Posted on Aug 27, 2007

O COMEÇO DO FIM DO SECOND LIFE

José Murilo Junior escreveu em um post muito do que eu gostaria de ter escrito, com a devida pesquisa e análise, sobre o Second Life. Mas não tive tempo nem vontade.

Sugiro o texto dele: Metaversos: o hype, a bolha e o futuro

[esse post aqui também é pra me lembrar de colocar um link ao lado, no Blogs Amigos, pro Murilo - e de explorar o blogroll dele, que me parece ótimo]

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2 Comments

  • Alô André,

    Valeu a referência!
    Mas vale um comentário sobre o título do post.

    Vejo o Second Life como um laboratório fantástico, e tenho certeza que tem muita gente ‘viajando’ nas possibilidades do metaverso e tendo valiosos insights sobre o futuro digital. Cheguei a conhecer uma turma que colabora diretamente na formulação das diretrizes da proposta, e são pessoas bem interessantes e interessadas em explorar conceitos e usos inovadores para a plataforma.

    É por isso que não vejo o projeto Second Life necessariamente se encaminhando para um ‘fim’, mas sim processando as questões que vão surgindo. É óbvio o hype das agências de publicidade no SL já deu o que tinha que dar, e de certa forma queimou o filme da proposta entre as tribos que poderiam fazer usos criativos do metaverso. Mas eu diria que o componente ‘open source’ está sempre presente nas formulações e implementações da Linden, e como você pode ver pelo comentário da Gwyneth Lleuwelyn(!) no post que vc referencia, o tema é acompanhado de perto por uma turma bem ligada.

    Hoje mesmo deve estar rolando a movimentação da Cidade do Conhecimento “que marca o lançamento de novas atividades em parceria com laboratórios da USP e da PUC-SP, além das Faculdade Cásper Líbero, UnB, University of Southern California e empresas como iG e Kaizen Games“. O língua de sogra fala que a “USP chega ao Second Life pode mudar a história do jogo“. Será?

    De minha parte acho que as experimentações no Second Life podem render boas perspectivas. Mas continuo achando que uma abordagem descentralizada para exercitar a experiência de uso do 3d imersivo aceleraria o processo de inovação no setor. Qual o caminho? Abrir o código da aplicação do servidor pode ser um caminho, mas à princípio não garante um modelo de negócio em condições de sustentar a evolução da plataforma.

    Enfim, segue a conversa…
    Um link pertinente aqui.
    Abraço.

  • É uma pena, a idéia era tão legal. Parece que mais uma vez, não era a hora da realidade virtual.