JORNALISMO MULTIMIDIA JÁ É ADOLESCENTE?

No PoynterOnline, Steve Myers diz que o jornalismo multimídia é adolescente, mas já não é órfão.

“O futuro que o jornalismo online prediz começa a tomar forma: organizações noticiosas estão usando vídeo, fotos e áudio para contar histórias de novas maneiras. Estão trazendo web-produtores e cinegrafistas para histórias que, antes, eram apenas projetos de publicação que levariam um mês para sair. E mesmo operações que não têm ninguém que saiba Flash envolvido são capazes de produzir audio-slide-shows, graças ao Soundslides.

Mas as mais de 700 inscrições no online categories do National Press Photographers Association awards mostram que o jornalismo multimídia ainda é adolescente: muitos projetos não alcançam seu potencial. Os juízes dizer que querem ver produções de qualidade maior, edição melhor e claro entendimento de como podem ser usados os recursos multimídia.”

Me parece que esses motivos apontados por Myers provam justamente que o jornalismo multimídia não é adolescente, mas infantil. A maioria das produções chamadas de interativas ainda seguem o velho modelo “leia-o-texto, veja-o-vídeo, -ouça-o-áudio”. Não há integração de linguagens, fora poucos e raros casos.

O próprio texto de Myers aponta para links de experiências interessantes. No Brasil é mais difícil ainda encontrar casos exemplares.

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This entry was posted on Wednesday, April 30th, 2008 and is filed under JORNALISMO, MULTIMIDIA. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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