</strong></a>, da Funarte (Brasil)<br />
“Entre o acervo e o público há o editor”</p>
<p>- <a href="http://culturadigital.br/simposioacervosdigitais/2010/06/17/um-e-reader-e-livro-ou-aparelho-eletronico/"><strong>Murilo  Marinho</strong></a>, da Mix Tecnologia (Brasil)<br />
“Um e-reader é livro ou aparelho eletrônico?”</p>
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		<title>ENTREVISTA: JAMIE KING, STEAL THIS FILM E VODO.NET</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 22:40:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[CulturaDigitalBR]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[O idealizador do documentário “Steal this Film” (”Roube este Filme”, em português) e criador da rede Vodo.net, Jamie King, defende a liberdade de compartilhamento livre na rede e ajuda produtores a usarem sistemas P2P para a distribuição de suas criações. Em “Steal this Film” ele descreve como funciona a cultura de distribuição de conteúdo peer-to-peer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O idealizador do documentário “<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Steal_This_Film">Steal this Film</a>” (”Roube este Filme”, em português) e criador da rede <a href="http://vodo.net/" target="_blank">Vodo.net</a>, Jamie King, defende a liberdade de compartilhamento livre na rede e ajuda produtores a usarem sistemas P2P para a distribuição de suas criações. Em “Steal this Film” ele descreve como funciona a cultura de distribuição de conteúdo peer-to-peer e mostra as consequências disso para os criadores de conteúdo, para cineastas e artistas em geral.</p>
<p>Convidado a contar a sua experiência na mesa de discussão sobre comunicação no Seminário Internacional do <a href="http://CULTURADIGITAL.BR" target="_blank">Fórum da Cultura Digital</a>, em novembro de 2009, Jamie falou um pouco mais sobre o seu trabalho nesta entrevista.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Depois do Steal This Film, o que está fazendo agora?</strong><br />
Recentemente, estive envolvido em um projeto para ajudar produtores de conteúdo a usar o compartilhamento de arquivos, usar grandes serviços de distribuição pirata para espalhar seu trabalho pelo mundo todo. Enfim, mostra como o peer-to-peer pode ser útil para todos os tipos de artistas a cineastas principiantes.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; O projeto “Steal this Film” levou dois anos para ser realizado, certo?</strong><br />
Ele começou em 2006. Nós fizemos a Parte Um em 2006 e um outro grupo fez a Parte Dois em 2007. E a parte 2.5 foi lançada este ano (2009).</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; O que emergiu deste projeto?</strong><br />
Uma das coisas excitantes sobre “Steal this Film” para nós foi que, <strong>sem ter uma infraestrutura tradicional de distribuição, fomos capazes de engajar uma audiência mundial</strong> e realmente fazer parte do debate crescente sobre o compartilhamento de arquivos e P2P. Este é um momento importante para apresentar um retrato do que significa o compartilhar arquivos, fazer download, compartilhar mídia. Especialmente fazer isso a partir do nosso ponto de vista, do produtor, pra quem isso é absolutamente normal. Eu queria fazer parte desta conversa, ter o direito de dizer como construir esse futuro em potencial.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Você disse que se se tivesse apelado para o processo tradicional de distribuição, não teria dinheiro para pagar pelo documentário. O modelo tradicional está falido?</strong><br />
Bem, não está quebrado para todo mundo. Quero dizer, as pessoas ainda vão ao cinema e, de fato, mais pessoas vão ao cinema no Reino Unido do que nunca.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt; Mas não para ver documentários&#8230;</strong><br />
Certo, mas só recentemente é que se vêem documentários nos cinemas. É muito raro um documentário estar nos cinema. Foi <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Harvey_Weinstein" target="_blank">Harvey Weinstein </a>quem inicialmente promoveu a ideia de que documentários deveriam também atrair grandes públicos [N.E – vale ler <a href="http://www.oesquema.com.br/urbe/2010/03/01/a-carta-de-harvey-weinstein-para-errol-morris.htm" target="_blank">a carta que Weinstein escreveu a Errol Morris</a>, documentarista que ajudou a popularizar o gênero]. Isso é muito recente, de todo modo. <strong>A pergunta é “seríamos capazes de fazer “Steal this Film” pelo sistema tradicional? Bem, diferentes filmes poderiam ser feitos. Há coisas que fizemos em “Steal this Film 1” que você não poderia fazer nesse sistema</strong>. Existem limites suaves, ou pouco visíveis, impostos aos cineastas, e depende do quão distante você está do modelo para notar se esses limites são mais ou menos importantes. Por exemplo: você não é livre para pegar partes de filmes de outras pessoas e adicionar um <em>voice over</em>, ou criar um ensaio usando imagens alheias sem a permissão explícita delas. E algumas pessoas vão dizer que esse é o jeito que deve ser. Nossa visão é outra: que somos cercados por imagens em todos os lugares onde vamos. Inclusive, acho que não vi outdoors em São Paulo&#8230;</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Há um ano já que não temos isso&#8230; É lei.</strong><br />
É bem perceptível. Mas em Londres ou em Berlim, ou em outros lugares, você é cercado constantemente por imagens concebidas para determinar o que você deve sentir, o que você deve desejar, como definir seu sucesso, como você deve ser. E você continua exposto, mesmo que não existam outdoors, pois elas estão no cinema, na TV, em todo lugar. Apesar delas estarem presentes em todos os momentos de nossas vidas, não temos permissão para usá-las. É como se elas fossem significativas para você de todas as maneiras, mas não são suas. E mantenha suas mãos longe! <strong>Então, fazer remix, reutilizar sem permissão, parece ser uma maneira de quebrar, ou melhor, alterar a lógica dessas imagens, temporariamente pelo menos</strong>. Enfim, essa é uma coisa que você definitivamente não poderia fazer na televisão, mas você pode fazer quando produz um filme desse jeito.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Nós falamos sobre propriedade, então vamos falar sobre direitos autorais. O filme é registrado em copyright. Por quê? Se você pretende uma distribuição para todos, por que tem um copyright?</strong><br />
É uma piada. Porque o filme se chama “Steal this Film” e se tivéssemos colocado uma licença livre, creative commons ou algo assim, as pessoas, tecnicamente, não poderiam mais roubá-lo, então o filme não poderia mais se chamar “Steal this Film”. Foi necessário ter um copyright, para que as pessoas pudessem quebrá-lo. Além disso, somos geeks, nos divertimos com o paradoxo de dizer para alguém roubar algo, mas não de verdade. Então foi por isso que não fizemos os projetos em licenças creative commons.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;E você prefere creative commons ou copyleft?</strong><br />
Nós não usamos licença copyleft para conteúdo. Porque é mais difícil de reproduzi-lo. Os artistas [no Vodo.net] basicamente dizem que tipo de condições querem colocar no trabalho &#8211; e então geramos uma licença para cada um.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Mas há uma crítica que diz que o creative commons ainda está sob o guarda-chuva do copyright&#8230;</strong><br />
Sem dúvida.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Você não está desafiando o sistema, está se adaptando&#8230;</strong><br />
Bem, eu sou uma das pessoas que fazem essa crítica a favor de modificar o sistema de copyright. Mas nós o sustentamos. <strong>Nós vivemos em um tempo de contradições (risos). Com o Vodo.net, acho que provamos algo muito importante, sobre como usar as redes P2P nesses trabalhos, mostrando que a rede pode distribuir valor para os produtores. </strong>Isso indica para mim um certo tipo de pragmatismo. Você não pode fazer o que quiser, nem forçar seus pontos de vista sobre ninguém. No nosso caso isso significa que nós vivemos abertos para o “film maker”. Se um cineasta quiser restringir certos usos, tudo bem. Se você quiser colocar seu filme em domínio público, mais ou menos como “Steal this Film”, você também pode.</p>
<p>Nós tivemos uma discussão interna sobre o “Steal this Film” uma vez porque nós encontramos no blog de alguém do Festival Internacional de Cinema de Cingapura uma chamada para “Steal this Film 2”, eles iam exibir e não nos contaram. E ninguém tinha dito pra eles que podia. E eu disse para um dos caras envolvidos no filme “O que você acha disso?” e ele disse “é claro que alguém ia fazer isso”. É que eu pensei que eles, sendo um festival de filmes, deveriam conhecer melhor as regras. Eu iria legalmente impedí-los de exibir o “Steal This Film 2”? Talvez não, mas eles poderiam ter nos consultado, nos contado pelo menos, estaria tudo ok. <strong>Acho que mesmo tendo as posições mais radicais, deveriam existir maneiras de sinalizar para as outras pessoas que usos você permite para o seu material.</strong></p>
<p>Mas eu gosto de ficar fora do sistema de copyright. E gostaria de apenas sugerir usos para meu trabalho, pois eu acho que essa é a realidade da situação. Eu confio em fronteiras éticas e eu não quero restrições legais. E quanto mais a lei do copyright parece representar interesses que eu realmente discordo, menos quero me envolver com copyright.</p>
<p>Existem outros exemplos desse paradoxo. É realmente complicado responder a essa pergunta, não é porque estou tentando ser político, mas porque é uma pergunta muito complicada. Pegue Richard Stallman e o sistema GPL [N.E. Licença Pública Gnu], que sempre se apoiou no copyright, e agora está numa posição de apoiar o copyright e argumentar contra políticas do Partido Pirata porque ele precisa do copyright para dar suporte ao GPL. As pessoas pensam que ele é anti-copyright, mas na verdade ele defende. Então há vários paradoxos emergindo desta situação tecnológica. Eu acho que temos que olhar caso a caso.</p>
<p><strong>&gt;&gt;&gt;Você acha que vai haver uma mudança radical?</strong><br />
Sem dúvida! Novas leis terão que ser feitas. Estamos radicalmente repensando as coisas. Eu posso te contar sobre as conversas que tenho tido, eu tenho certeza que você tem as mesmas. Na Europa ou nos EUA. Eu comecei o projeto Vodo.net, há um mês atrás veio à público. Eu tive, provavelmente, 250 e-mails de cineastas e nenhum deles disse “Essa é uma ideia estúpida. Você não faz ideia de como ganhar dinheiro”. E também não foi apenas uma pessoa que disse “Isso é maravilhoso. Gostaria de me envolver. Isso vai ajudar os cineastas”.</p>
<p>As pessoas sabem que este mundo que emergiu é imperfeito, o mundo da reprodução mecânica, da televisão, do rádio.<strong> E este mundo que está emergindo tem imensamente mais possibilidades para todos nós. E esta é questão: como realizar uma contribuição construtiva para este novo paradigma.</strong> Se eu fizer contribuições sólidas o bastante, práticas o bastante, nós não deveríamos ter nenhum problema em criar um novo regime legal, porque vamos descobrir novas maneiras de os cineastas ganharem dinheiro. Mas se fizermos apenas downloads dos filmes de Hollywood, sem criar nada novo, sem dúvida eles tentarão nos destruir. Mas se contribuirmos, construirmos algo novo&#8230; Acho que há muito mais pelo que lutar, e muito a ganhar.</p>
<p><img style="visibility:hidden;width:0px;height:0px;" border=0 width=0 height=0 src="http://counters.gigya.com/wildfire/IMP/CXNID=2000002.0NXC/bT*xJmx*PTEyNjgxNzQzOTI2NzYmcHQ9MTI2ODE3NDM5Njg4MSZwPTE5ODY4MSZkPTZsdDYyMnAzNXYmZz*yJm89NDRlN2VkNTE2/NjJhNDcxNGI4NTk3YjAzYzYzNGIxMzUmb2Y9MA==.gif" /><object name="kaltura_player_1268174391" id="kaltura_player_1268174391" type="application/x-shockwave-flash" allowScriptAccess="always" allowNetworking="all" allowFullScreen="true" height="364" width="410" data="http://www.culturadigital.br/kalturaCE/index.php/kwidget/wid/9cw14rc182/uiconf_id/530"><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="allowNetworking" value="all"/><param name="allowFullScreen" value="true"/><param name="bgcolor" value="#000000"/><param name="movie" value="http://www.culturadigital.br/kalturaCE/index.php/kwidget/wid/9cw14rc182/uiconf_id/530"/><param name="flashVars" value=""/><param name="wmode" value="opaque"/><a href="http://corp.kaltura.com">video platform</a><br />
  <a href="http://corp.kaltura.com/technology/video_management">video management</a><br />
  <a href="http://corp.kaltura.com/solutions/overview">video solutions</a><br />
  <a href="http://corp.kaltura.com/technology/video_player">free video player</a><br />
</object></p>
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		<title>JORNALISMO E INTERATIVIDADE</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2010/02/02/jornalismo-e-interatividade/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 18:43:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[INFOGRAFIA]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[MULTIMIDIA]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa é uma apresentação utilizando o software húngaro Prezi, que costumo utilizar em aulas por aí. Ela se modifica com o tempo, conforme vou tirando ou acrescentando conteúdos interessantes. No mínimo, é um resumão de links que julgo bacanas sobre jornalismo interativo. Tem algum pra recomendar? Apresentei hoje isso na aula do curso de jornalismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa é uma apresentação utilizando o software húngaro Prezi, que costumo utilizar em aulas por aí. Ela se modifica com o tempo, conforme vou tirando ou acrescentando conteúdos interessantes.</p>
<p>No mínimo, é um resumão de links que julgo bacanas sobre jornalismo interativo. Tem algum pra recomendar?</p>
<p><object id="prezi_smhmz559jakv" name="prezi_smhmz559jakv" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" width="650" height="500"><param name="movie" value="http://prezi.com/bin/preziloader.swf"/><param name="allowfullscreen" value="true"/><param name="allowscriptaccess" value="always"/><param name="bgcolor" value="#ffffff"/><param name="flashvars" value="prezi_id=smhmz559jakv&amp;lock_to_path=1&amp;color=ffffff&amp;autoplay=no"/><embed id="preziEmbed_smhmz559jakv" name="preziEmbed_smhmz559jakv" src="http://prezi.com/bin/preziloader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="650" height="500" bgcolor="#ffffff" flashvars="prezi_id=smhmz559jakv&amp;lock_to_path=1&amp;color=ffffff&amp;autoplay=no"></embed></object></p>
<p>Apresentei hoje isso na aula do curso de jornalismo online do Eugênio Bucci na USP. As outras aulas estão neste site aqui: <a href="www.jornalismodigital.org">www.jornalismodigital.org</a></p>
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		<title>CONVITE &#8211; FÓRUM DA CULTURA DIGITAL BRASILEIRA</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2009/11/13/convite-forum-da-cultura-digital-brasileira/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 17:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[CulturaDigitalBR]]></category>

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		<description><![CDATA[Como coordenador do eixo de comunicação digital do Fórum, faço aqui o convite a todos os interessados: na semana que vem, de 18 a 21, acontece em São Paulo, na Cinemateca, um seminário internacional para discutir in loco as políticas públicas propostas durante os últimos meses na plataforma www.culturadigital.br . Reproduzo, abaixo, o release que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como coordenador do eixo de comunicação digital do Fórum, faço aqui o convite a todos os interessados: na semana que vem, de 18 a 21, acontece em São Paulo, na Cinemateca, um seminário internacional para discutir<em> in loco</em> as políticas públicas propostas durante os últimos meses na plataforma <a href="http://culturadigital.br" target="_blank">www.culturadigital.br</a> .</p>
<p>Reproduzo, abaixo, o release que está sendo distribuído para os veículos de comunicação em geral. Qualquer dúvida, os contatos estão no final do post.</p>
<p>Espero você lá.</p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p style="text-decoration: none;"><strong>Fórum colaborativo inova para criar política pública de cultura digital</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><em>Evento <span style="color: #000000;">internacional</span> em São Paulo, entre os dias 18 e 21 de novembro, vai apresentar e discutir o acúmulo de debates abertos via internet para produzir as diretrizes de uma política pública de cultura digital para o Brasil</em></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">As novas tecnologias transformam a cultura e a democracia. Então, é necessário que os realizadores de cultura e os agentes políticos debatam o que fazer com esses novos meios de criar, informar e conversar, que expandem e potencializam as relações entre as pessoas. Foi para ocupar esse espaço que o Fórum da Cultura Digital Brasileira foi criado. Trata-se de um processo que reúne, em uma rede social pública e livre, gente que atua no governo, na sociedade, no mercado, na academia, para pensar o país.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Essa iniciativa pioneira, resultado de uma aliança entre o Ministério da Cultura, a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e a sociedade civil organizada, destaca-se <span style="font-weight: normal;">por</span> usar as novas tecnologias para ampliar a participação da sociedade na construção de políticas públicas democráticas, valorizando os processos, complexos, do mundo contemporâneo. O Fórum Digital, como vem sendo chamado por alguns de seus participantes, foi lançado extra-oficialmente no fim de junho, durante o Festival Internacional de Software Livre, em Porto Alegre, pela ministra Dilma Roussef.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">No final de julho, em uma coletiva inédita apenas para blogueiros e gestores de Mídias Sociais, realizada durante o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE), a coordenação executiva do projeto, capitaneada pelo Ministro da Cultura, Juca Ferreira, lançou o processo oficialmente. Desde então, cerca de <span style="font-weight: normal;">2.300</span> internautas aderiram a uma rede social que discute novas regras e formas de incentivar o conteúdo digital brasileiro.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Para consolidar o que foi produzido até agora e colocar as pessoas em contato presencial, será realizado entre os dias 18 e 21 de novembro o <strong>Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital</strong>, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Os participantes vão acompanhar mesas de debate com pesquisadores, ativistas, representantes do governo, convidados internacionais, além de atividades culturais e oficinas – a programação completa do evento estará em breve no endereço <a href="http://www.culturadigital.br/" target="_blank"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;">www.culturadigital.br</span></span></span></a>. Além disso, os integrantes da rede social também poderão propor atividades auto-gestionadas, em espaços abertos para isso. Uma lona de circo está sendo levantada para ser ocupada pelo futuro.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O seminário também será transmitido pela internet no endereço <a href="http://www.culturadigital.br/" target="_blank"><span style="color: #000080;"><span lang="zxx"><span style="text-decoration: underline;">www.culturadigital.br</span></span></span></a>.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Os debates do Fórum de Cultura Digital Brasileira estão divididos em cinco eixos temáticos: memória, comunicação, arte, infraestrutura e economia. Cada um deles conta com um curador, responsável por estimular os debates e sistematizar as contribuições e diretrizes apontadas pelos participantes.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-weight: normal;">Na rede <a href="http://culturadigital.br/" target="_blank">culturadigital.br</a>, o cidadão pode se cadastrar, criar o seu perfil e articular grupos, postar conteúdos, além de interagir com pessoas que pensam a cultura digital. Em três meses de funcionamento, o fórum já conta com mais de 2.300 participantes, 143 grupos de debate, 233 blogs, 711 posts, 649 seguidores no twitter e mais de 45 mil visitantes.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;"><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO:</strong></span></em><span style="font-weight: normal;"></p>
<p></span><span style="color: #ff0000;"><strong>1ª Dia &#8211; 18/11 &#8211; 4ª feira<br />
</strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>9h/17h<br />
</strong></span><strong>Credenciamento/ inscrição<br />
</strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><span style="text-decoration: underline;"><strong>13h/14h<br />
</strong></span><strong>Intervenção artística &#8211; tendas do hall<br />
</strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><span style="text-decoration: underline;"><strong>14h/17h<br />
</strong></span><strong>Plenária de Memória – Sala Petrobrás<br />
Seminário de Infraestrutura – Sala BNDES<br />
Palestrantes:<br />
</strong><strong><span style="font-weight: normal;">José Luiz Ribeiro Filho (Diretor de Serviços e Soluções da RNP)<br />
<a href="http://culturadigital.br/members/samadeu">Sérgio Amadeu da Silveira</a> (Sociólogo e professor da Faculdade Casper Libero)<br />
Franklin Coelho (Universidade Federal Fluminense e <a href="http://www.piraidigital.com.br/">Projeto Piraí Digital</a>) Antônio Carlos dos Santos Silva, o TC (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_de_Cultura_Tain%C3%A3">Casa de Cultura Tainã</a>)<br />
Convidado do Governo (a confirmar)<br />
Moderador: <a href="http://culturadigital.br/members/diogomoyses/">Diogo Moyses</a> (Curador do eixo infraestrutura do Fórum da Cultura Digital Brasileira)</span></strong><strong><br />
Ações auto-gestionadas &#8211; tendas do hall</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong><span style="text-decoration: underline;">19h/21h<br />
</span>Ato Inaugural e coquetel com Ministro da Cultura, Juca Ferreira, e outros ministros</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><span style="color: #ff0000;"><strong>2ª Dia &#8211; 19/11 &#8211; 5ª feira</strong></span><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><span style="text-decoration: underline;"><strong>9h/12h</strong></span><strong><br />
Plenária de Comunicação – Sala Petrobrás<br />
Seminário de Memória – Sala BNDES<br />
Palestrantes:<br />
</strong><strong><span style="font-weight: normal;">Angela Bettencourt (Fundação Biblioteca Nacional)<br />
Pedro Puntoni ou Edson Gomi (<a href="http://www.brasiliana.usp.br/">Brasiliana</a>- projeto de acervo digital da USP)<br />
Dalton Martins (Coordenador de tecnologia social do <a href="http://weblab.tk/">Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária Weblab</a>)<br />
Geber Ramalho (Games, interfaces e acervos – UFPE)<br />
Jomar Silva (Padrões e protocolos – ODF Alliance)<br />
Moderador: <a href="http://culturadigital.br/members/josemurilo/">José Murilo Jr.</a> (Gerente de Cultura Digital do Ministério da Cultura)</span></strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><strong>Ações auto gestionadas &#8211; tendas do hall</p>
<p></strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>13h/14h</strong></span><strong><br />
Intervenção artística &#8211; tendas do hall</p>
<p></strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>14h/17h</strong></span><strong><br />
Plenária de Economia da Cultura Digital – Sala Petrobrás<br />
Seminário de Arte – Sala BNDES<br />
</strong><strong>Palestrantes:<br />
</strong><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://culturadigital.br/members/patriciacanetti/">Patrícia Canetti </a>(Artista digital, criadora do <a href="http://www.canalcontemporaneo.art.br/">Canal Contemporâneo</a>)<br />
Bia Medeiros (Professora de arte digital da UnB, coordenadora do Grupo de Pesquisa <a href="http://www.corpos.org/">Corpos Informáticos</a>)<br />
Pau Alsina (pesquisadora da Universidade Aberta da Catalunã, na Espanha)<br />
Laymert Garcia dos Santos (Sociólogo da UNICAMP)<br />
<a href="http://www.andrevallias.com/">André Vallias</a> (Poeta e produtor de mídia interativa)<br />
Moderador:<a href="http://culturadigital.br/members/cicerosilva/"> Cicero Inácio da Silva</a> (curador de arte digital do Fórum da Cultura Digital Brasileira)</span></strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><strong>Ações auto gestionadas &#8211; tendas do hall</strong><span style="font-weight: normal;"></p>
<p></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>a partir das 18h<br />
</strong></span><strong>Ação musical/ cinema – lona de circo externa</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="color: #ff0000;"><strong>3º Dia – 20/11 – 6ª feira<br />
</strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>9h/12h</strong></span><strong><br />
Plenária de Infraestrutura – Sala Petrobrás<br />
Seminário de Comunicação – Sala BNDES<br />
Palestrantes:</strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><strong><span style="font-weight: normal;">Jean Burgess (pesquisadora da <a href="http://www.qut.edu.au/">Universidade de Queensland</a>, na Austrália, e co-autora do livro <a href="http://www.editoraaleph.com.br/site/autores/jean-burgess/youtube-e-a-revoluc-o-digital.html">“Youtube a Revolução Digital</a>)<br />
<a href="http://culturadigital.br/members/ivanabentes/">Ivana Bentes</a> (professora da UFRJ)<br />
<a href="http://culturadigital.br/members/alexprimo/">Alex Primo</a> (professor da UFRGS)<br />
<a href="http://culturadigital.br/members/anapuakamuniz/">Anápuaká Muniz </a>(<a href="http://www.webbrasilindigena.org/">Web Brasil Indígena</a>)<br />
Jamie King (<a href="http://www.stealthisfilm.com/Part2/support.php">Steal This Film</a>)</span></strong><span style="font-weight: normal;"><br />
Moderador: André Deak (</span><strong><span style="font-weight: normal;">curador do eixo comunicação do Fórum da Cultura Digital Brasileira)</span></strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Ações auto gestionadas &#8211; tendas do hall</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>13h/14h<br />
</strong></span><strong>Intervenção artística &#8211; tendas do hall</p>
<p></strong><span style="text-decoration: underline;"><strong>14h/17h</strong></span><strong><br />
Plenária de Arte – Sala Petrobrás<br />
Seminário de Economia da Cultura Digital – Sala BNDES<br />
Palestrantes:</strong><span style="font-weight: normal;"><br />
Daniel Granados</span><strong> </strong><span style="font-weight: normal;">(<a href="http://www.produccionesdoradas.com/">Producciones Doradas</a>, de Barcelona)</span><span style="font-weight: normal;"><br />
Pablo Capilé (<a href="http://www.foradoeixo.org.br/index.php">Circuito Fora do Eixo</a>)<br />
</span><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://dowbor.org/">Ladislaw Dowbor </a>(Economista e professor da PUC-SP)<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ronaldo_Lemos"><br />
Ronaldo Lemos </a>(Professor de direito da FGV-Rio)<br />
Juliana Nolasco (Coordenação de Economia da Cultura – MinC)</span></strong><span style="font-weight: normal;"><br />
Moderador: </span><strong><span style="font-weight: normal;"><a href="http://culturadigital.br/members/oonacastro/">Oona Castro</a> (curadora do eixo economia do Fórum da Cultura Digital Brasileira)</span></strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><strong>Ações auto gestionadas &#8211; tendas do hall<br />
</strong><span style="font-weight: normal;"><br />
</span><span style="text-decoration: underline;"><strong>a partir das 21h<br />
</strong></span><strong>Ação musical – lona de circo externa</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;">
<span style="color: #ff0000;"><strong>4º Dia – 21/11 – Sábado<br />
</strong></span><span style="text-decoration: underline;"><strong>9h/12h</strong></span><br />
<strong>Transmissão da sala BNDES na Sala Petrobrás<br />
Contexto Internacional da Cultura Digital – Sala BNDES<br />
Palestrantes:</strong><br />
Raquel Rennó (<strong><span style="font-weight: normal;">pesquisadora de arte digital e integrante da Associaçao Cultural de Projetos em Cultura Digital <a href="http://zzzinc.net/">ZZZinc</a>, de Barcelona)<br />
David Sasaki (diretor do <a href="http://rising.globalvoicesonline.org/">Rising Voices</a>)</span></strong><br />
Ivo Corrêa (<strong><span style="font-weight: normal;">Responsável pelas políticas públicas e governamentais da Google Brasil</span></strong>)<br />
Alfredo Manevy (Secretário executivo do Ministério da Cultura)<br />
Amelia Andersdotter (membro do Partido Pirata Sueco)<br />
Moderador: Álvaro Malaguti <strong><span style="font-weight: normal;">(Gerente de projetos da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa- RNP)</span></strong><br />
<strong>Transmissão da sala BNDES nas tendas do hall</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; font-weight: normal;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>12h/14h</strong></span><strong><br />
Encerramento</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>14h/17h<br />
</strong></span><strong>Cerimônia de encerramento – Sala BNDES<br />
</strong>Entrega do resultado do trabalho realizado ao Ministro da Cultura, Juca Ferreira<br />
<strong>Atividades culturais – lona de circo externa</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
<strong>Seminário Internacional do Fórum da Cultura Digital<br />
Data: </strong>18/11 a 21/11<strong><br />
Local: </strong>Cinemateca Brasileira (Largo Senador Raul Cardoso, 207 &#8211; Vila Clementino)<strong><br />
</strong><br />
<strong>Credenciamento de imprensa será feito previamente pelo e-mail </strong><a href="mailto:forumculturadigital@gmail.com" target="_blank"><span style="color: #3366ff;"><strong>forumculturadigital@gmail.com</strong></span></a><strong>. Quem não conseguir mandar os dados antes, poderá se credenciar nos dias do evento. Mande seu nome, e-mail, contato telefônico e veículo.</strong></p>
<p><strong>Contato:<br />
</strong>Christiane Peres (Fórum da Cultura Digital) &#8211; 11 7547-0289 &#8211; <a href="mailto:forumculturadigital@gmail.com" target="_blank">forumculturadigital@gmail.com</a> / <a href="mailto:melo.christiane@gmail.com" target="_blank">melo.christiane@gmail.com</a><br />
Marcelo Lucena (Ministério da Cultura) &#8211; 61 2024-2401 &#8211; <a href="mailto:marcelo.silva@cultura.gov.br" target="_blank">marcelo.silva@cultura.gov.br</a><strong></strong></p>
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		</item>
		<item>
		<title>COMUNICAÇÃO DIGITAL: ENTREVISTA COM EDUARDO TESSLER</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2009/10/31/comunicacao-digital-entrevista-com-eduardo-tessler/</link>
		<comments>http://www.andredeak.com.br/2009/10/31/comunicacao-digital-entrevista-com-eduardo-tessler/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 22:26:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[CulturaDigitalBR]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.andredeak.com.br/?p=520</guid>
		<description><![CDATA[Esta entrevista faz parte da série que investiga o campo da comunicação digital, para o Fórum da Cultura Digital Brasileira. As mesmas questões foram enviadas para várias pessoas e o resultado serve de base para as discussões no grupo de comunicação digital, dentro da plataforma do fórum. Também serão compiladas no documento final do Fórum, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta entrevista faz parte da série que investiga o campo da comunicação digital, para o <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/culturadigital.br');" href="http://culturadigital.br/" target="_blank">Fórum da Cultura Digital Brasileira</a>. As mesmas questões foram enviadas para várias pessoas e o resultado serve de base para as discussões no <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/culturadigital.br/groups/curador-de-comunicacao-digital');" href="http://culturadigital.br/groups/curador-de-comunicacao-digital" target="_blank">grupo de comunicação digital</a>, dentro da plataforma do fórum.</p>
<p>Também serão compiladas no documento final do Fórum, e serão discutidas durante o <a onclick="javascript:pageTracker._trackPageview('/outgoing/culturadigital.br/blog/2009/10/26/seminario-internacional-do-forum-da-cultura-digital-brasileira/');" href="http://culturadigital.br/blog/2009/10/26/seminario-internacional-do-forum-da-cultura-digital-brasileira/" target="_blank">encontro presencial que ocorrerá na Cinemateca</a>, em São Paulo, entre 18 e 21 de novembro.</p>
<p>O debate é aberto, portanto, todos os que quiserem participar, seja respondendo as questões, seja discutindo as respostas, estão convidados. A caixa de comentários está aberta, assim como o site do Fórum e o grupo de comunicação. E sinta-se convidado para comparecer pessoalmente ao debate, na Cinemateca. Quem não puder ir poderá acompanhar via transmissão online e participar pelo chat.</p>
<p>Abaixo, o consultor para integração de redações Eduardo Tessler (que foi <a href="http://www.andredeak.com.br/2007/08/21/entrevista-eduardo-tessler/" target="_blank">o primeiro entrevistado deste blog, em 2007</a>) responde algumas questões.</p>
<p><strong>Qual seria o campo da comunicação digital?</strong><br />
Hoje nenhum novo negócio pode ser pensado sem comunicação digital. Com o avanço das redes sociais, tudo está passando pelos meios digitais, como o lugar mais fácil onde encontrar pessoas. A necessidade de alguém se informar, receber &#8211; e produzir &#8211; comunicação é mais do que tudo para estar em dia dentro de sua sociedade. Não é possível alguém chegar em uma reunião de amigos na noite de domingo sem saber quanto foi o futebol, por exemplo. Pois a digitalização permite que a informação acompanhe o cidadão, um cara caminhando com seu i-phone (ou Nokia N95 ou qualquer celular smartphone) é uma estação móvel. Ele produz conteúdo e disponibiliza para o coletivo.  Bem, então o campo é total, multiáreas. As empresas que investem em assesoria de comunicação precisam se modernizar e apostar em comunicação digital. Livre e solta.</p>
<p><strong>Quais são os principais atores deste campo ?</strong> <strong>Quais te vêm à mente primeiro?</strong><br />
Puxa, essa eu não sei. Acho que é preciso prestar atenção em projetos como o Urbanias, de SP (o Gilberto Dimenstein é associado), o Peabirus, do Rodrigo Lara Mesquita, coisas assim. Não acho que as grandes novidades sairão da academia. O Google não veio da academia, nem a Amazon.</p>
<p><strong>Quais os principais problemas?</strong><br />
Dinheiro é o principal, claro. Hoje mesmo [N.E. na data em que Tessler respondeu o email] um órgão de imprensa puramente digital da Espanha anunciou o fechamento, o <a href="www.soitu.es" target="_blank">www.soitu.es</a>, do Gumersindo Lafuente. O banco BBVA, que segurava a barra, cansou de perder dinheiro. Mas acho que o grande problema é que quem monta negócio digital não pode pensar como papel. E esse é o erro mais comum. Aí os caras quebram. Acho que dá pra imaginar no futuro próximo jornais unicamente em formato digital de segunda a sexta, e uma edição papel de fim de semana. Isso é bem possível, não se deve estranhar. Mas o business plan é outro, não pode ser apenas publicidade.</p>
<p><strong>E que políticas públicas poderiam existir para melhorar o cenário?</strong><br />
A idéia de um centro de pesquisa e aplicação, como o Poynter, seria nota mil. Imagine que ainda há jornais que não estão na web por acharem que é concorrente, que vai tirar leitores, essas coisas. Pô, estamos em 2009 e os caras ainda reagem assim aos meios digitais.</p>
<p>Se eu fosse diretor de um jornal hoje não contrataria uma só pessoa que não tivesse um blog. É preciso ver as empresas de comunicação como centrais de conteúdo, que podem passar esse conteúdo por várias formas para o cidadão. Não mais pacotes fechados, mas várias opções.<br />
Acho que acessibilidade deveria ser ampliada (e acho que no Brasil ela é boa, em relação à grande maioria dos países). As escolas, centros de saúde, locais públicos, todos deveriam ser uma espécie de &#8220;lan house&#8221; grátis, ou quase. Quanto mais gente estiver conectada, mais rápido avançam as iniciativas digitais.</p>
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		<title>COMUNICAÇÃO DIGITAL: ENTREVISTA COM BETH SAAD</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 14:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[CulturaDigitalBR]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>

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		<description><![CDATA[A entrevista é parte do processo de construção do eixo de Comunicação Digital do Fórum de Cultura Digital.Br Andre Deak: Essa é uma conversa sobre a delimitação do campo da comunicação digital. No livro Cultura Digital.Br (baixe aqui), a primeira pergunta para todos os entrevistados é “o que é a cultura digital?”. E há inlusive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A entrevista é parte do processo de construção do <a href="http://culturadigital.br/groups/curador-de-comunicacao-digital" target="_blank">eixo de Comunicação Digital</a> do Fórum de Cultura Digital.Br</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Andre Deak: Essa é uma conversa sobre a delimitação do campo da comunicação digital. No livro Cultura Digital.Br (<a href="http://culturadigital.br/blog/2009/09/26/baixe-o-livro-culturadigital-br/" target="_blank">baixe aqui</a>), a primeira pergunta para todos os entrevistados é “o que é a cultura digital?”. E há inlusive uma disputa semântica de termos: cibercultura, cultura digital. Mas todos entendem que a cultura digital não é simplesmente a digitalização – o analógico tornado digital. Dizem que muda muito mais, que é uma mudança estruturante da sociedade.</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Beth Saad: </strong>Concordo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Na comunicação é possível o mesmo paralelo?</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Tem um complicador. Não dá para negar que vamos continuar tendo os meios tradicionais. Mas maioria tende a limitar a comunicação digital às ações de relacionamento no ciberespaço. E não acham que isso vai envolver todos os demais suportes.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Mas a comunicação digital vai envolver tudo simplesmente porque o ciberespaço será onipresente, ou mais que isso?</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Mais que isso. Algumas coisas vão acontecer no ciberespaço, mas várias outras coisas estarão digitalizadas e vão envolver a lógica digital, de trocas, de bits. Um jornal impresso, hoje, se faz com meios digitais. A lógica digital é o grande chapéu do processo de comunicação. Uma parte do processo é o meio digital puro. Relacionamento com o público: o que vai fazer a diferença é se a relação é unilateral, bilateral, multilateral. O que vejo hoje é que se delimita o relacionamento no mundo virtual como se ele não se misturasse com os demais. Não acredito nisso. Tem que se misturar. Se você se propõe a entrar nas redes sociais, e abrir conta no twitter, no facebook, esse processo vai desembocar em outros processos não são tão virtuais assim. Existe toda uma integração que ainda não está clara. As pessoas acham que o que está no virtual ficará no virtual. Mas não é assim.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Cada vez mais estamos tirando o intermediário do processo, falando diretamente – o gestor, produtor com o consumidor. Isso vai afetar todo o resto. Sinto uma grande dificuldade, especialmente nas corporações privadas. Esse povo tem dificuldade em aceitar essa proximidade. Isso ainda assusta.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>O Marcelo Tas diz que o digital, do termo cultura digital, uma hora desaparece, porque tudo será digital. Na comunicação também?</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Eu diria que sim. A gente fala em comunicação digital hoje porque existe uma necessidade didática de organizar as coisas em caixinhas. Mas cada vez mais as coisas da comunicação vão ocorrer num pacote único. E sempre haverá um processo, ou parte dele, que ocorre em bits. Vamos colocar um tempo aí ainda pra isso acontecer, mas será assim.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>O campo da comunicação digital, portanto, será o campo da comunicação?</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Será. Hoje ainda está restrito ao ambientel virtual.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>O livro Cultura Digital.Br talvez seja um exemplo interessante. Ele inverte a lógica com a qual estamos acostumados. O livro, impresso, não é resultado final do processo, mas ao contrário: é o início do processo, um caderno de provocações. Que depois é discutido no virtual – a plataforma <a href="http://www.culturadigital.br/">www.culturadigital.br</a> .</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">E as pessoas ainda estão na lógica do linear em que sempre haverá algo palpável no final. Teremos aí um tempo de convivência, entre comunicação digital e tradicional. Hoje o digital é um subcampo.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>E quanto aos atores? São os mesmos do campo e do subcampo?</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Enquanto competências e habilidades, todos precisam pensar no digital. Mas há uma questão de geração que causa alguns impedimentos&#8230; (risos). Para ter um conjunto de atores com este pensamento, é preciso formação destes atores. Hoje a gente mantém a formação do comunicador de forma compartimentada. Ou é jornalista, ou publicitário, ou RP. Enquanto não inverter esse processo de formação básica, sempre haverá no final do processo alguém querendo fazer só livro em papel.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Vejo a formação como algo que irá modificar a mudança do campo. É muito diferente eu ensinar de modo compartimentado do que ensinar a trabalhar com grandes temas. Uma coisa é ensinar a fazer um anúncio para o impresso, outra é pedir para o aluno conceber uma campanha crossmedia, cross-suporte. Se ensinar a pensar sistemicamente, o digital entra naturalmente no processo todo. É preciso mudar o início.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Pense como seria a ECA como um pacote único, e não mais compartimentada. Essa é a proposta mais extrema. E isso não é só no Brasil. Veja a discussão do Protocolo de Bolonha.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Como é isso?</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">O <a href="http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/45anos/K-internacionaliza.html" target="_blank">Protocolo de Bolonha</a> propõe que o aluno europeu possa frequentar o seu curso em vários países. Para isso, houve um prazo de cinco anos para que as universidades da Europa se adaptassem, currículo similar, número de créditos. Para que quem quiser faça um pouco na Inglaterra, um pouco na Espanha, e saia comunicador. Poderíamos, com essa nova proposta, acrescentar umas aulas na história.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Eu conversei com Ramon Salaverría, que atualmente é chefe do depto de jornalismo em Navarra, perguntei para ele: vocês reformaram o curso e incluíram todo o curso de comunicação no pacote? Não. Continua jornalismo, apenas. Não abriram mão. Isso reflete um certo patamar da sociedade que não aceita o fim do cartesianismo, na Europa mais que tudo. Ainda demora um pouco. Apesar do público final já ver que a coisa é outra, as estruturas sociais continuam fechadas.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Aproveito para abrir para sua análise do campo. Falou dos empresários e da universidade&#8230;</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">E tem a comunicação pública. Tem um lado muito adiantado, que é a comunicação de serviços: governo eletrônico, imposto de renda, agenda o INSS pelo computador. Eleição. Tem um avanço bom. Mas não é comunicação, apenas meios facilitadores para reduzir o tempo. Não significa espaço para relacionamento.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Para as empresas também. Você compra uma passagem de avião, usa o home banking, mas se tiver algum problema&#8230;.</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Pois é. Teve o caso do sujeito da United Airlines.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">A United perde o violão dele, ele reclama e ninguém faz nada. O cara é músico, <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5YGc4zOqozo" target="_blank">fez uma música sobre a história</a>, o vídeo estoura (5,6 milhões de views no momento deste post), a empresa fica em crise. A música dele vai para as primeiras paradas do Itunes, ele ainda ganha dinheiro. Aí a empresa corre atrás. Isso é um processo típico do mundo digital. As empresas tem um medo do cão. O cara fala mal no YouTube. O que a empresa faz? Em geral, usa respostas do mundo tradicional para dialogar com o digital. Processa o cara. As pessoas não querem buscar a solução – responder no mesmo formato, conversar.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>A última parte: que políticas públicas poderiam ser feitas para avançar esse processo?</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">De novo, agir na base. Política pública de comunicação digital tem que ensinar isso para as crianças, muito mais do que oferecer facilidades. Mudar o modo de pensar. Se tiver que pensar em política pública, eu diria no ensino, nas escolas, no campo comunicacional.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;"><strong>Daí é um problema oferecer o instrumento, mas bloquear orkut, msn&#8230;</strong></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Nem mostrar que existe. A gente tem políticas já, como o computador para todos, mas isso não resolve se você não entender que o processo de relacionamento é outro na rede. Ensino à distância. E-learning. O cara acha que é só colocar o teste na rede, depois fazer uma prova&#8230; E tudo bem. É a mediação que vai fazer o processo de aprendizagem ocorrer. E hoje o mercado não tem mediadores. Na educação, nos serviços. As pessoas não entenderam ainda este papel: alguém que vai promover os grupos, alimentar a conversa. Isso não tem. E isso será o papel do comunicador.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Estive num congresso agora, em que a maioria das pessoas era jornalista ou publicitário. E eu disse que haveria uma transformação, no sentido de começar a mediação. E houve uma reação assim: mas eu não vou mais escrever? O que eu vou fazer?</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Está muito difícil das pessoas entenderem&#8230;</p>
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		<title>#FAIL FSP ONLINE SEGUE ONDA ULTRAPASSADA</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:17:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
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		<description><![CDATA[A Folha de S. Paulo lançou uma versão online do jornal impresso. É mais um passo na história de trombadas e retrocessos que a empresa vem dando a caminho da integração. A opção do jornal foi pelo modelo de Flip Page, em flash. É aquele efeito de virar a página, como se fosse o jornal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-488" title="capafol" src="http://www.andredeak.com.br/wp-content/uploads/2009/09/capafol1.jpg" alt="capafol" /></p>
<p>A Folha de S. Paulo lançou uma <a href="http://www.folha.com.br/digital" target="_blank">versão online</a> do jornal impresso. É mais um passo na história de trombadas e retrocessos que a empresa vem dando a caminho da integração.</p>
<p>A opção do jornal foi pelo modelo de <a href="http://usabilidoido.com.br/efeito_de_virar_pagina_e_enervante.html" target="_blank">Flip Page, em flash</a>. É aquele efeito de virar a página, como se fosse o jornal de papel. Muitas revistas também usam isso, como mostra o site da empresa que desenvolveu pra Folha, a <a href="http://www.digitalpages.com.br/" target="_blank">Digital Pages</a>.</p>
<p>Já ouvi de algumas pessoas que desenvolvem projetos na web que muitos clientes ainda gostam deste visual. Principalmente os mais velhos, que se sentem confortáveis, que reconhecem na nova mídia aquela outra com a qual estavam acostumados. Algumas versões do flip page fazem até o barulho do papel virando. Se tivesse cheiro de jornal e manchasse o dedo, talvez gostassem ainda mais. Mas para esse público, creio que o ideal talvez fosse que o jornal na web, um dia, pudesse ser, na verdade&#8230;  impresso.</p>
<p>Exagero. Existem algumas vantagens em relação ao impresso. O <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Flip_page" target="_blank">Flip Page Effect, conforme a Wikipedia</a>:</p>
<blockquote><p>Flip page refers to the effect of flipping through the pages of a digital document as if it was a physical document. A flip page application is often made in <a title="Adobe Flash" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adobe_Flash">Adobe Flash</a> and requires the <a title="Adobe Flash Player" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Adobe_Flash_Player">Adobe Flash Player</a> to run in a browser window. The benefit of having a flip page document is that it affords the user experience of reading an actual copy of a physical document or magazine. The technology is commonly used by traditional publishers that want to create (and spread) a digital version of their physical document/paper/magazine.</p>
<p>The illusion of having a tangible document on your computer is supposedly more powerful with the flip page function since it mimics the natural way of browsing through a physical document, yet at the same time allows the user to use the traditional electronic benefits like searching through a document, jumping to a certain page, links to external websites etc.</p></blockquote>
<p>Entendo essas vantagens, mas ainda assim é possível criar outro lay-out, específico para a internet, mais interativo e com mais usabilidade do que a simples reprodução das páginas impressas.</p>
<p>A internet é algo novo (nem tão novo assim, mas cada dia está mais rápida e chegando mais longe, pra mais gente). Tentar repetir na rede &#8220;a sensação&#8221; de uma outra mídia me parece bastante equivocado, a não ser que a estratégia seja, unicamente, dialogar com o público mais velho do jornal.</p>
<p>No início, as novas mídias sempre tentam repetir as antigas, até por não saberem lidar com o novo. O rádio levou tempo para encontrar uma maneira de narrar que não fosse a monotonia da leitura de um texto ao vivo. Muitas estrelas do cinema mudo fracassaram quando chegou o áudio, sem saber como interpretar com palavras. O mundo audiovisual levou décadas para encontrar uma linguagem adequada &#8211; e segue se reinventando.</p>
<p>Com a internet não será diferente &#8211; busca-se a fusão de todas as linguagens anteriores, com a introdução de uma interatividade nunca vista.</p>
<p>O Flip Page surgiu em 2002. Não pegou. Não veio para ficar. Não é uma &#8220;puta idéia&#8221;.</p>
<p>Ou alguém aí acha que é?</p>
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		<title>WATERLIFE: DOCUMENTÁRIO COM INTERFACE EM FLASH</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 19:02:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[JORNALISMO]]></category>
		<category><![CDATA[MULTIMIDIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos trabalhos mais bem feitos que vi nos últimos tempos usando a tecnologia Flash. Finalista do ONA Award, o site do documentário canadense Waterlife é um belo especial multimídia que agrega vídeos de uma maneira extramemente eficaz &#8211; dá vontade de navegar ali por horas. Coisa de gente grande: uma co-produção do National Film [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-462" style="margin-left: 4px; margin-right: 4px;" title="Waterlife" src="http://www.andredeak.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Waterlife.jpg" alt="Waterlife" width="300" height="181" /></p>
<p>Um dos trabalhos mais bem feitos que vi nos últimos tempos usando a tecnologia Flash. <a href="http://www.cyberjournalist.net/finalists-announced-for-10th-annual-online-journalism-awards/" target="_blank">Finalista do ONA Award</a>, o site do documentário canadense Waterlife é um belo <a href="http://waterlife.nfb.ca/" target="_blank">especial multimídia</a> que agrega vídeos de uma maneira extramemente eficaz &#8211; dá vontade de navegar ali por horas.</p>
<p>Coisa de gente grande: uma co-produção do National Film Board of Canada e Primitive Enterteinment, com direção de <a href="http://www.flickr.com/photos/tcfilmfest/3770451305/" target="_blank">Kevin McMahon</a> &#8211; documentarista com décadas de estrada (trabalhou com o produtor de The Corporation, por exemplo).</p>
<p>Fala sobre o <a href="http://www.thestar.com/comment/columnists/article/645907" target="_blank">envenenamento dos Grandes Lagos</a>, que banham Canadá e EUA.</p>
<p><a href="http://waterlife.nfb.ca/"><img class="alignnone size-full wp-image-461" title="waterflash" src="http://www.andredeak.com.br/wp-content/uploads/2009/09/waterflash.jpg" alt="waterflash" /></a></p>
<p>Como já disse o blog <a href="http://www.omanancialdanoite.com/cinema/waterlife" target="_blank">Manancial da Noite</a>, a interface vale a visita. São vários menus de entradas para as seções, que ajudam bastante a navegação. Trilha sonora ótima, com Phillip Glass entre outros.</p>
<blockquote><p>Os Grandes Lagos são 5, estão situados na América do Norte, entre o Canadá e os EUA, e constituem o maior grupo de lagos de água doce do mundo. Durante o percurso, a água vai sendo contaminada com todos os tipos de produtos químicos, e gera consequências na vida das comunidades e animais que dependem dessa água para sobreviver.</p>
<p>A fotografia, que mistura belas imagens da natureza com cenas de poluição, mexe até com o menos ecológico dos indivíduos, e abre nossos olhos para a necessidade de nos tornarmos mais conscientes. Tudo importa, desde o que é jogado no vaso sanitário e como ele é limpo até o <em>shampoo</em> que usamos para lavar os cabelos, o detergente que escolhemos para lavar a louça e também a quantidade de água que disperdiçamos diariamente. (via <a href="http://www.oitoronto.ca/2009/06/waterlife/" target="_blank">Oi Toronto</a>)</p></blockquote>
<p>E ainda não desisti de realizar um projeto multimídia interativo sócio-ambiental no Brasil.</p>
<p>PS: Não encontrei o <a href="http://www.telefilm.gc.ca/data/production/prod_4981.asp?lang=en&amp;" target="_blank">documentário </a>online, mas se alguém encontrar, me avise.</p>
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		<title>NOVO TEMPLATE</title>
		<link>http://www.andredeak.com.br/2009/08/06/novo-template/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 03:33:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Deak</dc:creator>
				<category><![CDATA[CONVERGÊNCIA]]></category>
		<category><![CDATA[MULTIMIDIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Mudei de cidade, mudei de emprego, mudei meu blog de servidor, mudei de vida &#8211; faltava só mudar o template. Não mais. O blog fica com mais cara de site, e consigo deixar na home muito mais posts do que antes, com devidos destaques. Tentei não mudar muito o lay-out, porque gosto. Vermelho, preto, branco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://farm3.static.flickr.com/2602/3776460030_b05d33e8c3_m.jpg" alt="" width="300" height="160" /></p>
<p>Mudei de cidade, mudei de emprego, mudei meu blog de servidor, mudei de vida &#8211; faltava só mudar o template. Não mais.</p>
<p>O blog fica com mais cara de site, e consigo deixar na home muito mais posts do que antes, com devidos destaques. Tentei não mudar muito o lay-out, porque gosto. Vermelho, preto, branco &#8211; o básico.</p>
<p>Pela primeira vez, eu mesmo fiz tudo. Comprei o servidor, instalei o template, os plugins, importei meu blog antigo, fiz as pequenas alterações que eu quis. Faltam alguns acertos, mas pra mim já está ótimo.</p>
<p>E prova que fazer tudo isso é mole. Se até eu consigo, acredite: é fácil. Talvez eu escreva um passo-a-passo. Deveria?</p>
<p>Vamos que vamos.</p>
]]></content:encoded>
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