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GOOGLE - INFINITAMENTE ALÉM DO CIDADÃO KANE

April 19th, 2007  |  Published in A REDE

Representantes da empresa Google estiveram no FISL. Estavam atrás de bons programadores - os melhores, aliás - para contratá-los. O Google tenta (e por enquanto consegue) ficar um passo adiante do mercado. Por isso o interesse pelo software livre - trata-se de uma opção exclusivamente econômica para as grandes empresas, não ideológica.

Enfim: o Google tem o poder de saber mais sobre a vida de cada cyber-indivíduo do que qualquer outra empresa ou Estado. Imagine: você escreve seus documentos no Google Docs. Publica no Blogger. Conversa pelo GTalk. Mantém dados pessoais no Orkut. Faz buscas pelo Google. Assiste ao YouTube. As buscas, aliás, geram bancos de dados que o Google já comercializa. Há um serviço de venda que faz o seguinte: você quer começar a vender bacalhau na América Latina, ou no Brasil. Eles te entregam um mapeamento das cidades com maior índice de busca por palavras relacionadas. Bacalhau, bacalhoada, etc. Então você tem as cinco cidades da região onde mais pessoas falam sobre o assunto. Inclusive, eles dão uma amostra do que são capazes com o Google Zeitgeist.

Mais: ao clicar em “eu concordo” no GTalk - ou no Messenger, todos fazem isso -, todo o conteúdo escrito ali ou que circula por ali (quando você envia um arquivo) pode ser utilizado por eles. Não há segurança ou privacidade alguma. Com alguns filtros automáticos, eles são capazes de detectar uma pessoa - ou um negócio lucrativo - pelo tipo de palavras que ela usa numa conversa. Esse é um poder que qualquer Estado certamente gostaria de ter. Há algum tempo, encontrei uma lista de palavras que estavam nos filtros do projeto de varredura de e-mails do governo norte-americano, o Echelon. Incluía nomes de produtos químicos usados em armas biológicas, terrorismo, nomes de algumas pessoas que nunca ouvimos falar, essas coisas. Quando um certo número dessas palavras era encontrado numa mesma mensagem, a comunicação era enviada para um segundo filtro.

Uma dúvida que pairava no ar em muitas conversas do FISL era: “ok, já sei como fugir da Microsoft. Mas como fugir do Google?”

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