CONVERGÊNCIA

Beth Saad (USP) e Charo Sádaba (Navarra) apresentaram a situação dos estudos sobre convergência no jornalismo. Convergência significa na prática, quase sempre, diz Saad, a integração de redações. Mas o próprio conceito de convergência ainda é bastante discutido e está em evolução.

“Dizer que convergência reduz custos é falso. É um reposicionamento da empresa, com custos até elevados num primeiro momento”, diz. Ela explica que houve, no cenário internacional, uma primeira onda de convergência antes de 2005, pouco publicizada. Em 2006 a integração das redações começou a ser publicizada – não que fosse a única convergência que as empresas jornalísticas estivessem realizando, mas foi a mais comentada. A mais comum, aliás, é a redação formato estrela, modelo Daily Telegraph. A maioria das empresas, também, usou uma consultoria.

No Brasil, diz, o ambiente é conservador e reativo a invoções. Publishers e editores que deveriam liderar os processos de convergência não fazem isso. Ela aponta apenas iniciativas tímidas: G1, que iniciou construções narrativas integradas, e o grupo RBS, que anunciou uma reforma física – apenas – da redação do jornal Zero Hora.

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icon for podpress  Beth Saad - Convergência dos meios jornalísticos [32:20m]: Download
icon for podpress  Charo Sádaba - Metodologia para o estudo de convergência [17:30m]: Download
This entry was posted on Saturday, December 8th, 2007 and is filed under CONVERGÊNCIA, JORNALISMO, MULTIMIDIA. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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